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Paulo Cesar Norões: vaias que podem vir para o bem

Ninguém gosta de ouvir vaias. Porém, para gente próxima a ele, os apupos direcionados a Ciro Gomes, em evento na Universidade Federal da Bahia, ontem, podem gerar um benefício político. Ajudam, creem, na estratégia de consolidar o distanciamento do pedetista em relação ao PT e, por extensão, ao Lulismo.

 

Ciro tem buscado se colocar como a liderança de uma nova esquerda, que não relativiza os erros cometidos nos governos de Lula e Dilma, mas entende a corrupção como desvio de conduta de maus políticos, não como algo intrínseco ao modo de governar dos esquerdistas.

 

Esse tipo de discurso, por certo, ainda vai resultar em muitas vaias, sobretudo dos lulistas mais fanáticos. Ciro, no entanto, não tem pressa, o olhar dele está em 2022. Até lá, acredita que é possível converter os que o vaiam hoje em apoiadores. E, a partir daí, tentar levar de volta os ideais progressistas ao comando da nação.

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Reassentados criticam abandono das Vilas Produtivas Rurais

RESSENTAMENTO RURAL

 

"Eu sinto falta da minha terra, do meu canto. Muitos amigos continuam lá", lamenta o agricultor Cícero Ananias Gonçalves. Sua família é só mais uma de centenas que moravam na faixa de implantação da obra do Projeto de Integração do Rio São Francisco (Pisf) e teve que morar em uma das diversas Vilas Produtivas Rurais (VPRs) construídas pelo Governo Federal nos estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba. A proposta era fornecer apoio aos agricultores, além de disponibilizar diversos serviços como educação, saúde e lazer. Na prática, no entanto, a realidade foi outra, conforme contam os habitantes de três vilas em Mauriti, Brejo Santo e Penaforte, no Cariri cearense.

 

A Vila Produtiva Rural Descanso, em Mauriti, recebeu quase 100 famílias desapropriadas pelo Projeto de Integração do Rio São Francisco. Na localidade, foram construídas casas de alvenaria numa área de 99m² de edificações, além de campo de futebol, praça, centro comunitário, uma escola e um posto de saúde. O problema é que estes dois últimos equipamentos não funcionam.

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Resumo do dia: pneumonia de Bolsonaro, mortes no Rio por causa da chuva, funcionários da Vale e Lula

Redação, O Estado de S.Paulo

07 Fevereiro 2019 | 19h40

 

SÃO PAULO - Boletim médico divulgado nesta quinta-feira, 7, pelo Hospital Albert Einstein informa que o presidente Jair Bolsonaro tem pneumonia. Seis pessoas morreram em função do temporal que atingiu o Rio de Janeiro na noite anterior. Engenheiros da Vale presos após a tragédia de Brumadinho foram soltos. A força-tarefa da Operação Lava Jato pediu uma pena de mais de 80 anos para o ex-diretor da DersaPaulo Vieira de Souza.

Quer saber os fatos mais importantes do dia? Confira abaixo as principais notícias desta quinta:

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Venezuela bloqueia na Colômbia comida e remédio enviados pelos EUA

Redação, O Estado de S.Paulo

07 Fevereiro 2019 | 17h51

 

CÚCUTA, COLÔMBIA - A primeira carga de ajuda humanitária internacional enviada pelos Estados Unidos para atenuar a crise vivida na Venezuela chegou à cidade colombiana de Cúcuta, na fronteira entre os dois países, informou nesta quinta-feira a embaixada dos Estados Unidos em Bogotá.

O carregamento, levado por caminhões, não cruzou a fronteira em razão da recusa do presidente Nicolás Maduro, que considera o envio um pretexto para uma intervenção americana no país.

"Primeiros caminhões de ajuda humanitária da Usaid estão na Colômbia, enquanto os Estados Unidos posicionam artigos de assistência destinados à Venezuela. A pedido do presidente interino, Juan Guaidó, trabalhamos para entregá-los o mais rápido possível", escreveu a embaixada no Twitter.

Caminhões com ajuda humanitária americana chegam a Cúcuta, na Colômbia
Caminhões com ajuda humanitária americana chegam a Cúcuta, na Colômbia  Foto: AP Photo/Fernando Vergara

“Mais de 50 toneladas de ajuda humanitária dos EUA já estão na Colômbia”, disse ontem o senador republicano Marco Rubio, em sua conta no Twitter. “O futuro dos líderes militares em uma Venezuela pós-Maduro dependerá da decisão de autorizar ou não a entrada de ajuda para o povo.”

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O Brasil não muda fácil, nem rápido

Por Gil Alessi

A direita veio para ficar. Independente do que ocorrer com o Governo de Jair Bolsonaro. “Nada aponta que se houver um fracasso desse Governo, ele será substituído por um governo de esquerda”, diz a socióloga e presidente do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), Angela Alonso.

Para ela, a ascensão da direita ao poder não é um fenômeno que começou recentemente, e sim algo construído ao longo de muitos anos. “As mudanças que tivemos no país desde a Constituinte de 1988 levaram as instituições numa direção mais progressista, e isso não é um consenso”, diz. Agora é a vez da “reação” a estes avanços.

Em conversa com o EL PAÍS em sua casa na zona oeste de São Paulo a professora da Universidade de São Paulo falou sobre a relação entre os protestos de junho de 2013 e a chegada de Bolsonaro ao poder, bem como sobre as falhas da esquerda no processo: “A rua não é mais da esquerda. Quem mais leva gente para rua é a Marcha para Jesus”.

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Pompeo diz que Hezbollah está ativo na Venezuela

O Hezbollah, movimento xiita libanês aliado ao Irã, atua na Venezuela e os Estados Unidos têm a “obrigação” de reduzir o risco de segurança regional que representa, disse o chefe da diplomacia norte-americana, Mike Pompeo.

 

O secretário de Estado disse na quarta-feira em entrevista à Fox Business que a questão será discutida na semana que vem na conferência de ministros em Varsóvia sobre o Oriente Médio

Perguntado se os EUA estão preocupados com a possibilidade de a Venezuela receber atores ligados ao terrorismo islâmico radical, Pompeo disse que o Hezbollah opera no país e isso representa um risco. ISTOÉ

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