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Nordeste tem maior alta da inadimplência em novembro

Do G1, em São Paulo

Segundo o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, o crescimento generalizado da quantidade de pessoas negativadas nas regiões analisadas reflete o difícil cenário macroeconômico visto nos últimos meses, com piora dos índices de emprego e aperto inflacionário. "O encarecimento do crédito associado à alta dos preços diminui o poder de compra do consumidor, que não consegue achar espaço no orçamento para pagar dívidas", diz o presidente.

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O vale-tudo de Dilma

A presidente Dilma Rousseff arregimentou uma legião de especialistas em direito – professores, advogados e juristas – para rebater os argumentos do pedido de impeachment contra a petista. Em encontro no Palácio do Planalto, esse exército de 30 estudiosos, perfilado diante da presidente, apresentou as armas com as quais o governo pretende desmoralizar a petição apresentada pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. “Ela precisou de 30 juristas para responder à nossa petição”, observou Reale Júnior, que considerou essa inusitada mobilização um “elogio”.

De fato, chama a atenção o esforço de Dilma para dar a impressão de que existe um consenso entre os juristas de todo o País segundo o qual o pedido de impeachment, pelos motivos alegados, é um absurdo e que seus peticionários são apenas operadores a serviço de golpistas. Nada mais falso.

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O impeachment

O governo petista desconhece o princípio lógico da não contradição. Suas atitudes são contraditórias entre si. Não em poucos casos denotam completa falta de sentido. Não é, pois, de estranhar que suas políticas primem pela desorientação mais extrema. A ausência de pensamento é seu norte. Os argumentos utilizados contra o impeachment chegam a ser risíveis. Alardeiam como sendo um golpe um instituto de nossa própria Constituição. 

1.º – Se o impeachment é golpe, os golpistas são os petistas, a começar pelo ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, que defendeu o impeachment dos presidentes Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso. O mesmo vale para o ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, que até em artigo publicado na Folha de S.Paulo também defendeu o impeachment de Fernando Henrique. Não sem razão os senadores Lasier Martins e Ana Amélia Lemos demonstraram no Senado, ao divulgarem esses fatos, a sua mais total indignação.

2.º – Não faltam petistas disfarçados de intelectuais, ou vice-versa, que apresentam como pretenso argumento a suposta ingovernabilidade resultante do processo de impeachment. Só que a ingovernabilidade foi produzida pelo atual governo. Nela já vivemos. Ora, o impeachment do presidente Fernando Collor terminou por resolver um problema de ingovernabilidade, assumindo o seu vice, Itamar Franco, que realizou um governo de unidade nacional. Lá se originou o Plano Real, elaborado pela equipe de seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, que o concretizou quando se elegeu presidente. Saiu um novo Brasil, que assentou as bases, aliás, do primeiro mandato do presidente Lula.

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Asfalto morno indica que a raiva exige previsão

Protestos de 13 de dezembro pelo país35 fotos                   

13.dez.2015 - Manifestantes carregam um caixão com uma bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT) e foto de Dilma Rousseff em apoio ao impeachment da presidente, em Brasília Leia mais Dida Sampaio/Estadão Conteúdo. Os brasileiros contra o governo, hoje majoritários, já informaram o que não querem: Dilma e o PT no poder. Se o impedimento for decretado pelo Congresso, assume o vice. É do jogo. Mas o que vem junto com Michel Temer?

O pacote do vice inclui Eduardo Cunha? E quanto ao resto da banda apodrecida do condomínio? O PSDB unificou-se em torno do impeachment. Beleza. Mas ajudará a resolver os problemas ou lavará as mãos no dia seguinte? As pesquisas informam que a sociedade continua irritada. E o asfalto esclarece que a raiva exige um mínimo de previsão. Ao longo de 2015, os poderosos da nação revelaram que não estão entendendo o que se passa. Dilma desperdiçou a sua hora atacando os delatores da Lava Jato, terceirizando o governo ao Lula e culpando a conjuntura internacional pela crise econômica. Quem levou madame para uma taxa de aprovação de 10% foi ela mesma. Os adversários de Dilma perderam o nexo ao imaginar que a aliança com Eduardo Cunha os levaria a algum lugar. Ao exagerar no cinismo, os antagonistas da presidente comportaram-se como crianças que brincam no barro depois do banho. Hoje, Cunha frequenta os protestos ao lado do boneco de Lula-Pixuleko e Dilma-Pinóquia.

De tanto observar o absurdo, o brasileiro vai adquirindo certa prática. A raiva exige alguma previsão justamente por saber que o Brasil deixou de ser um país imprevisível. Tornou-se uma nação tristemente previsível. Nela, costuma-se mudar o status sem mexer no quo. JOSIAS DE SOUZA

Movimento dos Sem-Tetas Estatais consegue levar milhares às ruas

PROTESTO

Chega a ser patético. Vejo alguns “analistas” — afetando grande seriedade, como se tivessem tido um trabalho hercúleo — vindo a público para anunciar que o Planalto avalia que as mobilizações deste domingo foram um insucesso. Que bom! Prefiro que o Planalto realmente acredite que o pior pra eles — e o melhor para o Brasil — já passou. Estou convencido do contrário: acho que o melhor para o país ainda virá. E, por óbvio, para “eles”, o pior. Qualquer que fosse o número que não superior ao já alcançado seria lido como evidência de insucesso. O governo está na dele em espalhar essa versão. Vergonhoso é que a imprensa a reproduza como se fosse apenas bom senso e ponto de vista neutro. O MBL, o Vem Pra Rua, o Revoltados Online e outros movimentos tiveram pouco mais de uma semana para organizar a manifestação. Ao contrário do que anunciam alguns boquirrotos, o que se tem é uma evidência de sucesso.

Na quarta-feira, a CUT manda para a rua os seus aparelhos financiados com imposto sindical. Na quarta-feira, o MTST, que recebe verba oficial, despacha seus milicianos para o protesto a favor. Na quarta-feira, o MST, que também se alimenta com o leite de pata do estado, mobiliza os seus fanáticos. Na quarta-feira, até a extinta UNE ressuscita alguns cadáveres, também com grana pública, para fazer figuração. Os movimentos pró-impeachment só contam com o povo. Os movimentos pró-impeachment só contam com os sem-teta! REINALDO AZEVEDO

Milhares nas ruas; violência zero

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Mais uma vez, milhares de pessoas se reúnem para pedir o impeachment de Dilma Rousseff em pelo menos 100 cidades Brasil afora. E, de novo, registro aqui o que já nem deveria ser notícia: não houve um só incidente, um único ato de violência, nada. A agressão máxima de que se tem notícia é uma repórter chamando um dirigente do MBL de “otário”. Onde quer que me chamem para falar, tenho chamado atenção para isto: um país novo está nascendo. Ou melhor: já nasceu.

E esse país não aceita pagar por aquilo que a Constituição nos dá de graça! Ou melhor: por aquilo que nos deu a luta de todos os brasileiros.

Não ousem deter a marcha dos pacíficos! REINALDO AZEVEDO

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