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Polícia Federal realiza mais uma operação contra desvio de dinheiro na gestão Cabral

RIO — A Polícia Federal realiza na manhã desta quinta-feira mais uma operação que é um desmembramento das operações Calicute e Eficiência, que prenderam o ex-governador Ségio Cabral e o empresário Eike Batista. Um dos alvos da operação é o agente fazendário Ary Ferreira da Costa Filho, da Receita estadual, conhecido por "Sombra". Ele teve a prisão preventiva decretada. Os policiais estão na casa dele, em um prédio de luxo na praia da Barra da Tijuca, e também fazem cumprem dez mandados de busca e apreensão.

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Barroso apoia legalização da maconha para enfrentar crise penitenciária

Barroso apoia legalização da maconha para enfrentar crise penitenciária

Barroso afirmou que, caso a experiência com a legalização da maconha seja bem sucedida, o mesmo poderia ser feito com a cocaína

BRASÍLIA - Diante da crise no sistema penitenciário brasileiro, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta quarta-feira, 1º, que a legalização das drogas se coloca "agudamente" na agenda brasileira. Em conversa com jornalistas depois da sessão plenária do STF, Barroso defendeu a legalização da maconha - seja na produção, distribuição ou no consumo -, que deveria ser tratada como o cigarro, sendo tributada e alvo de regulação por parte do Poder Público.

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Eike estuda fazer delação com informações sobre o BNDES

Ilustração: Kleber Sales/Estadãohttp://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/wp-content/uploads/sites/352/2017/02/Eike-181x300.jpg 181w" sizes="(max-width: 300px) 85vw, 300px" style="font-size: inherit; margin: 0px; padding: 0px; color: inherit; display: inline-block; max-width: 100%; height: auto;">

Ilustração: Kleber Sales/Estadão

Uma das possibilidades estudadas por Eike Batista e sua equipe de advogados, no caso de fazer delação premiada, será oferecer revelações sobre o BNDES.

Durante seu funcionamento, as empresas do grupo X tomaram muitos empréstimos do BNDES. E o próprio Eike já alertava autoridades para investigar o banco.

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No Supremo, 15% das ações têm prefeitura como parte

De cada 7 ações em curso no Supremo Tribunal Federal, pelo menos uma tem prefeitura como parte. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 31, pela presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia. Segundo ela, das 75 mil ações que tramitam na Corte máxima, 11.398 (15%) são relativas a demandas de interesse de municípios.

As informações foram divulgadas no site do Supremo.

Cármen reuniu-se com a diretoria da Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) para discutir os temas de interesse dos municípios no Supremo. A entidade entregou à ministra um relatório com todas as ações prioritárias para as prefeituras.

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Escolhido de Temer ficará distante da Lava Jato

Em articulação meticulosa, a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, afastou o ministro a ser indicado por Michel Temer dos processos relacionados à Lava Jato. Ela cuidou de fechar as portas da Segunda Turma, o colegiado que cuida do petrolão, empurrando o futuro ministro para a Primeira Turma, que nada tem a ver com o escândalo da Petrobras.

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STF julgará pagamento de férias e 13.º salário para prefeitos e vice-prefeitos

Dorivan Marinho/STFA presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, alterou a pauta de julgamento da primeira sessão do ano, marcada para esta quarta-feira, 1.º de fevereiro. Oito processos, que estavam sob a relatoria do ministro Teori Zavaski, foram retirados e outros incluídos. Entre eles, o que trata do pagamento de benefícios aos gestores municipais.

 

O julgamento havia sido suspenso em maio de 2016, após o pedido de vista do ministro Luíz Fux. Agora, o colegiado se reúne para discutir a ação que concede aos prefeitos e vice-prefeitos o recebimento do terço de férias, do 13.º salário e de verba indenizatória.

 

Também deverá ser julgada a ação que discute se réus podem fazer parte da linha sucessória da Presidência da República. O julgamento da arguição havia sido iniciado em novembro, mas acabou interrompido por um pedido do ministro Dias Toffoli por mais tempo para analisar o processo.

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Genro de ministro do TCU é levado para depor na Operação Vórtex

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PF na Operação Vórtex. Foto: Divulgação

Deflagrada nesta manhã para investigar mais uma empresa que estaria envolvida na compra do avião que se acidentou com o então candidato a presidente Eduardo Campos (PSB), morto em 2014,  a Operação Vórtex levou para depor coercitivamente o empresário Rodrigo Leicht Carneiro Leão, genro do ministro do Tribunal de Contas da União José Múcio. A informação foi confirmada ao Estado por fontes ligadas à investigação.

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Cármen Lúcia subverte a ordem, e MPF controla o Supremo!

rato manda no gato

Fiz nesta segunda um desafio neste blog, no programa os “Os Pingos nos Is”, na TVeja, em toda parte. E, claro!, levei em troca alguns xingamentos. Mas resposta que é bom… Bem, nada! Antes que volte ao tal desafio, uma questão de fundo relevante nessa decisão destrambelhada de Cármen Lúcia, de homologar ela mesma as delações da Odebrecht.

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CÁRMEN QUER SORTEAR RELATOR ENTRE MINISTROS DA 2ª TURMA

A presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministra Cármen Lúcia, depois de homologar as 77 delações da Odebrecht, pretende fazer um sorteio entre os integrantes da 2ª Turma do tribunal, da qual Teori Zavascki fazia parte, para definir quem assumirá a relatoria da investigação da Lava Jato; a este relator caberá retirar ou não o sigilo dos depoimentos dos acordos de colaboração; e eventual retirada do sigilo gera apreensão no Planalto e Congresso Nacional pelo teor considerado explosivo diante da citação de vários políticos; fazem parte da 2ª Turma os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. BRASIL C24-7

Ministra Carmen Lúcia homologa as 77 delações da Odebrecht

Ministra Cármen Lúcia

A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia

Brasília - A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, homologou as 77 delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht na manhã desta segunda-feira, no penúltimo dia do recesso judiciário, sem remover o sigilo do material. A decisão sinaliza à opinião pública que o Supremo não deve retardar as investigações sobre a Operação Lava Jato.

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