Industriais do CE formulam ações para desburocratizar processos

Celebrando, neste ano, seu primeiro centenário de criação, o Centro Industrial do Ceará (CIC), braço político da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), irá focar em ações voltadas para desburocratização e simplificação dos trâmites entre empreendedores e o poder público.
Para isso, foi lançado, no início deste mês, o Programa de Otimização, Eficiência e Inovação do Ambiente de Negócios do Ceará, cujo principal objetivo é a redução do tempo gasto com os processos governamentais relacionados ao setor produtivo. "A gente pesquisou muito como esse tema está sendo tratado em outros municípios, estados e países, e essa questão de ter um governo digital é crescente, com vários exemplos de como a relação do poder público tanto com o cidadão como com o empreendedor pode se dar de forma digital", diz André Siqueira, presidente do CIC.
Fotossensores começam a ser retirados das rodovias federais do Ceará

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) iniciou a retirada dos fotossensores das estradas federais do Ceará. Na tarde desta segunda-feira (8), técnicos a serviço do órgão removeram os radares fixos que ficavam na rodovia BR-116, na altura do quilômetro 5, no Bairro Cajazeiras.
Além desse trecho, outros equipamentos foram removidos da BR-116, como no trecho da rodovia no Bairro Aerolândia, na altura do viaduto do Makro. O número oficial de radares desinstalados ainda não foi informado pelo Dnit. O órgão realiza uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira para divulgar mais detalhes sobre a mudança.
De acordo com a Superintendência Regional do Dnit no Ceará, a gestão dos contratos envolvendo os equipamentos é feita pela sede do órgão em Brasília, cabendo às superintendências regionais a sua operacionalização.
Governo determinará revisão geral em decretos, portarias, resoluções e outras normas
O governo federal decidiu revisar todos os decretos, portarias, resoluções e outras regras federais. A previsão do Palácio do Planalto e da equipe econômica é publicar nos próximos dias um decreto com a determinação.
O decreto, apelidado nos bastidores de "revogaço", ainda está sendo finalizado e estabelecerá prazos para ministérios, órgãos federais e órgãos da administração indireta começarem o processo.
Prestígio militar
Militares chefiam um terço dos ministérios do governo do capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL), além de ocuparem postos importantes no segundo escalão. Uma maioria expressiva dos brasileiros, 60%, considera essa sobrerrepresentação mais positiva que negativa, segundo pesquisa Datafolha realizada no início deste mês.
A aprovação não parece personalizada, dado que mais da metade dos entrevistados não soube nominar o vice-presidente, general Hamilton Mourão, e relatou desconhecer o general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional e um dos auxiliares mais destacados do presidente.
As Forças Armadas estão entre as instituições de maior prestígio no país, atestam pesquisas anteriores. Não estão identificadas à balbúrdia, à corrupção e à crise econômica produzidas nos últimos anos pela política tradicional. Em alguns estratos mais conservadores, podem satisfazer um anseio por autoridade e ordem.
A dieta moderna mata mais do que o cigarro, alerta estudo
O estudo alerta que dietas que incluem bebidas açucaradas, gordura trans e carnes processadas aumentam o risco de morte por diversas causas. (Thinkstock/VEJA)
A alimentação diária seguida por grande parte da população mundial é responsável por mais mortes do que o cigarro, alerta estudo publicado na quinta-feira no periódico científico The Lancet. O relatório indica que uma em cada cinco mortes ocorridas em 2017 estava associada ao consumo excessivo de sal, açúcar ou carne, ou por carência de cereais integrais e frutas. Os pesquisadores ainda destacaram que a má alimentação aumenta o risco de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e câncer – problemas que juntos somaram 11 milhões de mortes em 2017.
A pesquisa está alinhada com outros dois estudos publicados em janeiro que ressaltaram o vínculo entre alimentação, meio ambiente e mudança climática. “Estes três fenômenos interagem: o sistema alimentar não é apenas responsável pelas pandemias de obesidade e desnutrição, como também gera entre 25% e 30% das emissões de gases do efeito estufa”, escreveram os cientistas. Mas, ao contrário do estudo sobre a dieta da saúde planetária que insistia na redução drástica no consumo de carne e ovos, por exemplo, o novo relatório está longe da privação, indicando apenas a adição de alimentos mais saudáveis à dieta.
Para chegar a esses resultados, a pesquisa analisou quase vinte anos de dados dietéticos de 195 países, além de estudos epidemiológicos sobre riscos e benefícios para a saúde relacionados à nutrição, rastreando também morte prematura e deficiências provocadas por mais de 350 doenças.
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