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Petista Viana assumirá o comando do Senado

Antonio Cruz/AbrOrdenado pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado e do Congresso guindará ao posto um ferrenho adversário do governo de Michel Temer: o senador petista Jorge Viana (AC). Primeiro-vice-presidente do Senado, Viana considera que o impeachment da correligionária Dilma Rousseff foi um “golpe parlamentar”.

A ascensão de Viana leva preocupação ao Palácio do Planalto. Mantida a liminar do ministro do Supremo, a presidência do senador petista será breve. O Senado entrará em recesso dentro de dez dias. Mas a troca de comando ocorre antes da votação final da emenda constitucional do teto dos gastos públicos. Já aprovada em primeiro turno, a prioridade de Temer será votada em segundo turno na semana que vem. Viana é contra a proposta.

Presidente do PMDB e líder do governo no Congresso, o senador Romero Jucá (RR) se apressa em recordar que há no Senado uma pauta de votações aprovada pela maioria dos líderes partidários. Para ele, essa programação terá de ser seguida, seja quem for o presidente.

A decisão de Marco Aurélio deve sepultar a ideia do Planalto de estimular a autoconvocação do Congresso durante o recesso parlamentar de janeiro. Temer estimulava o trabalho dos congressistas nas férias como forma de apressar a tramitação da reforma da Previdência. Mas não contava com o derretimento de Renan e a consequente ascensão do adversário petista. JOSIAS DE SOUZA

Lençol curto: governo ainda repara impactos de eleição da AL na base

Rusgas na base aliada têm origem na eleição de Zezinho Albuquerque (Foto: Divulgação/AL-CE)http://blog.opovo.com.br/politica/wp-content/uploads/sites/106/2016/12/ZEZINHO-624x416.jpg 624w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" style="box-sizing: border-box; vertical-align: middle; display: inline; max-width: 100%; height: auto;">
Rusgas na base aliada têm origem na eleição de Zezinho Albuquerque (Foto: Divulgação/AL-CE)

Uma semana após Zezinho Albuquerque (PDT) ser reeleito presidente da Assembleia, governo Camilo Santana (PT) segue trabalhando para reparar impactos da vitória na base aliada. Adversária política de Agenor Neto (PMDB) há décadas, a deputada Mirian Sobreira (PDT) protesta hoje contra aproximação do peemedebista com a base aliada.

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Após derrota, PMDB estuda expulsar deputados Audic Mota e Agenor Neto

O PMDB cogita expulsar os deputados estaduais Audic Mota e Agenor Neto da sigla. Ambos votaram contra a orientação do partido em eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa na última quinta-feira, 1º de dezembro. A disputa acabou elegendo o candidato governista Zezinho Albuquerque (PDT).

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Zezinho Albuquerque é reeleito presidente da AL para o biênio 2017-2018

Pres. Zezinho Albuquerque (PDT)Pres. Zezinho Albuquerque (PDT)Foto: Marcos Moura.

 
Em eleição secreta, a Assembleia Legislativa escolheu, nesta quinta-feira (01/12), a nova Mesa Diretora, que irá dirigir a Casa no biênio 2017-2018. Por 27 votos a 18 e um voto nulo, a chapa eleita, Welington Landim, é composta por Zezinho Albuquerque (PDT), na Presidência; Tin Gomes (PHS), na 1º Vice-Presidência; Manoel Duca (PDT), como 2º vice-presidente, Audic Mota (PMDB), 1º secretário; João Jaime (DEM), 2º secretário; Julinho César (PDT), 3º secretário, e Augusta Brito (PCdoB), como 4ª secretária; Robério Monteiro (PDT), 1º vogal; Ferreira Aragão (PDT), 2º vogal, e Bruno Pedrosa (PP), 3º vogal.

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Novo rumo: PSB é alternativa para Agenor e Audic Mota

Os deputados estaduais Audic Mota e Agenor Neto sabem que não tem mais ambiente para permanecer no PMDB e começaram a discutir, de forma conjunta e em sintonia com o Palácio da Abolição, novos rumos partidários.  Uma das opções de Audic e Agenor é o PSB que tem o comando do deputado federal Danilo Forte. O PSB, no segundo turno das eleições em Fortaleza,  apoiou a candidatura de Roberto Cláudio (PDT).

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Sérgio Aguiar abandona base e declara que deverá sair do PDT

O deputado estadual Sérgio Aguiar (PDT) disse que irá deixar o partido e terá postura independente no parlamento. Ele entrou na disputa da presidência da Assembleia Legislativa contra o correligionário Zezinho Albuquerque. A disputa teria gerado desconforto dentro do grupo político do qual Sérgio se considerava parte, liderado pelo governador e os irmãos Ferreira Gomes.“O que fizeram comigo foi desleal. Fui tragado nesse momento. Fui deixado de lado. Vou repensar minha atuação política. Provavelmente não fico mais no partido. Terei que tomar outro rumo”, declarou em seu gabinete de 1º secretário.

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Governo vence disputa pelo comanda da AL, mas oposição se fortalece

A chapa do candidato de Camilo Santana (PT) e dos irmãos Ferreira Gomes, Zezinho Albuquerque (PDT), venceu a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa. O placar terminou com 27 a 18 para Zezinho e uma abstenção na primeira votação disputada depois de 31 anos. Todos os outros anos tiveram chapa única.

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CCJ do Senado aprova fim do foro privilegiado

Na VEJA.com:

Integrantes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovaram nesta quarta-feira a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim do foro privilegiado para autoridades em crime comuns. A proposta seguirá para discussão no plenário da Casa.

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Camilo, Cid e Ciro Gomes rompem com Domingos Filho em meio a racha na Assembleia

Cid e Ciro Gomes eram aliados de Domingos Filho desde 2007 (Foto: Humberto Mota/O POVO)
Cid e Ciro Gomes eram aliados de Domingos Filho desde 2007 (Foto: Humberto Mota/O POVO)

Marcada para esta quinta-feira, 1º, eleição para a presidência da Assembleia Legislativa já provocou sua primeira baixa na base aliada. Em meio à pesada disputa nos bastidores, foi confirmado nesta quarta-feira o rompimento político definitivo entre os grupos de Domingos Filho (PDT), conselheiro do TCM, e dos ex-governadores Cid e Ciro Gomes (PDT) no Estado.

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Fernando Hugo avalia insatisfação da população com a corrupção no Brasil

Dep. Fernando Hugo (PP)Dep. Fernando Hugo (PP)Foto: Máximo Moura

 
O deputado Fernando Hugo (PP) comentou, no primeiro expediente da sessão plenária desta quarta-feira (30/11), sobre a insatisfação popular em relação à corrupção no País. Na avaliação do parlamentar, a insatisfação é justa, porém não pode ser atribuída somente aos políticos, quando crimes de corrupção também estão acontecendo em órgãos do Judiciário e tribunais de contas. “Não podemos dizer que tudo de ruim que acontece no Brasil é culpa da política. Nossos Ministérios Públicos e Tribunais de Contas também colaboraram para essa situação”, analisou.

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