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Joice Hasselmann culpa governadores do Nordeste por desgaste da Reforma da Previdência

A DEPUTADA participou na noite de ontem em Fortaleza de evento com empresários
A DEPUTADA participou na noite de ontem em Fortaleza de evento com empresários(Foto: Alex Gomes/Especial para O Povo)

Líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL/SP), em entrevista à rádio O POVO CBN, culpou os governadores do Nordeste pelo desgaste sofrido pela Reforma da Previdência. Ela está em Fortaleza para o Fórum Industrial Ideias em Debate, promovido pela Federação das Indústrias do Estado (Fiec).

"Nós tivemos um desgaste muito grande pelos partidos da oposição e que comandam os estados do Nordeste. Desde o início, os partidos dos governadores do Nordeste atacaram e muito a Reforma, fizeram ampla campanha contra. E esse ataque duro à Reforma fez com que outros deputados de outros partidos de centro não votassem para inclusão de estados e municípios. Foi um efeito bumerangue", explicou.

"Quando os governadores viram que o discurso se voltou contra eles, bateu aquele desespero porque é realmente ruim estados e municípios ficarem fora da nova Previdência", continua a deputada. "Acontece que a coisa está aos 48 minutos do segundo tempo e há um prazo limite até amanhã para que esses governadores se comprometam a colocar voto. Sem a nova Previdência o País quebra".

Questionada sobre a crise gerada no governo Bolsonaro após os vazamentos de mensagens do ministro Sergio Moro enquanto juiz da Operação Lava Jato, ela afirmou que "não foi crise" e atacou o jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept Brasil.

"Isso aí é a montanha que pariu um rato. Foi um balão de ensaio criado por um panfletim. Esse jornalista - ou pseudo jornalista, ativista, ou sei lá que nome se dá pra isso - Gleen, é um panfletário", disparou. "Absolutamente ideológico, um moleque de esquerda que usou de um crime que foi cometido para atacar o ministro. O povo brasileiro não cai mais nesse tipo de armação. Fortalceu o nosso ministro Sergio Moro".

REDAÇÃO O POVO ONLINE

Comissão da reforma da Previdência analisa na terça-feira requerimentos para prorrogar votação

O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), pretende votar nesta terça-feira (2) os requerimentos que pedem a prorrogação da votação do relatório de Samuel Moreira (PSDB-SP).

A leitura do voto complementar de Moreira está prevista para esta terça, e a ideia é que o relatório já seja analisado pelos deputados da comissão especial entre quarta e quinta-feira.

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O dia em que a moeda se tornou Real

Para muita gente, o Brasil anterior ao Plano Real parece peça de ficção. O brasileiro de meados dos anos 1990 conviveu com oito tentativas fracassadas de estabilização da moeda, conduzidas por sucessivos governos desde a redemocratização. Nenhuma delas funcionou. 

Entre 1986 e 1994, num espaço de apenas oito anos, o país teve nada menos do que quatro moedas diferentes: cruzado, cruzado novo, cruzeiro e cruzeiro real. Em 1993, a alta de preços atingiu o recorde de 2.477% anuais —ou 30% por mês, em média. Em junho de 1994, a inflação chegou a 47%. 

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Governo federal vai implantar ponto eletrônico para 410 mil servidores

 
Adriana Fernandes, O Estado de S. Paulo

01 de julho de 2019 | 05h00

BRASÍLIA - Os servidores públicos federais de todo o Brasil serão obrigados a bater o ponto por meio eletrônico. A exigência vai atingir 410 mil funcionários de um total de 580 mil servidores do Executivo que estão efetivamente trabalhando no governo federal. O processo de implantação do controle de frequência eletrônico para todos os servidores deve durar 12 meses e vai pôr fim em definitivo ao controle do ponto que é feito ainda em papel em boa parte dos órgãos do Executivo – em muitos casos, de forma precária. 

 Ficarão de fora do controle de frequência os 146 mil professores das universidades públicas federais, que já eram dispensados de bater ponto, de acordo com norma anterior que não foi alterada. Funcionários em cargos de chefia, com função comissionada (DAS) de número 4 a 6, ocupados por funcionários do alto escalão do governo, como secretários, também não estarão sujeitos ao ponto. 

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Obras inacabadas pelo país são flagrantes de dinheiro público sendo jogado fora

Na Bahia, o maior guindaste da América Latina hoje só serve pra fazer sombra. E, no Rio, uma estrada fechada pelo crime. Flagrantes de dinheiro público sendo jogado fora.

A reportagem especial deste domingo (30) vai mostrar o fracasso de obras bilionárias e como esse desperdício afeta a vida de milhares de brasileiros.

Você vai conhecer as histórias de brasileiros que correram atrás de um sonho: trabalhar, prosperar, dar uma vida mais digna pra família. Mas todas essas pessoas acabaram sem nada, por causa da corrupção que desvia bilhões de reais do dinheiro público. portal g1

Estão colocando Moro na parede para libertar um 'bando de canalhas', diz ministro de Bolsonaro

Ranier Bragon / FOLHA DE SP
BRASÍLIA

O ministro Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) disse neste domingo (30) que estão colocando Sergio Moro contra a parede com o objetivo de libertar "um bando de canalhas" da prisão.

Discursando em ato de apoio ao ex-juiz e atual ministro da Justiça, em Brasília, o general afirmou ainda ser uma "calhordice" querer transformar o colega de herói nacional para acusado.

"O ministro Moro teve a coragem de abandonar 22 anos de magistratura para se entregar à pátria sem ganhar nada. E esse homem está sendo colocado na parede para tirarem da cadeia um bando de canalhas que afundaram o país", discursou Heleno, tendo sido bastante exaltado pelo público presente.

O ato deste domingo foi convocado após virem à tona conversas atribuídas ao juiz e a integrantes da Lava Jato que reforçam as suspeitas de que Moro agiu com parcialidade no julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Acho que é uma calhordice quererem colocar o ministro Sergio Moro na situação de julgado ao invés de ser juiz. Estão querendo inverter os papéis e transformar um herói nacional num acusado", acrescentou Heleno em sua fala aos manifestantes.

Ao seu lado no carro de som estava um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). "Alguém aí gosta de bandido, alguém aqui é amigo de bandido? (...) Jair Bolsonaro já falou, Sergio Moro não sai. Nosso total apoio ao ministro Sergio Moro", discursou Eduardo.

Na semana que passou a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu por 3 votos contra 2 negar o pedido de soltura de Lula, preso desde abril de 2018, mas adiou a discussão sobre a suspeição de Moro.

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