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Uma eleição propícia ao caixa dois

Apresentada à sociedade como medida moralizadora da política, a proibição do financiamento de campanhas por empresas, aceita pelo Supremo, por maioria de votos, numa ação movida pela OAB, terá nas eleições municipais de outubro o primeiro grande teste. Cujo resultado será negativo.

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Campanha eleitoral começa nesta terça-feira

A campanha eleitoral começa oficialmente nesta terça-feira (16), quando terá início a permissão para distribuição de material gráfico, caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos, observados os limites da lei eleitoral. A terça-feira também é a data a partir da qual os candidatos, os partidos políticos e as coligações poderão realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa, das 8 às 24 horas, podendo o horário ser prorrogado por mais duas horas quando se tratar de comício de encerramento de campanha (Lei nº 9.504/1997, art. 39, § 4º). Todos esses movimentos de campanha eleitoral serão permitidos até as 22 horas do dia 1º de outubro. (TSE)

Ex-líder de Lula e Dilma deixa PT e declara apoio a Russomanno

Líder dos governos Lula e Dilma, o ex-deputado federal Cândido Vaccarezza pediu no último dia 5 desligamento do PT para apoiar a candidatura de Celso Russomanno (PRB) à Prefeitura de São Paulo. Vaccarezza deixou o partido queixando-se, especialmente, da administração da presidente afastada, Dilma Rousseff. A decisão de não apoiar outra ex-liderança petista, Marta Suplicy (PMDB), sua antiga aliada, surpreendeu o meio político.

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Pesquisas eleitorais terão mais controle do MP e Justiça Eleitoral

“Com a dificuldade de financiamento, há expectativa de que proliferem pesquisas irregulares. A Justiça Eleitoral e o Ministério Público tentam reforçar suas estruturas contra fraudes. O TSE editou em dezembro de 2015 resolução que disciplina a atuação de institutos de pesquisa. A partir deste ano, o registro das pesquisas deve vir acompanhado da fatura emitida pelo cliente que contratou o instituto. Com isso, evita-se que sejam feitos levantamentos com recursos próprios, o que, para o Judiciário, é indício de pagamento via caixa 2 para inflar candidaturas locais. O Ministério Público Eleitoral também emitiu neste ano um comunicado para que haja checagens quanto ao registro dos estatísticos responsáveis pela pesquisa. A ação partiu de um levantamento de um órgão representativo de estatísticos que apontou que grande parte das pesquisas era feita por profissionais irregulares.” (Estadão)

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