Polícia Federal investigará ameaça enviada por e-mail a Rosa Weber, diz Raul Jungmann
PORTAL G1
A Polícia Federal investigará uma ameaça enviada por e-mail à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, informou nesta terça-feira (16) o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann.
O autor da ameaça questionou a atuação do TSE e a credibilidade das urnas. O caso será conduzido pela Diretoria de Inteligência da Polícia Federal.
"Obviamente, representa um delito, representa um crime, e tem de ser identificado quem o fez para ser legalmente punido", declarou Jungmann.
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Vingança dos irmãos Gomes mostra ao PT que empulhação eleitoral tem limites
Igor Gielow / FOLHA DE SP
Se vingança é um prato que se come frio, é bom alguém do PT lembrar que talvez os irmãos Gomes sejam apreciadores de sashimi para pronta entrega.
Ciro se picou para a Europa, e Cid usou toda a elegância típica do clãpara enterrar de vez o cadáver natimorto da tal "frente democrática" —a predileção do PT pelo monopólio da moral pública enquanto exerce prestidigitação é comovente.
Nada mais previsível. Mesmo quando, lá em 1815, Ciro e Fernando Haddad se encontraram para uma conversa que acendeu esperanças naqueles desejosos de ver algo que não fosse visto como uma candidatura teleguiada da cadeia por Lula, o teatro era ilusório.
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O início do fim da era progressista no Brasil
Um dos maiores medos dos progressistas é ver uma ascensão ao poder de conservadores de maneira propositiva e organizada. Na leitura de alguns desses progressistas, como a base majoritária da sociedade brasileira é conservadora, uma vez que o vínculo entre eleitorado conservador e seu eleito conservador se restabelece, ficará difícil rompê-lo de maneira natural. O resultado das últimas eleições denota o início do fim da era progressista no Brasil.
A eleição delirante
Bolsonaro não é fascista, e sua eleição não imporá um regime de exceção. Isso é confortável delírio na boca de perdedor nunca capaz de compreender o adversário, e desespero sem vergonha de quem, representante de um partido para cujo projeto de permanência no poder pilhou-se o Estado, ora se apresenta como merecedor de um voto moralmente superior. Aliás, a pregação do deputado como nazistão serve de gatilho libertador para que muitos constrangidos com a roubalheira lulopetista possam agora votar no PT maquiados de “ele não” e olhar desde cima a forma como os bárbaros, os que não votam no cavalo de presidiário, jogam o país na incerteza.

