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Sergio Moro reage a novos diálogos: ‘Um balão vazio, cheio de nada’

O ministro da Justiça, Sergio Moro, se manifestou pelo Twitter sobre as novas mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil. O ex-juiz voltou a colocar em dúvida a autenticidade das conversas e minimizou o conteúdo discutido pelos procuradores. Segundo os diálogos, os membros do MPF criticaram a atuação do então juiz e sua aproximação com Jair Bolsonaro (PSL), que acabara de vencer as eleições de 2018. “A matéria do site, se fosse verdadeira, não passaria de supostas fofocas de procuradores, a maioria de fora da Lava-Jato”, escreveu o ex-juiz na rede social.

Ele se baseou na informação de que as mensagens foram adulteradas, algo que “só reforça que as mensagens não são autênticas”. Pelo Twitter, o jornalista Glenn Greenwald, editor The Intercept Brasil, admitiu que foi um erro de edição a publicação do nome do procurador Ângelo Goulart Villela – preso em 2017 – antes que o conteúdo estivesse disponível no site. De acordo com a reportagem, trata-se, na verdade, de Ângelo Augusto Costa, também do MPF. “Nós cometemos um erro ao colocar os bate-papos no formato online porque havia 2 Angelos. Nós o corrigimos antes de ser publicado quando detectado por nossa checagem de fatos”, escreveu.

Há 20 anos, operação encontrou 33kg de cocaína em avião da FAB e revelou esquema de tráfico internacional

Avião da FAB retido em Base Aérea do Recife após apreensão de cocaína, em 1999

RIO - O caso do sargento brasileiro preso na Espanha por levar 39kg de cocaína num avião da comitiva do presidente Jair Bolsonaro não é o primeiro episódio de tráfico internacional envolvendo aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB). No dia 19 de abril de 1999, agentes da Aeronáutica e da Polícia Federal apreenderam 33kg de cocaína refinada em duas malas, dentro de um modelo Hércules C-130 da FAB na Base Aérea do Recife. A aeronave saiu do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, e fazia sua última escala, na capital pernambucana, antes de partir para a Europa.

Resultado de uma operação batizada de Mar Aberto, cujos trabalhos haviam começado no ano anterior, a apreensão levou ao desmantelamento de um esquema de tráfico com uso de aviões da FAB. Sete pessoas foram processadas e condenadas, entre eles, três militares da Aeronáutica e um traficante americano. 

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Acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia deve alavancar investimentos no país

BANDEIRAS DOS PAISES DO MERCOSUL

 

 

RIO e SÃO PAULO - Embora detalhes dos seus contornos comerciais ainda precisem ser divulgados, economistas e o empresariado já estimam que um dos primeiros impactos do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia (UE), anunciado na sexta-feira, se dará nos investimentos. A expectativa é que investidores terão maior incentivo, ainda antes de o acordo entrar em vigor, para apostar no Brasil, de olho no acesso facilitado ao mercado europeu, o que tende a impulsionar a competitividade da indústria local.

 

O ministério da Economia prevê que o pacto gerará aumento de US$ 113 bilhões nos investimentos em 15 anos. Se depender da experiência de acordos assinados no passado pela UE, a tendência é, de fato, positiva. O fluxo de Investimento Estrangeiro Direto (IED) — que considera apenas aplicações no capital produtivo — entre UE e México triplicou em uma década após a assinatura de acordo comercial, segundo números divulgados na sexta-feira pelo bloco europeu. Com a África do Sul, cresceu seis vezes em dez anos.

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Manhã fria, tarde quente: amplitude térmica é a marca do inverno brasileiro

Dias muito frios e tardes muito quentes - tem sido assim em grande parte do Brasil. O dia até começa bem friozinho e haja agasalho. Lá para o meio-dia, a blusa de frio sai de cena.

“Eu chego aqui no centro às 4h. Olha o monte de roupa aqui”, diz a jovem.

O nome disso é amplitude térmica, a variação enorme da temperatura em todo o dia. É uma característica do inverno, mas agora está acima do normal.

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As chamas do discurso do ódio

António Guterres / FOLHA DE SP

SECRETARIO DA ONU

Em todo o mundo, o ódio avança. Uma ameaçadora onda de intolerância e violência baseada no ódio está atingindo seguidores de muitas religiões em todo o planeta.  Tristemente —e perturbadoramente— estes incidentes cruéis estão se tornando comuns. Nos últimos meses, temos visto judeus assassinados em sinagogas e seus túmulos desfigurados com suásticas; muçulmanos executados dentro de mesquitas e seus locais religiosos vandalizados; cristãos assassinados em oração e suas igrejas destruídas.

Para além destes ataques horríveis, cada vez mais uma retórica abominável está sendo usada não apenas contra grupos religiosos, mas também contra minorias, migrantes, refugiados, mulheres e os também chamados “outros”. Na medida em que as labaredas do ódio se espalham, as mídias sociais são exploradas pela intolerância. Movimentos neonazistas e de supremacia branca estão crescendo. E a retórica inflamada está sendo usada para benefício político.

O ódio está se movendo tanto na corrente das democracias liberais como nos regimes autoritários —e colocando uma sombra sobre a nossa humanidade em comum.

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O dinheiro simplesmente acabou - MARCOS LISBOA

GASTOSS PUBLICOS

Alguns economistas têm criticado a “obsessão” pelo ajuste fiscal em decorrência dos seus efeitos deletérios sobre a atividade econômica, enquanto outros defendem a expansão do investimento em infraestrutura. 

A atual política fiscal, no entanto, não é o resultado de uma escolha. O dinheiro acabou e o governo não pode aumentar o gasto público.

O problema decorre de muitas leis que tornaram compulsórios diversos gastos públicos, há décadas crescendo bem mais do que a renda nacional. Faz tempo, a receita corrente não é suficiente para pagar esses gastos, quanto mais as despesas discricionárias necessárias para manter a máquina pública funcionando.

Nos últimos anos, as contas foram pagas com receitas extraordinárias, como a devolução dos empréstimos ao BNDES ou o lucro do Banco Central. Essas fontes, no entanto, estão secando. A saída seria o governo se endividar para pagar as despesas correntes, mas isso é proibido por artigo da Constituição —a regra de ouro.

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