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Maior avião do mundo faz seu primeiro voo na Califórnia

 
 
SÃO PAULO

/ FOLHA DE SP

Com a envergadura de um campo de futebol americano, o maior avião do mundo voou pela primeira vez neste sábado (13). O megajato tem 117 metros de uma asa a outra, quase 87 metros de comprimento, dois cockpits e seis motores. Pesa 227 toneladas.

A aeronave vem sendo desenvolvida há anos pela Stratolaunch Systems, empresa criada em 2011 pelo cofundador da Microsoft Paul Allen, morto em outubro do ano passado.

No voo de teste deste sábado, o avião decolou do aeroporto de Mojave, na Califórnia. 

O avião da Stratolaunch é, na verdade, uma plataforma gigante projetada para lançar satélites na órbita baixa da Terra. Seria uma alternativa mais barata para companhias militares e privadas adentrarem o espaço.

Satélites na órbita baixa podem fornecer, por exemplo, sistemas de comunicação e conexão à internet de banda larga para áreas mais remotas na Terra. 

Para ser forte para aguentar um foguete de lançamento do satélite, mas ainda leve para voar, o Stratolaunch é feito em grande parte com material de fibra de carbono em vez de alumínio.

MAIOR AVIÃO DO MUNDO

Após denúncia de ameaça contra deputada, Janaína pede demissão de ministro do Turismo

Bárbara Nascimento e Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2019 | 15h34

 

A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) pediu neste sábado, em sua conta no Twitter, a demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O pedido ocorre após a deputada federal Alê Silva (PSL-MG) ter solicitado proteção policial alegando ter recebido ameaças do ministro, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo.

"Todo meu apoio à Deputada Federal Alê Silva. E agora, Presidente? O Ministro do Turismo fica? A Deputada Federal eleita também estaria mentindo? Exijo a demissão do Ministro! Não tem que esperar conclusão de inquérito nenhum!", disse.

Janaina Paschoal e Marcelo Alvaro Antonio
Janaina Paschoal, deputada estadual do PSL-SP, e Marcelo Alvaro Antonio, ministro do Turismo Foto: Dida Sampaio/Estadão e Valter Campanato /Agência Brasil

Ela diz ter conversado com Alê. "Telefonei para a Deputada, que não para de chorar! Como é que pode uma situação dessas e o Presidente não tomar providências? Não pode! O afastamento do Ministro não implicará atribuição de culpa, apenas um sinal de que o Presidente se importa com as mulheres de seu partido."

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PROGRAMA DESTAQUE POLITICO EDIÇÃO DO DIA 13 DE ABRIL 2019

AS MANCHETES

PF DESCOBRE FRAUDES DE R$ 800 MIL EM APOSENTADORIAS RURAIS

 

COMISSÃO REALIZA DEBATE SOBRE JORNADA DE TRABALHO DE ENFERMEIROS, TÉCNICOS E AUXILIARES NESTA TERÇA-FEIRA

FRENTE PARLAMENTAR VAI LUTAR PELA PERMANÊNCIA DO FUNDEB

AL APROVA PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO PELO EXECUTIVO POR DESAPROPRIAÇÃO DE IMÓVEIS 

OSMAR BAQUIT PROPÕE FISCALIZAÇÃO DE CONSÓRCIOS DE SAÚDE NO ESTADO

QUEIROZ FILHO APONTA IMPACTOS DO PROGRAMA MÉDICO DA FAMÍLIA CEARÁ

SÉRGIO AGUIAR COMEMORA CRESCIMENTO DO TURISMO DE EVENTO NO CEARÁ

O COMENTÁRIO DO DIA

Momento inadequadoNotas e Informações, O Estado de S.Paulo

Chega a ser comovente, para quem acompanha há mais tempo seu envolvimento com questões tributárias, a dedicação com que o economista Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque defende sua ideia de unificação de impostos para a simplificação do sistema vigente no País e para a redução da carga tributária. Por muito tempo, Cintra defendeu a ideia do imposto único.

No cargo de secretário especial da Receita Federal do Brasil, Cintra está preparando uma reforma no sistema de impostos que tem como ideia central justamente a unificação de tributos, como disse ao Estado. Numa segunda etapa, com a participação do Legislativo, o secretário da Receita pretende apresentar uma proposta de emenda constitucional que unificaria num único tributo federal impostos hoje estaduais, como o ICMS, e municipais, como o Imposto sobre Serviços.

