Pesquisa Ibope para 2º turno em Caucaia, votos válidos: Naumi Amorim tem 62%; Vitor Valim, 38%
A primeira pesquisa Ibope para o 2º turno das eleições à Prefeitura de Caucaia, contratada pelo Diário do Nordeste e divulgada nesta quinta-feira (26), aponta Naumi Amorim (PSD) com 62% dos votos válidos, enquanto Vitor Valim (Pros) está com 38%.
Entenda: os votos válidos correspondem à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.
Seguem os números:
Números da Pesquisa Estimulada (Votos Válidos)
- Naumi Amorim (PSD): 62%
- Vitor Valim (Pros): 38%

Números da Pesquisa Estimulada (Votos Totais)
Considerando os votos totais, o candidato do PSD tem 52% da preferência do eleitorado, enquanto o postulante do Pros acumula 32% das intenções do voto.
- Naumi Amorim (PSD): 52%
- Vitor Valim (Pros): 32%
- Brancos/Nulos: 11%
- Não sabe/Não respondeu: 4%
A soma dos percentuais pode não totalizar 100% em decorrência de arredondamentos, conforme divulgado pelo Ibope.
A pesquisa foi encomendada pelo Diário do Nordeste e registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) com o número CE-05393/2020. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
O Ibope ouviu 805 eleitores entre 23 e 25 de novembro.
O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isto quer dizer que a probabilidade de os resultados retratarem o atual momento eleitoral é de 95%, considerando a margem de erro.
Ibope indica que Paes está 25 pontos à frente de Crivella
Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo
RIO – O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro pelo DEM, Eduardo Paes, está 25 pontos porcentuais à frente de seu concorrente, o atual prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), na corrida pela prefeitura, segundo apontou pesquisa divulgada pelo Ibope na noite desta quarta-feira, 25. Segundo o instituto, Paes tem 53% das intenções de voto, ante 28% de Crivella; 16% dos eleitores consultados declararam que votariam em branco ou nulo e 3% não quiseram ou não souberam dizer. A margem de erro é de três pontos porcentuais para mais ou para menos.
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Essa foi a primeira pesquisa divulgada após o início da propaganda eleitoral gratuita, que começou a ser veiculada na sexta-feira, 20. Na pesquisa anterior, há exatamente uma semana, Paes tinha os mesmos 53%, e Crivella registrava 23% – ele cresceu cinco pontos porcentuais, portanto. Os votos nulos ou em branco eram 21% – diminuíram cinco pontos porcentuais, exatamente o índice conquistado por Crivella. Os eleitores que não souberam ou não quiseram dizer eram 2% – agora, um ponto porcentual a mais.
No primeiro turno, Paes ficou em primeiro, com 37%, enquanto Crivella foi o segundo e obteve 21,9% dos votos. Os votos brancos e nulos representaram 19,23% do total.
O Ibope ouviu 1.001 eleitores do Rio de Janeiro nos dias 23 a 25 de novembro. A pesquisa foi contratada pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo RJ-02253/2020. O nível de confiança estimado é de 95%, ou seja, o levantamento tem 95% de chance de representar a realidade.
Maioria do TRE-CE acata recurso e defere candidatura de Glêdson Bezerra
O TRE-CE acatou, nesta quarta-feira (25) o recurso de Glêdson Bezerra (Podemos) contra o indeferimento de sua candidatura à Prefeitura de Juazeiro. Até 15h53, cinco juízes votaram a favor do candidato, enquanto a relatora, Kamilla Castro, votou contra. Glêdson venceu a disputa contra Arnon Bezerra (PTB), mas dependia da decisão do TRE-CE.
Pesquisa Ibope SP: Covas tem 48% e Boulos, 37% das intenções de voto
Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo
Em uma semana, a vantagem do prefeito Bruno Covas (PSDB) sobre Guilherme Boulos (PSOL) oscilou de 12 para 11 pontos porcentuais. Eles têm, respectivamente, 48% e 37% das intenções de voto, conforme a segunda pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão do segundo turno da eleição para a Prefeitura de São Paulo. Há ainda 4% de indecisos, e 12% pretendem votar nulo ou em branco.
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Em relação à pesquisa anterior, publicada em 18 de novembro, os dois candidatos apenas oscilaram dentro da margem de erro. Covas foi de 47% para 48%, e Boulos de 35% a 37%. Se considerados apenas os votos válidos (excluídos brancos, nulos e o porcentual de eleitores indecisos), o placar é de 57% a 43%. Nesse caso, Covas oscilou um ponto para baixo, e o adversário, um ponto para cima. A diferença entre eles passou de 16 para 14 pontos.
