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Casuísmo reformista -

Projetos de reforma política jamais são modelos teóricos, abstrações imunes ao interesse de poder daqueles que propõem a regra do jogo. Tanto definições comezinhas de distritos de votação quanto princípios como o da separação de Poderes têm raízes mais ou menos profundas no confronto de forças sociais ou partidárias.

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Carne podre, carne fraca - Eliane Cantanhêde

Quando a política e a Lava Jato pegavam fogo, a surpresa foi 2017 abrir já no primeiro dia com os massacres em prisões, que começaram com decapitações em Manaus e contaminaram Boa Vista e Natal, com cerca de 125 mortes no total, chamando a atenção para um descalabro nacional e mostrando ao mundo o lado das trevas numa das dez maiores economias do planeta.

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OPERAÇÃO CALICUTE - Precedente aberto

Adriana Ancelmo (mulher do ex-governador do Rio Sérgio Cabral) sai da cadeia para cumprir prisão domiciliar. E a justificativa do juiz Marcelo Bretas é que ela tem filhos pequenos. Imagino que isso passe a valer para todas as presidiárias deste país, principalmente as que nem sequer foram julgadas e por serem pobres só contam com defensores públicos. Quando usufruía o produto do roubo, o que provocou a morte de inúmeros brasileiros expostos a uma saúde precária, a violência e toda sorte de infortúnios, essa senhora não pensou que tinha filhos?! Em algum momento parou para pensar no mau exemplo que ela e o marido davam a essas crianças? Insensível à dor alheia, o casal se refestelava em hotéis e restaurantes caros.

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DIREITOS PERDIDOS

A reforma da Previdência proposta pelo governo de Michel Temer, basicamente, prevê aumentar a idade para os mais pobres receberem o beneficio, de 65 anos para 70 anos; desvincular os reajustes do salário mínimo; fazer com que trabalhadores rurais tenham de pagar a contribuição, e não somente comprovar atividade; e retirar das viúvas parte dos direitos que têm hoje. Ou seja, só os pobres perderão direitos.

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DOS NÚMEROS FRIOS À REALIDADE

O projeto de reforma da Previdência enviado pelo governo ao Congresso Nacional soa como algo exagerado. Parece supervalorizar as medidas amargas para, depois, negociar a sua flexibilização e passar por bonzinho. Quando se propõe a reformar o setor, é preciso respeitar a especificidade de cada área e, principalmente, os deveres e direitos gerados através dos anos de atividade.

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Caixa 2 é crime

Em Genebra, na Suíça, onde participou de debates e seminários sobre direitos humanos e política na América Latina – e aproveitou para denegrir as instituições brasileiras –, Dilma Rousseff defendeu a regulação do caixa 2. “Tem de ter uma regulação de caixa 2. Tem de ter uma lei que diga: é assim, é assado, pode isso, pode aquilo”, disse a presidente cassada.

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