Governo muda inteligência do Fisco sem explicar... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/09/24/governo-muda-inteligencia-do-fisco-sem-explicar/?cmpid=copiaecola... - Veja mais em https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/0
O Diário Oficial desta terça-feira (24/9) publica o ato de exoneração do chefe do setor de inteligência do Fisco. Chama-se Ricardo Pereira Feitosa. Em condições normais, todo brasileiro que torce pelo sucesso do país deveria festejar a demissão. Entretanto, convém retardar os fogos.
Ricardo Feitosa chegara à chefia da Copei, a Coordenação-geral de Pesquisa e Investigação da Receita Federal, de forma esquisita. Foi importado do Mato Grosso. Servia na Delegacia da Receita Federal em Cuiabá. Nunca atuara na área de inteligência.
A ascensão repentina provocou uma onda de questionamentos na corporação dos auditores fiscais. Nos subterrâneos, colegas do novo xerife da inteligência da Receita apontaram supostos vínculos de Ricardo Feitosa com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. O mesmo Gilmar que fora alvejado por investigação fiscal vazada à imprensa.
De repente, apenas quatro meses depois da nomeação, Ricardo Feitosa foi enviado ao olho da rua envolto numa bruma de mistério. Não bastasse a falta de explicação para a chegada, o ato que formalizou a saída atribui o desfecho ao teor de um dossiê identificado por 17 algarismos. Não há, por ora, nenhuma informação sobre o conteúdo do documento.
Assim, não se sabe por enquanto se é o caso de festejar a saída de um gestor ruim do comando da inteligência da Receita ou de temer a nomeação de um substituto bem pior. A única certeza disponível no momento é que o governo Bolsonaro trata os órgãos de controle da administração pública com uma transparência de vidro fumê.
Monstro do ‘Mesmo’ ressuscitou no Congresso...
Há no Brasil um monstro invisível que conspira contra a ordem e o progresso. É o monstro do Mesmo. Esse monstro transforma em recuo qualquer tentativa de mudança. Confirmou-se o que todos suspeitavam: Davi Alcolumbre é o Mesmo disfarçado de novo.
A missão de Alcolumbre, descobre-se agora, é reencarnar Renan Calheiros numa versão mais volumosa. O adiamento da votação da reforma da Previdência, na Comissão de Justiça e no plenário, é mais uma recaída arcaica de um Legislativo que fazia pose de reformista.
Em vez de reformar a Previdência, os congressistas têm pressa para emparedar o Executivo com a derrubada de vetos de Jair Bolsonaro, fustigar o Judiciário e a Lava Jato, além Sergio de providenciar verbas para o Planalto pagar emendas orçamentárias.
O monstro do Mesmo foi acordado na semana passada com o barulho da batida policial de busca e apreensão no gabinete do líder de Bolsonaro no Sendo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). (veja comentário acima)
Ao Ponto: O que a TV não mostrou no discurso de Bolsonaro na ONU
"Ainda mais que vou comer um podrão", disse Jair Bolsonaro para a repórter do GLOBO Jussara Soares, em Nova York. Horas depois de seu primeiro discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, o presidente brasileiro parecia bem humorado. Abordado no hall do hotel onde se hospedou, ele avaliou que seu discurso tinha sido "objetivo e contundente", mas não agressivo.
Analistas e diplomatas, no entanto, consideram que Bolsonaro perdeu uma oportunidade de construir pontes nas Nações Unidas, com uma fala ideológica e voltada para o público interno. Por outro lado, acenou aos investidores estrangeiros, ao dizer que pretende "reconquistar a confiança do mundo". Jussara e o colunista Guga Chacra trazem os bastidores da participação de Bolsonaro na ONU e a repercussão do discurso no círculo próximo ao presidente e em âmbito mundial.
O episódio também pode ser ouvido na página de Podcast do GLOBO . Você também pode seguir a gente em Spotify , iTunes , Deezer .
Estados já gastam mais com PMs e bombeiros aposentados do que com os da ativa
Petrobras processa sindicalistas que entraram com ações contra venda de ativos
RIO - Estão cada vez mais acirrados os ânimos entre a Petrobras e os representantes dos petroleiros. Os dois lados ainda não chegaram a um entendimento a respeito do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da categoria, cuja data-base é em setembro. O Tribunal Superior do Trabalho (TST) está mediando as negociações, que precisam chegar a um entendimento até o próximo dia 30, quando vence o acordo atualmente em vigor.
A Petrobras decidiu processar na Justiça representantes sindicais que entraram com ações contra a venda de ativos da companhia. A empresa reivindica indenização por danos materiais e morais, e argumenta que as ações dos sindicalistas são por motivações políticas.
As ações da estatal são contra quatro sindicalistas ligados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) e quatro ligados à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). De acordo com o Sindipetro do Norte Fluminense (NF), um dos citados nas ações da Petrobras é o seu coordenador, Tezeu Bezerra. A Petrobras alega prejuízos com as ações e reivindica R$ 100 mil por danos materiais e morais de cada um dos acusados. O Sindipetro-NF afirma que se solidariza com os sindicalistas citados na ação da Petrobras.
A Petrobras destacou em nota que respeita o direito de entrar com uma ação e fazer uso dos mecanismos constitucionais de defesa de direitos, mas ressaltou que, justamente com base nesses mesmos mecanismos, "não abdica do seu direito de contestar, pelos meios legais, abusos cometidos sob o manto do direito de ação."
Bolsonaro e Trump se encontram rapidamente na ONU: 'Bom discurso', diz americano
NOVA YORK — Os presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump se encontraram rapidamente, nesta terça-feira, depois dos discursos que fizeram na Assembleia Geral da ONU . Assessores brasileiros afirmaram que ainda há tentativas de agendar uma reunião para mais tarde.
— Foram três minutos — disse um auxiliar de Bolsonaro. — Não deu nem tempo para levantar nenhum assunto. Eles só se cumprimentaram e falaram um pouquinho.


