Busque abaixo o que você precisa!

Indústria de móveis e eletrodomésticos espera crescer até 20% com novo crédito imobiliário

Roberta Cardoso /FOLHA DE SP
CASA PADRONIZADAS
SÃO PAULO

A redução dos juros dos financiamentos imobiliários anunciada pela Caixa Econômica Federal nesta terça-feira (20) pode significar a retomada de crescimento de dois setores atrelados a construção civil: o de móveis e o de eletrodomésticos.

Com queda de consumo de 1,8% em 2019, o setor moveleiro vê com otimismo as mudanças no crédito imobiliário e estima um crescimento de até 20% no faturamento das indústrias no médio e longo prazo.

Cerca de 25% dos resultados do setor, que faturou R$ 66,5 bilhões no Brasil em 2018, vem de compras para novas residências, segundo a Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário).

“Podemos chegar progressivamente aos R$ 85 bilhões de faturamento anual”, estima Maristela Longhi, presidente da Abimóvel.

Leia mais...

A preservação da Amazônia

Denis Lerrer Rosenfield, O Estado de S.Paulo

19 de agosto de 2019 | 03h00

O Brasil é figurante do desmatamento em nível planetário como se os problemas do mundo estivessem concentrados na falta de controle do desmatamento em nosso país. Segundo essa opinião, a agricultura e a pecuária nacional são as grandes responsáveis. Grandes poluidores desaparecem de cena e aparece o Brasil como culpado dos males ambientais. Parece a hipocrisia não ter limites, quanto mais não seja também pelos interesses do agronegócio em outros países, que querem prejudicar nossa competitividade.

Comecemos pelo nosso alto grau de preservação ambiental. Toda propriedade no Brasil, ao contrário de outros países do mundo, é obrigada a preservar a vegetação nativa, segundo a região em que estiver localizada. Na Amazônia, por exemplo, a reserva legal é de 80% da propriedade. Na área de Cerrado o porcentual chega a 35% e nos Campos Gerais, como no Sul, 20%. Note-se que o direito de propriedade é relativizado em função da preservação, fazendo os agricultores andar de mãos dadas com o meio ambiente.

Leia mais...

Estados atolados em gastos

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

19 de agosto de 2019 | 03h00

Como um grande sumidouro, os gastos com pessoal e Previdência engolem a cada ano uma parcela maior da receita dos governos estaduais, tornando mais difícil a prestação de serviços e aumentando o risco de insolvência. Dezesseis Estados mais o Distrito Federal (DF) já perderam a garantia da União para tomar empréstimos. Outros seis Estados, incluído São Paulo, estão arriscados a entrar para esse grupo já no próximo ano, advertiu a Secretaria do Tesouro Nacional. Basta uma olhada nesses tenebrosos dados financeiros para confirmar a necessidade urgente da reforma previdenciária em todos os níveis de governo.

A solução mais simples, mais veloz e mais eficiente será a inclusão de Estados e municípios na reforma já em discussão no Congresso. O caminho mais prático, nesta altura, deve ser mesmo o encaminhamento, a partir do Senado, de uma proposta paralela de emenda constitucional, mas para isso os governadores ainda relutantes terão de abandonar seu comodismo político. 

Leia mais...

Camilo avalia projetos para os municípios dos Inhamuns

Em reunião com o deputado federal Domingos Neto, com a deputada Patrícia Aguiar e com os ex-governador Domingos Filho, nesse sábado (17), no Palácio da Abolição, o governador Camilo Santana avaliou projetos para os municípios da Região dos Inhamuns.

Além de projetos de infraestrutura, do Cinturão das Águas, da Ferrovia Transnordestina e da nova política de saúde, Camilo também informou sobre a integração asfáltica entre os municípios da Região dos Inhamuns (Parambu, Quiterianópolis, Novo Oriente, Poranga e Crateús) com os municípios de divisa com o Piauí (Pimenteiras, Assunção, São José do Tapuiu, Cocal dos Alves e Buriti dos Montes).

Camilo falou que o tema já foi tratado com o governador piauiense, Wellington Dias, quando os dois governadores aprovaram a proposta. com blog do eliomar

Transposição do Rio São Francisco: o elefante branco do sertão

Polêmica desde o seu lançamento, a transposição do Rio São Francisco coleciona alguns recordes — nada positivos, por sinal. A previsão atualizada de custo de 12 bilhões de reais a coloca como uma das obras mais caras da história do país. É também o único caso em que três presidentes inauguraram um mesmo trecho. Sim, só no Brasil. Em março de 2017, Michel Temer, na época à frente do Palácio do Planalto, protagonizou a cerimônia oficial em Monteiro, no Cariri paraibano, ponto final do Eixo Leste, estrutura de 217 quilômetros que perpassa Pernambuco e Paraíba. Nove dias depois, Lula (ainda solto) e Dilma Rousseff desembarcaram naquela cidade para a “inauguração popular” da menina dos olhos do PAC petista.

Após mais de dois anos, os políticos sumiram e não há motivos para festa. Os mesmos canais não recebem água e apresentam vários danos sérios. Nos dias 21 e 22 de julho, um perito do Ministério Público Federal da Paraíba vistoriou cerca de 40 quilômetros entre Sertânia (PE) e Monteiro. No relatório, ele aponta uma série de problemas. O revestimento de concreto tem fissuras, trincas e rachaduras que chegam a mais de 1,5 centímetro de espessura. Como faltam estruturas de drenagem, as chuvas levam a areia para o fundo, assoreando muitos trechos do curso d’água. Obras de drenagem estão com paredes quebradas, comprometidas por erosão, e algumas canaletas são quase invisíveis, cobertas por terra e pedregulhos. Há também mato dentro do canal

Leia mais...

TABATA E RIGONI TENTAM MUDAR CRITÉRIO DE EXPULSÃO DE PARTIDO COM PROJETO DE LEI

TABATA AMARAL INFIEL

Um grupo de parlamentares ligados a movimentos de renovação, como o Acredito, o Agora! e o Transparência Brasil, lançaram na manhã desta quinta-feira um projeto de lei propondo uma reforma na organização partidária.

Entre as previsões do projeto está a de que, para punir deputados ou senadores que contrariem a orientação de suas lideranças em votos, é preciso a autorização da maioria absoluta dos membros da direção partidária e de dois terços dos membros da bancada.

Leia mais...

Compartilhar Conteúdo

444