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Agenor Neto critica anúncio do Governo sobre implantação de novas faculdades

Dep. Agenor Neto (PMDB)Dep. Agenor Neto (PMDB)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Agenor Neto (PMDB) criticou, durante o primeiro expediente da sessão plenária desta quinta-feira (12/05), o anúncio feito ontem, pelo governador Camilo Santana, sobre a implantação de uma faculdade de Medicina no município de Iguatu. O parlamentar afirmou que o Governo do Estado quer incutir no povo cearense “uma grande mentira” ao não dar os créditos aos idealizadores do projeto.

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Collor vê governo em 'ruínas' e diz que alertou Dilma sobre erros

O ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTC-AL) afirmou nesta quarta-feira (11), em discurso durante a sessão do Senado que decidirá sobre a abertura do processo de impeachment, que o atual governo encontra-se em "ruínas" e que alertou, em vão, auxiliares da presidente Dilma Rousseff sobre os erros cometidos no mandato. Sem declarar como votará no processo, o senador também criticou o atual modelo de governabilidade.

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Tasso Jereissati – É “constrangedor” segundo processo de impeachment em 25 anos

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“O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) criticou a presidente Dilma Rousseff e o sistema político de ‘imperfeições graves’, durante discurso no plenário do Senado, na votação do processo de impeachment da petista, na noite desta quarta-feira, 12. O tucano lamentou a situação do País que, pela segunda vez em 24 anos, passa por um processo de afastamento de um presidente da República.

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Waldir Maranhão recebeu salário como 'professor fantasma' até 2015

ENVIADO ESPECIAL / SÃO LUÍS - Waldir Maranhão saiu do meio acadêmico para se tornar deputado federal, mas o meio acadêmico não saiu dele. Ao menos de sua conta bancária. Nos dois últimos anos, apurou o Estado, o presidente interino da Câmara atuou paralelamente como “professor fantasma” da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), recebendo silenciosamente salários mensais, tudo forma absolutamente irregular.

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Base de Dilma espera alcançar ao menos 30 votos contra impeachment

Diante de um cenário previsível de derrota, a base do governo trabalha, numa conta otimista, para tentar chegar a 30 votos dos 81 senadores contra o processo de impeachment de Dilma, enquanto a oposição trabalha com até 57 por sua abertura. Basta maioria simples dos presentes para que Dilma seja afastada por até 180 dias e julgada por crime de responsabilidade. Nas últimas 24 horas, senadores próximos ao Planalto não acreditavam em surpresa, ao contrário da votação na Câmara, em que havia na véspera esperança em salvar Dilma.

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Delcídio do Amaral tem mandato cassado no Senado

O senador Delcídio do Amaral, durante reunião do Conselho de Ética, em Brasília (DF) - 09/05/2016
O senador Delcídio do Amaral, durante reunião do Conselho de Ética, em Brasília (DF) - 09/05/2016(Beto Barata/Ag. Senado)

Preso por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato em novembro de 2015, o senador Delcídio do Amaral teve o mandato cassado nesta terça-feira no Senado por quebra do decoro parlamentar. A cassação de Delcídio foi construída com 74 votos favoráveis, enquanto nenhum senador votou contra e um se absteve. A decisão do plenário da Casa vem cinco meses depois de PPS e Rede ingressarem com uma representação contra o agora ex-senador no Conselho de Ética do Senado, cujo relator, Telmário Mota (PDT-RR), recomendou a cassação em seu parecer.

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Sessão do impeachment terá três blocos - Anastasia e AGU fecham debates

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preside sessão no plenário da Casa, em BrasÌlia (DF) - 09/05/2016
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), preside sessão no plenário da Casa, em BrasÌlia (DF) - 09/05/2016(Andressa Anholete/AFP)

O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), informou nesta terça-feira que o advogado-geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, terá 15 minutos no fim da sessão plenária de amanhã para apresentar os argumentos finais contra o provável afastamento da presidente Dilma Rousseff. Antes dele, o relator na comissão especial, Antonio Anastasia (PSDB-MG), terá também 15 minutos para defender o processo contra Dilma por crimes de responsabilidade.

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Só faltava essa - O ESATADO DE SP

Seria considerada de péssimo gosto uma chanchada cujo roteiro fosse inspirado nos constrangedores acontecimentos de ontem em Brasília. Ao tentar anular a sessão da Câmara que no mês passado aprovou a admissibilidade do processo de impeachment, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), presidente interino daquela Casa, esforçou-se para rebaixar o Brasil à categoria de república bananeira.

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Maranhão, o fanfarrão, revoga o próprio ato

Num documento de apenas quatro linhas, o fanfarrão Waldir Maranhão (PP-MA), presidente interino da Câmara, revogou a sua própria decisão, que havia anulado as sessões da Câmara dos dias 15, 16 e 17 de abril, justamente aquelas em que nada menos de 367 deputados haviam decidido autorizar o Senado a abrir o processo de impeachment contra a presidente Dilma, o que deve acontecer na quarta-feira. No dia seguinte, aquela senhora, finalmente, desocupará o Palácio do Planalto.

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