Só falta Haddad prometer embaixada na Venezuela para Gleisi
Depois de jogar para debaixo de um ônibus as ideias ruins do economista do PT Marcio Pochmann e de sinalizar que o espaço de Dilma Rousseff em seu governo seria o de senadora por Minas, só falta a Fernando Haddad prometer a Gleisi Hoffmann a embaixada do Brasil na Venezuela.
Se passar para o segundo turno, em breve o mais tucano dos petistas vai acabar na cama com a XP Investimentos. Desde já, Haddad procura evitar o mesmo destino da ex-presidente Dilma, de ter de fazer o contrário do que prometeu no pós eleição.
Ao investigar corrupção, ministério acha fantasmas
Coluna do Estadão
20 Setembro 2018 | 05h30
Ao cruzar dados das catracas eletrônicas e dos relógios de ponto, o Ministério da Agricultura flagrou 40 servidores que só iam ao trabalho marcar presença e saíam em seguida. Todos são alvo de procedimentos administrativos. As denúncias começaram a chegar ao comando da pasta após ser criado um programa de compliance, para receber informações sobre ilícitos, num desdobramento da Operação Carne Fraca. Uma das prioridades desse programa é o Controle de Risco. A Carne Fraca revelou esquemas nas superintendências estaduais da pasta.
Ache o erro. A ideia do programa de compliance é mapear as áreas mais vulneráveis à corrupção. A primeira fase da Operação Carne Fraca, por exemplo, investigou frigoríficos que ofereciam propina a servidores por certificados de qualidade adulterados.
Dilma tardia
CARLOS ANDREAZZA
Nada me parecia mais exótico nesta excêntrica corrida eleitoral do que a absoluta ausência, do que a inexploração, do maior trauma político do Brasil recente: Dilma Rousseff — entre os mais doridos baques da história eleitoral brasileira. Uma obviedade. No entanto, até semana passada era como se Dilma — a tragédia Dilma, ativo potencial poderoso na mão dos adversários — jamais houvesse existido.
Por quê?
Para muitos, dirá em breve o povo de Minas Gerais, a ex-presidente teria sofrido suficientemente, pagado já sua conta, com o processo de impeachment; e então se tornado café com leite, poupada de ter exposto o conjunto de crimes e incompetências que caracterizou sua presidência, e aparentemente desejada até para o Senado. Eis uma hipótese. Essa, contudo, seria uma história relativa ao eleitorado. Mas: e os adversários?
Colapso dos rios brasileiros: mortos ou na UTI
Colapso dos rios brasileiros: poluídos e maltratados
Colapso dos rios brasileiros: rios e corpos d’água que deságuam na costa:
Esta matéria tem o objetivo de comentar sobre a sorte dos maiores RIOS QUE DESÁGUAM NA COSTA BRASILEIRA. Cem por cento deles estão contaminados por poluição, e 99%, completamente assoreados, já não se prestam à navegação. O outro problema dramático é a falta de educação da população. Das classes mais abastadas, portanto em condições de se informar, às mais baixas, quase todos jogam lixo nas ruas, riachos, rios, ou espaços públicos como praias. O resultado é assustador, réquiem para os rios brasileiros.
Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul não tem grandes rios, apenas arroios.

O grande corpo d’água do estado é o lago Guaíba. E o Guaíba deságua na Laguna dos Patos que, por sua vez, despeja suas águas no mar, portanto entra na lista. Com bons e maus exemplos.
O Farol de Alexandria, o maior porto do mundo antigo
Os faróis sempre foram amigos dos navegantes, especialmente antigamente quando não havia a tecnologia hoje disponível. Era através deles que os navegadores confirmavam sua posição no mar. Até hoje são indispensáveis à navegação. O mais icônico, e primeiro, é o Farol de Alexandria, considerado uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Segundo o wikipedia ” o Farol da Alexandria foi construído pelo Reino Ptolomaico entre 280 e 247 a.C. na cidade de Alexandria, pelo arquiteto grego Sóstrato de Cnido. Ele tinha entre 120 e 137 metros de altura e era uma das sete maravilhas do mundo antigo. Por muitos séculos foi uma das estruturas mais altas do mundo. Danificado por três terremotos entre os anos de 956 e 1323, tornou-se uma ruína abandonada.
Tentativas de blindagem pioram as maracutaias
No Brasil, a corrupção sempre foi full time. A apuração, um feriadão hipertrofiado. Nunca deixe para amanhã o que pode ser deixado hoje, eis a máxima que norteava as investigações. Na era pós-Lava Jato, surgiram rachaduras no sistema de blindagem de malfeitores. Desde então, visitas dos rapazes da Polícia Federal e ações do Ministério Público provocam chiadeira. Em época eleitoral, investigados julgam-se seres inimputáveis. E investigadores são tratados como usurpadores.
É grande a gritaria provocada pelas ações praticadas por procuradores e promotores contra o petista Fernando Haddad e os tucanos Geraldo Alckmin e Beto Richa. O ministro Gilmar Mendes farejou nas iniciativas um “abuso do poder de litigar”. Avalia que é preciso “colocar freios”. O ministro parece desconsiderar a hipótese de que o abuso possa ter ocorrido na efetivação da eventual delinquência. Prefere, desde logo, frear a apuração.