Nos votos totais, incluindo nulos, brancos e indecisos, o prefeito tem vantagem de 16 pontos no eleitorado feminino (50% a 34%), mas de apenas 5 pontos entre os homens (45% a 40%).
Jovens
Outra diferença significativa se observa na segmentação do eleitorado por faixas de idade. Entre os que têm mais de 55 anos, Covas lidera por 62% a 28%. Já no extremo mais jovem, dos que têm até 24 anos, é Boulos quem está na frente (50% a 39%).
O prefeito está numericamente à frente entre eleitores de todos os graus de escolaridade, com destaque para aqueles que estudaram até o ensino fundamental (53% a 32%).
Até o momento, a disputa pela Prefeitura não registra a polarização por renda observada em eleições anteriores, quando os candidatos do PT lideravam entre os mais pobres e perdiam entre os mais ricos. Covas segue à frente em todas os segmentos de renda. Entre os que ganham até um salário mínimo, ele tem 46%, e Boulos, 37%. Entre os que ganham cinco mínimos ou mais, o placar é de 55% a 36%.
A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de novembro, com 1.001 eleitores. As entrevistas foram realizadas de forma presencial – por causa da pandemia de covid-19, a equipe do Ibope usou equipamentos para proteção da própria saúde e da dos entrevistados. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerada a margem de erro de três pontos porcentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo SP‐09681/2020.
STF inicia em 4 de dezembro julgamento sobre reeleição na Câmara e no Senado
Rafael Moraes Moura / O ESTADO DE SP
25 de novembro de 2020 | 16h26
O ministro Gilmar Mendes. Foto: Dida Sampaio/Estadão
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai iniciar no dia 4 de dezembro o julgamento que discute a possibilidade de reeleição na Câmara e no Senado. Relator do caso, o ministro Gilmar Mendes decidiu encaminhar para o plenário virtual da Corte uma ação do PTB sobre o tema. O plenário virtual é uma ferramenta que permite que os magistrados analisem casos sem se reunirem pessoalmente ou por videoconferência, longe dos olhos da opinião pública – e das transmissões ao vivo da TV Justiça.
O plenário virtual também é um atalho para os magistrados colocarem casos para julgamento, sem a interferência do presidente do STF, Luiz Fux, que controla a pauta do “plenário físico”. O julgamento sobre a sucessão na Câmara e no Senado, que atinge diretamente os interesses da classe política do País, deve ocorrer durante um período de sete dias. A plataforma digital, no entanto, permite que qualquer ministro eventualmente apresente um “pedido de destaque”, o que interromperia a análise do tema e o levaria para o plenário físico.
Conforme informou o Estadão em setembro, o entendimento de que a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado é um assunto que cabe ao próprio Congresso vem ganhando força entre diferentes alas do STF. Essa foi a posição defendida pela Advocacia-Geral da União (AGU) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em manifestações enviadas à Suprema Corte.
A ação do PTB busca barrar qualquer tentativa para Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Davi Alcolumbre (DEM-AP) permanecerem no comando das duas Casas legislativas por mais dois anos. A eleição da cúpula do Congresso está marcada para fevereiro de 2021.
Um dos temores do tribunal é o de que nomes mais imprevisíveis e mais alinhados ao presidente Jair Bolsonaro assumam o comando da Câmara e do Senado, o que poderia resultar em retaliações contra o Poder Judiciário, como a abertura da CPI da Lava Toga e até mesmo a votação de pedidos de impeachment de ministros do STF. Até agora, Alcolumbre tem resistido à pressão de senadores “lavajatista”.
Questão interna.
A avaliação entre integrantes do Supremo é a de que deixar com os próprios parlamentares a palavra final sobre a reeleição na Câmara e no Senado pouparia a Corte do desgaste político de interferir numa questão interna, com potencial de criar novo desgaste na já tumultuada relação entre Judiciário e Legislativo.
O próprio discurso do presidente do STF, ministro Luiz Fux, ao assumir o comando do tribunal, no dia 10 de setembro, deixou nas entrelinhas sua disposição de não intervir no assunto.
“Alguns grupos de poder que não desejam arcar com as consequências de suas próprias decisões acabam por permitir a transferência voluntária e prematura de conflitos de natureza política para o Poder Judiciário, instando os juízes a plasmarem provimentos judiciais sobre temas que demandam debate em outras arenas”, observou Fux na ocasião.






