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Fortaleza avança na reabertura e Estado entra na fase de transição; 4 cidades mantêm regras rígidas

Com a ampliação da reabertura da economia a partir da entrada de Fortaleza na fase 1 do Plano de Retomada Responsável das Atividades Econômicas e Comportamentais do Estado e dos demais municípios na fase de transição, amanhã (8), atividades que compõem cerca de 85% do Produto Interno Bruto (PIB) do Ceará estarão em funcionamento. Além disso, mais de 66,9 mil empregos serão liberados a partir desta segunda-feira, totalizando 1,02 milhão de trabalhadores formais, 69,6% da força de trabalho cearense.

"Há uma melhoria significativa dos indicadores na Capital, tanto de incidência, de número de casos, de óbitos. Mas há uma preocupação no interior, principalmente na região Norte do Estado", afirmou, ontem (6), o governador Camilo Santana ao anunciar a flexibilização no Estado.

Por isso, ele decidiu manter o isolamento rígido - o chamado lockdown - em Sobral, Itarema, Acaraú e Camocim, além de recomendar que cidades dessas microrregiões desses municípios também estabeleçam medidas mais rígidas de isolamento.

Prorrogado por mais sete dias, o decreto de isolamento social, que viabilizará nos demais municípios cearenses a reabertura de segmentos como a construção civil, parte do comércio e da indústria, permitidos na transição, foi publicado no fim da noite desse sábado (6)

Em Fortaleza, a fase 1 da retomada permitirá o funcionamento de comércios e shoppings, serviços de contabilidade, auditoria e advocacia com algumas limitações, como efetivo e horário de trabalho reduzidos, além do "controle da circulação de funcionários e clientes por parte dos estabelecimentos comerciais". Segmentos que já foram liberados para operar na transição poderão ampliar de 20% para 40% o efetivo pessoal. O uso de máscaras continua obrigatório em todo o Estado.

O governador ressaltou que a continuidade do avanço do plano de retomada, que conta ainda com mais outras três fases, dependerá do ritmo de disseminação da Covid-19 nas próximas semanas. "Para que a gente possa avançar nas outras fases, depende muito do comportamento das empresas, mantendo o rigor dos procotolos, os cuidados de higienização, e também das pessoas, que só saiam de casa em extrema de necessidade", apontou.

"A gente continua do mesmo jeito, em isolamento social. Frequentar calçadões, espaços públicos, praias, feiras livres não é permitido. É muito importante que a gente só saia de casa se tiver a obrigação e a necessidade de fazê-lo", disse Roberto Cláudio.

O prefeito da Capital reforça que o processo de reabertura da economia é lento. "Iniciaremos um processo lento e progressivo e bastante específico de abertura. Não é um libera já. É nessa fase que a responsabilidade e consciência de cada um pode fazer a diferença".

Fase 1

Segundo o secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará (Sedet), Maia Júnior, ainda não há condições de avaliar a atividade econômica com uma semana de retomada. "Não temos informação de faturamento e recuperação do PIB do Estado, e vai demorar a sair isso. Com a fase 1, estaremos próximos de 85% da economia liberada. Em número de empregos a gente está liberando quase 70%", explicou.

O secretário ainda reforçou que o processo de reabertura depende dos indicadores de saúde. "Se os indicadores continuarem evoluindo, se os números permanecerem com a base do dia de hoje, eu diria que as fases serão cumpridas nas datas previstas, pelo menos na Grande Fortaleza".

Região Norte

Em Sobral, o prefeito Ivo Gomes prorrogou o decreto municipal de isolamento social rígido até o próximo domingo (14). O feriado de Nossa Senhora da Conceição, que é comemorado no município em 8 de dezembro, foi antecipado para a próxima sexta-feira (12).

A prefeitura de Camocim disse que vai seguir a orientação do Governo. Acaraú informou que só vai se pronunciar sobre o decreto hoje (7). E até o fechamento desta edição, Itarema não se posicionou.diarionordeste.

gráfico regras isolamento

Solange Almeida e 16 atrações comandam o São João do Ceará Solidário em Casa na TV Verdes Mares

O especial junino da TV Verdes Mares começa com grande programação neste sábado (6)O São João do Ceará Solidário em Casa foi criado pelo Sistema Verdes Mares (SVM) para garantir as tradições do período - mantendo as pessoas em isolamento social, mas com clima de alegria.

A abertura do programa será, após a novela Fina Estampa, às 22h20, com a forrozeira Solange Almeida, seguida de mais 16 atrações musicais. A apresentadora Niara Meireles, à frente do programa “Se Liga”, e o ex-BBB Lucas Fernandes comandam a transmissão dos shows e as ações solidárias.

