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Ausência do PT na posse será auto-sabotagem...

 

Nada é mais íntimo do que o suicídio. A tentativa de impedir a consumação do ato pode ser entendida como uma interferência no direito de ir e vir —ou pelo menos de ir. Entretanto, já que os velhos aliados não se mexem, alguém precisa avisar ao Partido dos Trabalhadores que seu comportamento é suicida. A legenda decidiu boicotar a posse de Jair Bolsonaro. Ou seja, não bastasse ter pulado no buraco em que se encontra, o PT começou a jogar terra em cima de si mesmo.

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Emprego e autonomia são desafios para famílias venezuelanas no interior

Estelita Hass Carazzai e Marcelo Toledo / FOLHA DE SP
A VENEZUELANA
GOIOERÊ (PR), PALHOÇA (SC) E RIBEIRÃO PRETO (SP)

Annibel Rodriguez, 5, já sabe cantar parabéns a você. Em português.

A menina venezuelana, que imigrou em abril para o Brasil e passou seis meses com a família em abrigos na fronteira, encontrou um lar em Goioerê (a 523 km de Curitiba), no Paraná, onde comemorou seu aniversário de cinco anos, um dia antes de receber a reportagem da Folha.

O município de 30 mil habitantes integra o esforço de interiorização dos venezuelanos que chegam à fronteira brasileira, em Roraima.

Desde abril, pelo menos 3.300 pessoas já deixaram a região rumo a outros 13 estados do país, num projeto promovido pela ONU e pelo governo federal. O objetivo é reduzir a pressão sobre os serviços públicos de Roraima, onde já houve episódios de violência e xenofobia.

Os venezuelanos ouvidos pela Folha no interior do Paraná e de Santa Catarina afirmam terem sido bem acolhidos, têm poucos ou nenhum relato de discriminação e a maioria conseguiu emprego —parte deles já tem casa alugada e se organiza para trazer mais parentes ao país.

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Bolsonaro não apresentou conta médica após facada

Ranier Bragon / FOLHA DE SP
HOSPITAL ISRAELITA
BRASÍLIA

Mais de cem dias após sofrer um atentado a faca em Juiz de Fora (MG), o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), ainda não apresentou à Câmara dos Deputados um pedido de ressarcimento de gastos médicos e hospitalares com seu atendimento.

A própria equipe de Bolsonaro havia dito em setembro, dias após a tentativa de assassinato, que estava conversando com a Câmara e que iria recorrer ao reembolso a que os congressistas têm direito por eventual uso da rede privada de saúde.

Pelas regras da Câmara, para receber reembolso Bolsonaro terá que apresentar uma série de documentos comprobatórios dos gastos, incluindo declaração de que os custos foram quitados por ele.

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Quando todos ganham

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

28 Dezembro 2018 | 03h00

 

Entre as iniciativas do Estado de São Paulo para desenvolver sua economia, uma das mais importantes – mas que é pouco conhecida do grande público – foi a criação do Fundo de Inovação Paulista, que investe capital de risco em empresas recém-criadas com o objetivo de criar produtos e modelos de negócios. Conhecidas como startups, elas operam em condições de incerteza com base num produto, serviço, processo ou plataforma vinculada a uma tecnologia ainda em fase de desenvolvimento e de pesquisas de mercado.

Lançado em 2013 e com data para encerrar suas atividades, prevista para 2021, o Fundo é iniciativa conjunta do poder público e da iniciativa privada. Seu capital provém de entidades de apoio à inovação científica e tecnológica, como a Desenvolve SP; a Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp); a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação; o Banco de Desenvolvimento da América Latina; o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); e uma gestora de fundos privados, a Jive Investments.

Em seus primeiros anos de funcionamento, o Fundo recebeu e analisou cerca de 1,6 mil propostas e selecionou 20 para investir. Em média, ele controla 35% do capital desses empreendimentos. A ideia é que sejam estimulados a crescer para que, mais tarde, o Fundo possa vender sua participação com lucro. O objetivo é que, em 2021, os R$ 105 milhões investidos entre 2017 e 2018 propiciem um retorno de R$ 420 milhões.

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Aliados são principais adversários de Bolsonaro... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2018/12/28/aliados-sao-principais-adversarios-de-bolsonaro/?cmpid=copiaecola... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2018/1

No próximo dia 2 de janeiro, passadas as festividades da posse, começa o governo de Jair Bolsonaro. O início da nova gestão será marcado por duas peculiaridades. A oposição está estilhaçada, eis o primeiro traço particular da atual conjuntura política. A segunda particularidade é complementar à primeira: com as forças rivais fragmentadas, os aliados de Bolsonaro assumem, paradoxalmente, a posição de principais adversários do novo presidente.

 

Em condições normais, o Partido dos Trabalhadores seria um opositor duro de roer nesta largada do governo do capitão. Mas o PT tem outras três prioridades: Lula, Lula e Lula. Enrolado na bandeira do Lula Livre, o partido afugenta até velhos aliados no Congresso. O PSDB que, em tese, poderia se opor a Bolsonaro, está dividido. Um pedaço do tucanato apodrece junto com Aécio Neves. Outra ala, agarrada a João Doria, toma o atalho da direita, que conduz ao colo de Bolsonaro.

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Sob governo de centro-esquerda, economia uruguaia cresce há 15 anos

Sylvia Colombo
MONTEVIDÉU

​/ FOLHA DE SP

Foi-se o tempo em que, se a Argentina ou o Brasil espirravam, o Uruguai ficava gripado. Neste 2018 completam-se 15 anos de crescimento ininterrupto do pequeno país, que corresponde, no imaginário internacional, a um pequeno paraíso à beira do rio da Prata, e que, na economia, encontrou uma trilha de crescimento que não se afeta mais com as tempestades que possam ocorrer em seus gigantes vizinhos.

Neste 2018, o Uruguai terá crescido 3,4%, quando em 2017 o índice foi de 3,1% e a previsão do FMI para 2019, ano eleitoral, é de 3,1%. A inflação não passa de 7,5%, e a taxa de desemprego, de 6,8%.

 

O grito de independência ocorreu pós-2002, quando a grande crise políticoeconômica argentina de 2001 chegou do outro lado do rio da Prata, fazendo com que argentinos retirassem suas poupanças dos bancos uruguaios e, com isso, praticamente quebrassem o sistema bancário local. O país conheceu a pobreza e a recessão, mas também colocou seus burocratas e economistas para trabalhar.

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