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TCE fará mapeamento de obras paralisadas no Ceará

Projetos inadequados, falta de planejamento, sobrepreço e abandono da empresa licitada para a execução são algumas das razões de paralisações de obras no Ceará, de acordo com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Edilberto Pontes. "Precisamos, além de identificar os casos, fazer um diagnóstico preciso do que ocorreu com a obra, especificando tipologia da paralisação", explica.

A fim de "destravar" obras em todo o País, foi criado um comitê para realizar um pente fino nas obras nesta situação, tendo como foco áreas de infraestrutura, educação, saúde e segurança pública.

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Sertanejos buscam alternativas para sobreviver à seca em Alagoas

Por Yasmin Pontual e Isabella Padilha, TV Gazeta

 

No Sertão de Alagoas, falta de tudo, inclusive água para as atividades mais básicas do dia a dia. Por isso, os sertanejos têm adotado medidas extremas para enfrentar uma das piores secas da história: a plantação é regada com a água reaproveitada da lavagem das roupas e os animais estão bebendo da água salgada que restou nos açudes da região.

Maria de Lourdes já não se lembra da última vez que choveu na zona rural de Jaramataia, um dos 38 municípios alagoanos em situação de emergência por causa da seca. Água potável só por meio da Operação Carro-Pipa, do Exército, que passa duas vezes por mês no Povoado Tião, onde Lourdes e outras sete famílias dividem uma cisterna comunitária.

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Brasil fecha 40 mil leitos em dez anos, diz pesquisa

Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que em dez anos o Brasil perdeu 40 mil leitos. Sendo que 23.091 leitos hospitalares são da rede pública, o que representa seis vagas fechadas por dia. A redução de leitos atingiu principalmente a pediatria e a obstetrícia de hospitais públicos.

De acordo com dados do estudo, é importante destacar os diferentes comportamentos na comparação quantitativa separadas em dois grupos: leitos SUS e não SUS.

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Navio grego de 2,4 mil anos é encontrado preservado no fundo do mar

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Navio naufragado há 2,4 mil anos foi descoberto graças a um projeto para mapear águas profundas, onde não há oxigênio — Foto: Black Sea Map/Eef Expeditions/BBC

Navio naufragado há 2,4 mil anos foi descoberto graças a um projeto para mapear águas profundas, onde não há oxigên

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

foto: Black Sea Map/Eef Expeditions/BBC

Um navio mercante grego de aproximadamente 2,4 mil anos foi encontrado em boas condições de preservação na costa da Bulgária, no que já é considerado o naufrágio intacto mais antigo do mundo.

A embarcação, que tem 23 metros de comprimento, data de 400 a.C. e era usada para fazer o trajeto entre colônias gregas e mediterrâneas pelo Mar Negro.

O leme, bancos e até partes do porão estão praticamente intactos, por uma particularidade das profundezas em que o navio foi encontrado: a mais de 2 mil metros, o oxigênio no ambiente marinho é mínimo, o que permite que materiais orgânicos fiquem preservados por milhares de anos.

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Os números que revelam a grandiosidade da maior ponte marítima do mundo, inaugurada na China

ponte maritima china

 

O presidente chinês, Xi Jinping, inaugurou oficialmente a maior ponte de travessia marítima do mundo, nove anos após o início da construção e em meio a críticas de que o projeto —concebido para impulsionar o crescimento econômico— não passa de um "elefante branco" e de que causou "sérios danos" à vida marinha em seu entorno, além de mortes de trabalhadores.

Incluindo as estradas de acesso, a ponte abrange 55 km e liga Hong Kong a Macau e à cidade chinesa de Zhuhai.

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Para deter aumento de custos, planos de saúde agora apostam em médico de família

RIO - Na tentativa de reduzir o impacto da escalada dos custos da saúde — que deve fechar o ano com alta média entre 15,4% e 19%, ante uma estimativa de inflação geral próxima dos 4% — operadoras de planos privados apostam numa nova forma de atendimento, baseada numa fórmula já bem antiga: o médico de família. As empresas do setor, que têm 47,3 milhões de beneficiários, estão resgatando o modelo europeu, que inspirou o Sistema Único de Saúde (SUS), em que um profissional centraliza o acompanhamento e orientação de segurados e seus dependentes. Experiências iniciais, mostram, segundo as empresas, melhora no atendimento com redução de despesas entre 20% e 30%. Por enquanto, isso ainda não afeta as mensalidades, mas a expansão do modelo poderá reduzir o gastos de pacientes com mensalidades e taxas de coparticipação no longo prazo, dizem operadores do setor.

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