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Após seis anos e 720 mil tentativas, fotógrafo consegue a 'foto perfeita' de pássaro

por Fernando Moreira/ O GLOBO

Desde 2009, Alan McFadyen persegue a "foto perfeita" de um pássaro. Foram 4.200 horas de trabalho e 720 mil cliques para, finalmente, alcançar o que ele queria: "congelar" um alcião com o bico tocando o espelho d'água.

O clique 'perfeito'

"A foto que eu estava perseguindo de um mergulho perfeito e reto, sem jogar água, precisou não apenas que eu estivesse no local certo e tivesse muita sorte, mas também que o pássaro fosse perfeito", contou o fotógrafo ao "Herald Scotland".

"Eu cheguei a tirar 600 fotos em uma só seção e nenhuma delas ficou boa", completou ele, que possui uma empresa que registra cenas da vida selvagem.

O mergulho do pássaro de Alan McFadyen

Para Lula, tentativa de Delcídio de barrar Lava Jato foi 'uma grande burrada'

Em almoço com dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do PT nesta quinta-feira, 26, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como “uma grande burrada” a tentativa do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) de tentar barrar as investigações da Operação Lava Jato.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Lula foi provocado durante o almoço na sede da CUT, em São Paulo, a comentar o assunto, mas tentou se esquivar do tema. Se limitava a dar respostas curtas como “é um absurdo” ou “que loucura”. Diante da insistência disse que “foi uma grande burrada, ou alguma palavra parecida”, segundo um dos participantes do almoço.

O ex-presidente disse ter ficado surpreso quando soube dos detalhes da gravação que levou Delcídio à cadeia. Para Lula, o senador é um político experiente, sofisticado, que não poderia ter se deixado gravar de forma simples como foi feito por Bernardo Cerveró.

Embora não tenha o hábito de abandonar os companheiros pelo caminho, Lula não deve sair em defesa de Delcídio, ao menos que o senador apresente uma defesa consistente sobre o ocorrido. Segundo pessoas próximas, Lula condenou a ação de Delcídio contra a Lava Jato e considera que a atuação do senador preso causou constrangimento para o governo e para o PT.

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A naturalização da corrupção deve ser combatida

Eis o Editorial do O POVO desta quinta-feira, onde o mote é a prisão de Delcídio Amaral. Num trecho diz que “as ocorrências de ontem sugerem que o esquema de crimes que tomou de assalto a Petrobras continua funcionando mesmo com os desdobramentos da Lava Jato.” Confira:
A ocorrência incessante banaliza a corrupção. Cotidiana, a corrupção se incorpora à cultura política nacional e passa ser vista como um componente natural do jogo do poder, sua busca e sua manutenção. Justificados pelos fins, novos milionários do dinheiro alheio nadam de braçada nos propinodutos.
Pelo desenrolar dos acontecimentos, a Operação Lava Jato mostra que a naturalização da corrupção não tem mais espaço em nossa sociedade. Mostra um País fundado em instituições independentes do poder político cumprindo com as funções constitucionais que justificam as suas existências.

Ontem, novas prisões que deixaram o País perplexo. Delcídio Amaral, um dos parlamentares de maior desenvoltura na política brasileira, foi preso. O senador exercia a função de líder do Governo. Ou seja, representava o Governo do Brasil no Senado da República. É tudo muito grave.

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Seguradora paga cinco indenizações por minuto a vítimas do trânsito no país

Da Agência Brasil          

Rio de Janeiro - No novo trecho da ciclovia que passa por Cosme Velho, Laranjeiras Flamengo e Botafogo ciclistas dividem espaço com ônibus, carros, motos e pedestres (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Motociclistas são as principais vítimas que recebem o seguro para acidentes no trânsitoTânia Rêgo/Agência Brasil

Cinco indenizações por minuto foram pagas nos primeiros nove meses deste ano para pessoas vítimas de acidentes de trânsito no Brasil.  A Seguradora Líder-DPVAT pagou o seguro por Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre (Dpvat) para 518.302 pessoas que sofreram acidentes de janeiro a setembro deste ano. A empresa calcula que, ao dividir o número de indenizações por hora, em dia útil, significa que quase uma indenização completa é paga a cada dez segundos no país.

