Nova lei do ISS derruba receita de sedes de bancos
Após a mudança na lei do ISS (Imposto Sobre Serviços), aprovada na última terça-feira (30) pelo Congresso, municípios-sede de empresas financeiras avaliam como sobreviver sem o imposto. A votação da semana passada alterou a forma de recolhimento do tributo: hoje, ele é feito pela cidade onde a empresa tem sede, mas passará a ser cobrado no local de prestação do serviço.
Temor de delação expõe a fragilidade de Temer
A prisão de Rodrigo Rocha Loures potencializou um fenômeno surgido há duas semanas em Brasília. Tomados por uma espécie de Loresfobia, Michel Temer, seus ministros e apoiadores políticos mais próximos vivem o temor de uma delação que está por vir. O presidente poderia imunizar-se contra o risco de intoxicação. Bastaria romper com o amigo e ex-assessor, desqualificando-o. Mas Temer faz o oposto.
Preocupado com delação da JBS, Planalto faz pesquisa; 63% defendem Joesley na cadeia
A Geni da Lava Jato Pesquisa encomendada pela Presidência mostra que Michel Temer acertou ao escolher Joesley Batista como destinatário inicial de suas críticas à delação da JBS. Levantamento feito pelo Ibope com 1,2 mil pessoas revela que para 47% as penas impostas ao empresário foram “muito leves”. Outros 22% respondem que as medidas são “leves”. Só 16% consideram o acordo “adequado”. Os dados apontam ainda que 63% dos ouvidos gostariam de ver o empresário cumprir pena na cadeia.
O mistério dos 80 milhões de reais da JBS - VEJA
Em sua nova edição, VEJA revela uma trama misteriosa. No início deste ano, Joesley Batista, dono da JBS, maior processadora de carne do mundo, estava encurralado por quatros grandes investigações em Brasília. Temendo sentar no banco dos réus, resolveu escalar o seu braço-direito, o advogado Francisco de Assis e Silva, diretor da JBS, para arquivar os processos em curso contra o empresário.
O TSE diante da História - O GLOBO
O Tribunal Superior Eleitoral viverá na próxima terça-feira o que realmente se pode chamar de dia histórico: julgará quatro ações que pedem a cassação da chapa Dilma-Temer por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2014. Depois de todos os fatos ilícitos que vieram a público, alguns nos últimos meses, depois de todas as provas, depois de todos os depoimentos, não resta dúvida de que a nossa democracia foi lesada, que a chapa, agora em julgamento, foi eleita graças a um esquema bilionário de financiamento oriundo de propina.
Sem Temer - FOLHA DE SP
Deve começar na terça-feira (6) o julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral, da chapa que uniu Dilma Rousseff (PT) a Michel Temer (PMDB), acusada de delitos no financiamento da campanha na qual se reelegeu, em 2014. A decisão é crucial, pois poderá implicar o afastamento do presidente Temer do cargo que exerce desde maio de 2016. Sendo provável que ao menos um dos sete integrantes da corte peça vista do processo, o julgamento talvez se estenda pelas próximas semanas.