Solange Almeida afirma aguardar com ansiedade a apresentação no especial e que estava segura da realização dos festejos juninos mesmo dentro de casa. “O São João do Ceará Solidário é de uma riqueza imensurável. Tanto a estrutura, que está padrão SVM, quanto a iniciativa de fazer acontecer uma das maiores festas populares do Brasil. Quando foi anunciado oficialmente o cancelamento ou adiamento das festas de São João, logo pensei: ‘Tá errado!’ Vai ter sim, mesmo dentro dessa adequação por conta da pandemia. E está aí, nossa principal festa popular e folclórica, mesmo que virtual e, ainda, solidária para o benefício de milhares de pessoas que estão passando por necessidade”, comenta.

No repertório do show ao vivo, Solange Almeida prepara sucessos da carreira, além do repertório típico deste período junino. “Escolhi esse setlist a dedo que vai do show ‘Minha História’, em que canto meus maiores sucessos, e também muito forró das antigas e tradicionais. Eu canto Elba Ramalho, Gonzagão, Dominguinhos e Mastruz com Leite. O povo gosta, e eu também”, revela com alegria a forrozeira. 

A cantora diz ainda torcer para que a pandemia do coronavírus passe logo e seja possível encontrar os fãs nos shows pelo Brasil. “Quero que curtam ao máximo, pois é um trabalho quem envolve muita gente, feito com carinho, com responsabilidade, de forma que as pessoas não deixem de curtir a nossa tradição. Logo mais isso passa e, em breve, estaremos mais firmes e fortes para curtir nossos shows presencialmente”. 

Também realizarão apresentações na transmissão os cantores Waldonys, Ávine Vinny, Renno Poeta, Noda de Caju, Brasas do Forró, Forrozão Tropykália, Rita de Cássia, Zé Cantor, Taty Girl, Samyra Show, Chico Pessoa, Mastruz com Leite, Sirano e Sirino, Banda Líbanos, Eliane e Iara Pâmella e Anthony Carvalho. Todos cantarão repertórios consagrados do gênero nordestino. 

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Passeios em calçadões, praias e feiras livres continuam proibidos em Fortaleza

beira mar vazia

 

Os passeios em calçadões, praias, feiras livres e demais espaços públicos de Fortaleza ainda continuam proibidos na Capital, de acordo com a prorrogação do decreto estadual de isolamento social. 

A informação foi confirmada neste sábado (6) pelo prefeito Roberto Cláudio, durante transmissão ao vivo pelas redes sociais, juntamente com o governador Camilo Santana

"A gente continua do mesmo jeito em isolamento social. Frequentar calçadões, espaços públicos, praias, feiras livres não é permitido. É muito importante que a gente só saia de casa se tiver efetivamente a obrigação e a necessidade de fazê-lo", disse o prefeito. 

Além disso, Fortaleza inicia nesta segunda-feira (8) a fase 1 da reabertura da economia.

"A gente tem a responsabilidade de iniciar esse processo com muita consciência de que se não houver responsabilidade individual e coletiva da cidade, ele (processo de retomada) pode ter que parar, caso os indicadores voltem a piorar. A gente mais do que nunca vai precisar do apoio da população", acrescentou. 

O prefeito da Capital reforçou ainda que o processo de reabertura da economia é lento. "A gente vai iniciar um processo lento e progressivo e bastante específico de abertura. Não é um libera já. É exatamente nessa fase que a responsabilidade e consciência de cada um pode fazer a diferença".  DIARIONORDESTE

Carta ao Leitor: Barril de pólvora

Como se todos os problemas existentes já não fossem suficientes, a escalada de mortes pela Covid-19 e a necessidade de uma recuperação econômica no pós-pandemia, o país tem flertado com uma outra calamidade, absolutamente dispensável e anacrônica: uma ruptura institucional, um conflito entre os três poderes. Diversos atores vêm contribuindo para aumentar o clima de instabilidade, a começar pelo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que até agora parece não ter compreendido o papel para o qual foi eleito. Sem nenhum pudor, o presidente abdica sistematicamente do dever de governar e insiste na política do “nós contra eles”, do confronto permanente com o Supremo Tribunal Federal e com o Congresso. Esquecido de que é o comandante de um país chamado Brasil, o ex-capitão promove quase que diariamente uma guerra dentro de sua própria trincheira, alimentando grupos de fanáticos (minguados e teatrais) que saem por aí com tochas nas mãos, numa estética que lembra os supremacistas brancos americanos e as tropas nazistas do filme Triunfo da Vontade, dirigido por Leni Riefenstahl.

