Imagem distorcida do País
O Brasil de Bolsonaro chega à arena internacional subavaliado e padecendo dos preconceitos produzidos e reproduzidos por parte expressiva da imprensa internacional, que é alimentada por nossa incompetência e desvios ideológicos. Somos incompetentes para noticiar o que fazemos de positivo. Com todas as dúvidas em torno do nosso futuro e o noticiário jogando contra, ainda assim o Brasil é um dos cinco maiores destinatários de investimentos internacionais. Afinal, está em curso aqui um dos mais ambiciosos programas de concessões e privatizações do mundo, pois fizemos reformas fundamentais na gestão Temer.
O crime está organizado, e nós?

Em artigo no O POVO desta sexta-feira (18), o deputado federal Capitão Wagner diz que a crise na segurança não é surpresa. Confira:
Apesar de ter pego muitas pessoas de surpresa, a crise na segurança pública que o Ceará vive não é novidade. Nossa segurança tem andado em marcha ré há anos. Já no início de 2019, o Estado vive uma das principais crises de segurança pública. Estão sendo dias assustadores de ataques criminosos contra prédios públicos e privados, ônibus incendiados, detonação de bombas em viadutos e inúmeros transtornos aos cidadãos. Mais de 200 atentados, em mais de 45 cidades, além de Fortaleza, local de maior concentração dos ataques.
A hora da reforma política
O Estado de S.Paulo
19 Janeiro 2019 | 03h00
A falta da chamada “vontade política” de muitos membros do Congresso Nacional tem servido há décadas como pretexto para o abandono de discussões que levem à aprovação de uma ampla reforma do sistema político e eleitoral, uma das mais prementes e necessárias para o País. O discurso prevalente diz, não sem alguma dose de razão, que os parlamentares jamais aprovariam mudanças profundas no sistema por meio do qual têm sido eleitos sucessivamente. Ou seja, não mudariam aquilo que os beneficia.
Recentemente, houve significativos, porém pontuais, avanços no combate ao anacronismo desse sistema, como a proibição das doações para campanhas eleitorais feitas por pessoas jurídicas, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2015, a imposição da cláusula de desempenho, conhecida como “cláusula de barreira”, e o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais a partir de 2020, estas últimas introduzidas pela Emenda Constitucional (EC) 97, promulgada em outubro de 2017.
Açudes cearenses afetados por estiagem necessitam de manutenção

As chuvas deste início de ano estão trazendo boas expectativas a milhares de sertanejos. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) divulgou maior probabilidade de chuvas dentro da média histórica para a quadra chuvosa, no entanto, muitos sertanejos vão além, e acreditam em grandes cargas d'água nos açudes espalhados pelo Estado, inclusive nas barragens completamente secas. Algumas estão sem água há mais de três anos. Este cenário favorece a formação de pequenas florestas de mata branca nas barragens, causando preocupação aos agricultores que conhecem os efeitos causados pela falta de manutenção.
Brasil foi 5º país em ranking de uso diário de celulares no mundo
Os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho. O dado é do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um dos mais completos do mundo.
Considerando todos os países analisados, os usuários de smartphones ficaram em média três horas por dia usando aplicativos móveis. Os países onde essa mania obteve maior popularidade foram Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul. No primeiro caso, a média ultrapassou as quatro horas por dia. A lista considerou os dados de clientes de celulares com sistema operacional Android.
Na comparação com 2016, o tempo médio diário usando smartphones cresceu 50%. Na divisão por tipos de aplicações, as redes sociais concentraram 50% das horas gastas nesses aparelhos, seguidas por programas de reprodução de vídeo (15%) e por jogos eletrônicos (10%).
O PT fora de órbita -
Há um mundo paralelo chamado Petelândia. Nele, o ex-presidente Lula não é alguém encarcerado por corrupção, mas um preso político. Na Petelândia, as eleições do ano passado foram ilegítimas pela não participação de Lula. Nesse universo à parte, porém, a reeleição de Nicolás Maduro na Venezuela foi legítima, apesar de dois de seus adversários terem sido presos para não concorrer, o que gerou contestação até da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Na Petelândia, o terrorista Cesare Battisti é uma vítima de governos autoritários, apesar de a Itália ser um país democrático e sua extradição ter sido defendida até mesmo pelos partidos italianos de esquerda. O problema para o PT é que há um mundo à margem da realidade e nele a direção do partido vem tomando iniciativas baseadas nessa percepção ilusória que lhe rende cada vez mais prejuízos políticos. Suas lideranças vivem no mundo da lua.
A maior distrofia política do partido aconteceu na posse de Jair Bolsonaro, eleito democraticamente, inclusive com o respaldo do próprio PT, que disputou o segundo turno contra ele, e deu legalidade ao processo. O PT se recusou a participar da solenidade de posse do novo governo do Brasil, mas a presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmman, tomou um avião e foi para Caracas prestigiar a posse de Maduro. Ao insistir num segundo mandato usurpado, Maduro mantém a população venezuelana na maior crise humanitária do continente e mesmo assim o PT foi bater palmas para o ditador Maduro, que não é reconhecido nem mesmo pelo Grupo de Lima, incluindo Brasil e Argentina.