De acordo com o boletim estatístico do seguro DPVAT, o número de indenizações por mortes no trânsito caiu 17%, de janeiro a setembro, quando comparado com o mesmo período do ano passado. Em 2015, 33.251 pessoas morreram em acidentes e familiares solicitaram o seguro DPVAT. Em 2014, foram 40.198 pessoas mortas em acidentes.

Do total de 518.302 indenizações por acidentes de trânsito no país nos primeiros nove meses deste ano, 33.251 foram por morte, 409.248 por invalidez permanente e 75.803 por reembolso de despesas médicas e hospitalares. Apesar do número alto de indenizações, todos os índices tiveram uma redução de 17% em indenizações no caso de morte, de 15% em reembolso de despesas médicas e hospitalares e de 5% por invalidez permanente.

Assim como nos boletins anteriores, os motociclistas são as principais vítimas que recebem o seguro para acidentes no trânsito. Apesar de as motos representarem apenas 27% da frota nacional, 76% das indenizações foram para acidentes envolvendo motocicletas. Do total das indenizações pagas por acidentes com moto, 82% foram para invalidez permanente e 4% para morte.

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Nas águas turvas da corrupção

Ainda há juízes no Brasil. A expressão original é a seguinte: “Ainda há juízes em Berlim”. Uma instigante historinha explica a origem da frase, que se tornou clássica. Ela nasceu da verve do escritor François Andrieux no conto “O moleiro de Sans-Souci”.

Numa leitura livre, a história é a seguinte: em 1745, o poderoso rei da Prússia, Frederico II, um déspota esclarecido, construiu um palácio de verão. Porém, um velho moinho atrapalhava a vista da paisagem. O soberano enviou assessores para comprar o moinho. O objetivo era a demolição.

O veterano e caprichoso moleiro não aceitou as propostas. Foi então convocado para uma conversa com Frederico. Com autoridade, o rei explicou que ordenaria a destruição. A resposta do moleiro de Sans-Souci se tornou clássica: “Ainda há juízes em Berlim”.

Lembrei-me dessa história ao ler os argumentos da ministra Carmen Lúcia, do STF, para explicar sua posição favorável à inédita prisão de um senador em pleno exercício do mandato. Vejam a seguir.

“Na história recente da nossa pátria, houve um momento em que a maioria de nós, brasileiros, acreditou no mote segundo o qual uma esperança tinha vencido o medo. Depois, nos deparamos com a Ação Penal 470 e descobrimos que o cinismo tinha vencido aquela esperança. Agora parece se constatar que o escárnio venceu o cinismo”.

“O crime não vencerá a Justiça. Aviso aos navegantes dessas águas turvas de corrupção e das iniquidades: criminosos não passarão a navalha da desfaçatez e da confusão entre imunidade, impunidade e corrupção. Não passarão sobre os juízes e as juízas do Brasil. Não passarão sobre novas esperanças do povo brasileiro, porque a decepção não pode estancar a vontade de acertar no espaço público.

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Planalto teme novas revelações; Senado toca corporativismo

O medo do tamanho da galinha a ser revelada a partir da pena puxada pela Lava Jato, para ficar na metáfora consagrada pelo ministro Teori Zavascki, definiu a reação no Planalto e no Senado nestaturbulenta quarta-feira (25).

No governo e no PT, teme-se o que podem falar Delcídio do Amaral e, principalmente, Nestor Cerveró.

O primeiro, inédito senador preso, tem extenso currículo de serviços prestados ao partido e ao governo. E livre trânsito, como demonstrou o constrangimento evidente de vários oposicionistas ao discutir seu caso no Senado.

Pode, se chegar ao ponto de considerar uma delação premiada, falar sobre seu períodoà frente da CPIque investigou o mensalão e isentou Luiz Inácio Lula da Silva.

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