Pela gravidade do atual cenário, chegou a hora de o presidente finalmente investir-se da responsabilidade que seus eleitores lhe incumbiram. Não para pôr o Exército nas ruas, como alguns de seus seguidores vêm continuamente sugerindo, mas, sim, para desanuviar o ambiente, sem meias-palavras ou frases ambíguas. Ao fazer-se de vítima de outros poderes ou sugerir que não vai respeitar decisões tomadas pelo STF, Bolsonaro dá razão aos que enxergam seus passos como manobras para, diante de qualquer pretexto no futuro próximo, tentar um golpe. Deveria fazer exatamente o contrário. Este é o momento em que um presidente à altura do cargo teria de mostrar sua autoridade na direção correta, defendendo a recente (e, portanto, ainda frágil) democracia brasileira e liderando o país no combate à pandemia e na retomada. Até aqui, Bolsonaro tem se eximido completamente desse papel, preferindo realizar voos de helicóptero sobre manifestantes que desrespeitam o isolamento social, falando palavrões em reuniões ministeriais de baixíssima qualidade ou cavalgando pela Esplanada, em cena que remete ao general Newton Cruz, chefe do Serviço Nacional de Informações durante o período da ditadura militar.

É fundamental ressaltar que, embora seja o principal promotor do caos, o presidente não é o único personagem afeito a conturbar o ambiente. Em menor intensidade, mas com efeitos que podem ser devastadores, setores do STF, do Congresso e da sociedade civil precisam entender que o confronto direto ou conspirações de gabinetes não trarão nada de bom em circunstância tão grave. O fato é que não existe, até aqui, nenhuma razão objetiva para a realização de um impeachment do presidente eleito. Ao partirem para a guerra franca contra Bolsonaro, na verdade, tais figuras apenas tiram o foco da população da sua deficiente administração e caem diretamente na narrativa que mais beneficia o presidente: o embate, as versões, a confusão. Basta de protagonismos indevidos e manobras conspiratórias. Temos de pensar no Brasil. É inconcebível também que brasileiros conscientes saiam de casa nos próximos dias para protestar contra Bolsonaro. Primeiro, porque estamos em meio à pior fase da pandemia do coronavírus. Depois, porque o risco de confrontos é enorme, algo que só vai piorar o delicado equilíbrio deste momento político. A hora é de um pacto nacional pela defesa da democracia e da Constituição, compromissos permanentes de Veja, sem violência nem atos hostis.

Publicado em VEJA de 10 de junho de 2020, edição nº 2690

Juiz proíbe protestos de ‘grupos antagônicos’ na Paulista no próximo domingo

Rayssa Motta e Fausto Macedo / O ESTADÃO

05 de junho de 2020 | 22h55

A Justiça de São Paulo decidiu nesta sexta-feira, 5, proibir que grupos de apoiadores do presidente e opositores do governo se reúnam no mesmo horário em manifestações na Avenida Paulista no próximo domingo, 7.

Atendendo a pedido do governo do estado, o juiz Rodrigo Galvão Medina determinou, no plantão judiciário desta noite, que atos convocados por ‘grupos manifestantes manifestamente antagônicos entre si’ sejam cancelados.

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Ato contra Bolsonaro na Paulista termina em confronto com a Polícia Militar Foto: Taba Benedicto / Estadão

Na decisão, o magistrado cita nominalmente os grupos ‘Atos Antifascismo’, ‘Democracia’, ‘Pedalada Antifascista’, ‘Mais Democracia’, ‘Ato Antifascista’, ‘Torcida Organizada’, ‘Mancha Verde’, ‘Torcida Independente’, ‘Torcida Jovem’, ‘Gaviões da Fiel’, ‘Secundaristas em Luta’, ‘Canal Secundaristas’, ‘Democracia, fascismo, racismo e Homofobia, LBTQA’, ‘Vidas Pretas Importam’, ‘BRASIL CONTRA O COMUNISMO’, ‘Movimento Juntos Pela Pátria’, ‘Damas de Aço’ e ‘Guerreiras do Sudoeste’.

No último domingo, 31, um ato contra o governo, autointitulado pró-democracia e antifascista e organizado por grupos ligados a torcidas de futebol na Avenida Paulista, terminou em confronto entre manifestantes e apoiadores do presidente e também com a Polícia Militar – que interveio e usou bombas de gás lacrimogêneo para dispersar o início de uma briga em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). A confusão, que durou ao menos uma hora, tomou conta da avenida e deixou um rastro de destruição: vidros quebrados, caçambas de lixo e entulho revirados e fogo ateado em objetos no meio da via. Seis pessoas foram detidas, segundo a PM.

