Palocci prepara bomba contra o PT - ISTOÉ
Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda de Lula e da Casa Civil de Dilma, está preparando o roteiro da colaboração premiada que vai fazer nos próximos dias. Ele quer deixar a prisão em Curitiba, onde está desde setembro do ano passado e para isso compromete-se a delatar o ex-presidente Lula, que até recentemente era um dos seus maiores amigos.
A falta de consenso fortalece Temer na Presidência
Aos 82 anos, o jurista Ives Gandra Martins é um dos mais experientes e premiados especialistas em Direito no Brasil. Professor honorário de diversas universidades nacionais e internacionais, ele foi autor do primeiro parecer jurídico favorável ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. No caso de Michel Temer, ele acredita que, por enquanto, não há razão para a saída.
A jabuticaba das diretas - Carlos José Marques
O Brasil não é mesmo para principiantes. O que alguns caciques oposicionistas, liderados naturalmente pelos oportunistas do PT, tentam passar agora, a qualquer custo, com ares pretensamente democráticos, é a ideia de uma eleição direta antecipada e solitária – para aboletar alguém “novo” na cadeira presidencial no interregno até o pleito de 2018.
Para coautor de impeachment de Collor, diretas é “surrealismo político”

Criminalista que assinou pedido de impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, René Ariel Dotti critica "juízes midiáticos" e diz que descrença na política pode levar à ascensão de radicais como Jair Bolsonaro; segundo Dotti, as delações constituem "vantagens para delinquentes" e que Fachin e Janot atropelaram o processo penal. O advogado também criticou a divulgação de conversas privadas entre o jornalista Reinaldo Azevedo e Andrea Neves, irmã do senador tucano Aécio Neves: "É um abuso material e moral". 24-7
As ilusões perigosas *Fernando Gabeira, O Estado de S.PauloFoz do Iguaçu, Cascavel, Maringá, Londrina. Tenho discutido a crise brasileira em algumas cidades, a propósito do lançamento de um livro. Nessas conversas, a primeira parte é sempre mais fácil. Tr
Foz do Iguaçu, Cascavel, Maringá, Londrina. Tenho discutido a crise brasileira em algumas cidades, a propósito do lançamento de um livro. Nessas conversas, a primeira parte é sempre mais fácil. Trata de uma análise dos fatos e erros que nos jogaram nesta crise e secaram as esperanças inspiradas pelo movimento das Diretas-Já. A segunda parte, que trata de uma saída para a crise, é bem mais nebulosa. Repito a imagem de uma navegação na neblina, com todos os perigos que ela implica, inclusive o risco de o barco encalhar.
Pós-verdade, factoides e eleições
*Murillo de Aragão, O Estado de S.Paulo
02 Junho 2017 | 03h05
A disseminação de notícias falsas com fins políticos não é um fenômeno novo. A antiga “imprensa marrom” já tratava de denegrir a imagem de uns e outros em jornais e revistas. O poder de denegrir ou incensar imagens sempre foi valorizado, daí sempre ter existido uma associação íntima entre poder constituído e imprensa. Não à toa, no Brasil muitos donos de veículos de comunicação viraram políticos e muitos políticos viraram donos de veículos de comunicação. Era o poder da mídia alavancando candidaturas e/ou a serviço da verdade personalizada de seu político-dono.

