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União Europeia pede eleições livres na Venezuela

A União Europeia fez um apelo na noite de quarta-feira (23) para a organização de “eleições livres e credíveis” na Venezuela. A declaração aconteceu no dia em que o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, declarou-se presidente interino.

A nota divulgada pela União Europeia, no entanto, não menciona diretamente a iniciativa de Guaidó, que já foireconhecida por vários países, entre eles, o Brasil e os Estados Unidos. Nicolás Maduro, que se diz alvo de um golpe, afirmou que não vai se render.

No dia em que os venezuelanos foram às ruas em manifestações pró e contra o governo chavista, a Alta Representante para a Política Externa da União Europeia, Federica Mogherini, afirmou em nota que o povo da Venezuela “pediu maciçamente a democracia e a possibilidade de determinar livremente seu próprio destino. Essas vozes não podem ser ignoradas”.

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Caso Coaf reanima ala fisiológica do Congresso... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/01/23/caso-coaf-reanima-ala-fisiologica-do-congresso/?cmpid=copiaecola... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/01/

Um pedaço da equipe de Jair Bolsonaro já receia que o derretimento da biografia do filho mais velho do presidente, Flávio Bolsonaro, interfira na articulação para a aprovação no Congresso das reformas econômicas do governo recém-empossado, especialmente a da Previdência. O receio não é infundado. Parlamentares fisiológicos, que aguardavam na esquina pelos primeiros tropeços do capitão, começaram a esfregar as mãos.

 

A deterioração do ambiente político já era esperada. O que surpreende é a velocidade do processo. A atmosfera começa a se degradar antes mesmo do início da nova Legislatura. Arma-se uma emboscada em dois atos. Num, espalha-se a ameaça de empurrar o filho do presidente, que assumirá o mandato de senador, para o Conselho de Ética ou até uma CPI. Noutro, acena-se com a montagem de um sistema de blindagem capaz de proteger o mandato de Flávio Bolsonaro.

 

Simultaneamente, discute-se o encaminhamento das reformas. Os profissionais do fisiologismo não falam em rejeição das propostas do governo. Ao contrário. Todos se declaram a favor de reformas como da da Previdência. Difícil é achar dois congressistas que defendam o mesmo modelo de reforma. Quando se oferecerem para discutir a unificação das posições, os patriotas do Congresso levarão à mesa o preço dos seus votos.

 

Bolsonaro elegeu-se prometendo destruir a lógica do toma-lá-dá-cá. Não contava com a desenvoltura do Coaf, o órgão que varejou as contas do primeiro-filho e do assessor Fabrício Queiroz. De passagem por Davos, na Suíça, o governador tucano de São Paulo, João Doria, combinou com o ministro Paulo Guedes, da Economia, a organização de uma cavalgada de 22 governadores pela Esplanada dos Ministérios.

 

O pressuposto é o de que os governadores têm força para influir sobre deputados e senadores. O truque já foi tentado antes. Poucas vezes rendeu resultados. E quando rendeu, a conta ficou com o Tesouro Nacional. JOSIAS DE SOUZA

Planalto opta pela trapalhada na eleição do Senado...

Josias de Souza

24/01/2019 04h55

A desarticulação política do Planalto aproxima o governo de Jair Bolsonaro da frigideira na disputa pela presidência do Senado. Numa articulação que inclui lances de egocentrismo e megalomania, o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) imprime as digitais da Presidência da República na candidatura de Davi Alcolumbre (DEM-AC). Trata-se de algo muito parecido com uma opção preferencial pela trapalhada, pois até os aliados do governo avaliam que não há milagre capaz de fazer de Alcolumbre o próximo comandante do Senado.

No seu penúltimo lance, Onyx enviou um emissário para conversar com Simone Tebet (MS), que mede forças com Renan Calheiros (AL) pela vaga de postulante do MDB ao comando do Senado. Em nome do chefe da Casa Civil, o deputado não-reeleito Leonardo Quintão (MDB-MG) propôs que Simone abdicasse de sua pretensão em favor de Alcolumbre. Em troca, o governo apoiaria uma candidatura da rival de Renan para chefiar o Senado no biênio 2021-2022. A oferta, por risível, foi refugada.

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Ao ser preso, miliciano disse que 'não vai acontecer nada': 'Meu advogado vai resolver tudo'

POR ANCELMO GOIS

‘Vocês não sabem de nada’
Lembra da cena do filme “O senhor das guerras” (2005), quando o personagem Yuri (Nicolas Cage), um traficante internacional de armas, é finalmente preso pelo agente Jack (Ethan Hawke)? O bandido não se abala e diz que logo seria solto porque tinha amigos influentes em Washington.
Pois bem. Algo parecido ocorreu, terça, na operação “Os intocáveis”, que prendeu vários milicianos, alguns deles ligados a Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro. 
Ao ser preso, deitado numa cama, o subtenente da PM Maurício Silva da Costa, o Maurição, 56 anos, responsável pela circulação de vans em Rio das Pedras, disse assim a um membro do MP estadual:
— Rapaz, deixa disso, não vai acontecer nada. Vai ser como em 2008: meu advogado vai resolver tudo. Vocês não sabem de nada.
Segue...
Condenado, então, a sete anos de cadeia, Maurição terminou sendo absolvido pela 6ª Câmara Criminal do Rio.

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Operação Os Intocáveis

Ditaduras não entregam poder de forma pacífica, diz Bolsonaro sobre Venezuela

BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista exibida na noite desta quarta-feira pela "Record", que as "ditaduras não passam o poder de forma pacífica", em referência ao governo de Nicolás Maduro na Venezuela. A declaração foi dada após o Bresil reconhecer o presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaidó, como presidente interino.

 

— A História tem nos mostrado que as ditaduras não passam o poder para a respectiva oposição de forma pacífica. E nós tememos as ações do governo, ou melhor, da ditadura Maduro.

 

Bolsonaro disse que o Brasil está "no limite" do que pode fazer para reestabelecer a democracia na Venezuela, mas não adiantou qual serão as próximas atitudes em relação ao governo de Maduro.

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Cenários possíveis na Venezuela

Manifestante participa de ato contra Maduro em Medellín

A Venezuela está em uma situação fluida que pode resultar nos seguintes cenários nos próximos dias, semanas e meses. 

Transição para a democracia: Maduro seria deposto ou renunciaria. Guaidó lideraria a redemocratização até eleições serem convocadas. Seria o melhor de todos os cenários. Com o isolamento do regime venezuelano e apoio dos EUA e das maiores nações da América Latina, esta possibilidade tem ganhado força. Ditadores tão ou ainda mais poderosos do que Maduro, como Hosni Mubarak do Egito, não aguentaram a pressão e acabaram deixando o cargo. Uma saída para o atual ditador, como o exílio em Cuba, poderia ajudar a reduzir a resistência. Mais importante, as Forças Armadas precisariam deixar de apoiá-lo.

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