Hoje mais cedo, uma reunião entre Polícia Militar, Ministério Público Estadual e ativistas pró e contra o governo terminou sem acordo e três manifestações de rua estavam mantidas para o domingo.

Os atos a favor do presidente Jair Bolsonaro e contra as políticas de isolamento social determinadas pelo governador João Doria (PSDB) já se arrastam há semanas. Diante da escalada da ofensiva bolsonarista, manifestantes insatisfeitos com o governo saíram às ruas no último final de semana, pela primeira vez desde o início da quarentena, para protestar contra o presidente e a favor da democracia.

PT contraria partidos de oposição e recomenda ida às ruas contra Bolsonaro

PT PELAQ ANARQUIA E BADERNA

Contrariando o posicionamento de outros partidos de oposição e de integrantes da própria legenda, lideranças do PT divulgaram uma nota, na tarde desta quinta-feira 4, recomendando que a população vá às ruas no domingo, 7, se manifestar contra o governo do presidente Jair Bolsonaro. No texto, lideranças da legenda afirmam que não aceitam “que a democracia seja intimidada”.

Assinada pela presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), pelo líder do partido na Câmara dos Deputados, Enio Verri (PT-PR), e pelo líder da sigla no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), a nota diz que “as manifestações pacíficas de rua contra Bolsonaro e o fascismo são o fato novo na luta pela democracia e pela vida no Brasil. São ações legítimas, protegidas pelo artigo 5º da Constituição, que garante de forma expressa o direito às liberdades de expressão, reunião e de associação”.

As convocações para as manifestações deste domingo estão sendo feitas pelas redes sociais, ocorrem em meio à pandemia de novo coronavírus e contrariam a recomendação de que não haja aglomeração de pessoas nesse período. O partido, porém, pede que os manifestantes “observem da melhor maneira possível, as medidas recomendadas pela OMS [Organização Mundial da Saúde], como uso de máscaras e o distanciamento social”.

As lideranças do PT também recomendam que os manifestantes resistam às “provocações” e isolem “os infiltrados, que já vêm agindo para tentar desvirtuar o caráter das manifestações e dar pretexto à repressão e ao discurso de fechamento do regime”. No último domingo, movimentos que levantavam bandeiras contra o fascismo e a ditadura, entre outros, confrontaram bolsonaristas em Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo. Em Curitiba, black blocs provocaram vandalismo em um ato contra o governo Bolsonaro.

Em sua live semanal nas redes sociais, Bolsonaro pediu que seus apoiadores fiquem em casa para deixar os opositores, a quem chamou de “marginais”, “mostrarem o que é democracia para eles”. “Domingo agora, esse pessoal está marcando um movimento. Eu peço a todos aqueles que nos seguem, nos acompanham, que não participem desse movimento, fiquem em casa, vão pra outro lugar qualquer, e deixem eles mostrarem o que é democracia para eles. Eu não estou torcendo para ter quebra-quebra não, mas a história nos diz que esses marginais, de preto, que vão com soco inglês, punhal, barra de ferro, coquetel molotov, geralmente eles apedrejam, queimam bancos, queimam estações de trem e outras coisas mais”.

A convocação do PT contraria o posicionamento de outros partidos de oposição e revela a existência de uma dissidência dentro da própria sigla. Na quinta-feira, 4, os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Weverton Rocha (PDT-AM), Eliziane Gama (Cidadania-MA), Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e Otto Alencar (PSD-BA), líderes de seus partidos no Senado, divulgaram uma carta conjunta, também assinada pelo senador Jaques Wagner (PT-BA), vice-líder da legenda na Casa, na qual recomendavam que a ida às ruas contra o governo Bolsonaro fosse adiada “pelo bem da população”.

“Observando a escalada autoritária do governo federal, devemos preservar a vida e segurança dos brasileiros, não dando ao governo aquilo que ele exatamente deseja, o ambiente para atitudes arbitrárias”, diz o texto.

“Os líderes dos diferentes partidos do Senado Federal, a saber a Rede Sustentabilidade, o PSB, o PDT, o Cidadania, o PSD e o PT, vem através desta nota desencorajar os brasileiros que, acertadamente, fazem oposição ao Sr. Jair Bolsonaro a irem às ruas nesse próximo domingo. Nosso pedido parte da avaliação de que, não tendo o país ainda superado a pandemia, que agora avança em direção ao Brasil profundo, saindo das capitais e agravando nos interiores, precisamos redobrar os cuidados sanitários e ampliar a comunicação com a sociedade em prol do distanciamento social”, afirmam os senadores. VEJA

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