A mudança do sistema de impostos, para simplificá-lo e reduzir seu peso sobre a atividade econômica, é reclamada há muito tempo pelo setor produtivo e pelos contribuintes em geral. Mas será este o momento político adequado para propô-la? E será esta a forma mais adequada para mudar nosso sistema de impostos, taxas e contribuições?

Segundo Cintra, cinco tributos federais – PIS, Cofins, IPI, parte do IOF e talvez CSLL – serão unificados numa única cobrança. Além disso, também será definido o fim da contribuição das empresas ao INSS. Para compensar a queda de arrecadação, seria criado um novo tributo sobre meios de pagamento, mais amplo que a extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Ao contrário desta, o novo tributo incidiria sobre “toda e qualquer transação econômica, incluindo as que ocorrem fora do sistema bancário”.

O secretário da Receita foi bastante específico ao justificar as diferenças: “A CPMF pegava só as transações do sistema bancário. Por exemplo, escambo não seria atingido pela CPMF. Pelo uso de papel-moeda também”. Para atingir todas as modalidades de transações, a legislação a ser por ele proposta estabelecerá que o imposto incidirá sobre todo e qualquer pagamento.

As distorções geradas pelo tributo sobre movimentação financeira – o fato de ser cumulativo, isto é cobrado em cascata, retirar competitividade do produto nacional e incidir proporcionalmente mais sobre quem ganha menos – e que acabaram por forçar sua extinção seriam suficientes para colocar em questão um dos pontos centrais da proposta em exame pelo secretário da Receita.

Mas o caráter distorcivo desse tributo, que pode ser acentuado pelo substituto mais amplo que está sendo preparado, é apenas um dos aspectos questionáveis da proposta.

Não há dúvida de que o sistema tributário precisa ser reformado de maneira profunda e eficaz, para, como prenuncia Cintra, termos tributos mais eficientes e simplificados. Também é do interesse do País que a carga tributária seja gradualmente reduzida, como projeta o secretário da Receita. Outro objetivo da reforma, segundo Cintra, é desonerar a folha de salários para propiciar a geração de empregos.

É uma meta mais que desejada, sobretudo num momento em que o País abriga mais de 12 milhões de desempregados e muitos outros milhões de trabalhadores subutilizados ou na informalidade.

O que se questiona na proposta, além do fato de ela se basear no aumento do peso de um tributo distorcivo, é o momento de sua apresentação. Só agora a tramitação no Congresso do mais importante dos projetos de interesse do País no momento, o de reforma da Previdência Social, começa a ser destravada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, com a apresentação do relatório do deputado Marcelo Freitas (PSL-MG).

Há um longo caminho a ser percorrido até a votação da proposta no plenário da Casa e depois pelo Senado.

Por envolver interesses de outras instâncias de governo – pois implica mudanças dramáticas na forma de arrecadação dos Estados e dos municípios –, a aprovação de uma proposta de ampla reforma tributária como a que o secretário Marcos Cintra está preparando exige grande esforço político e notável capacidade de negociação do governo federal.

Não será de tal forma desgastante iniciar tal debate neste momento a ponto de comprometer outras iniciativas de igual ou maior relevância para o País?

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Vaticano reabre escadas que Jesus teria subido antes de julgamento

ROMA

As escadas pelas quais Jesus Cristo teria subido para se apresentar ao prefeito romano da Judeia, Pôncio Pilatos, foi reaberta na quinta (11) em Roma pelo Vaticano.

Os 28 degraus de mármore foram trazidos de Jerusalém a Roma durante o reinado do Imperador Constantino, de acordo com uma lenda nunca verificada, que também afirma que o último deles teria uma mancha do sangue de Jesus. 

FIÉIS SE AJOELHAM EM ESCADA DE JESUS

Em 1723, a escada foi coberta com tábuas de madeira para protegê-la do desgaste causado pelos peregrinos que visitavam o local.  As tábuas foram retiradas brevemente em 1950 —desde então, a escada permanecia coberta e inacessível ao público.

Nina, uma ucraniana que vive em Roma, foi uma das primeiras que se ajoelhou nos degraus de mármore, alguns deles com partes afundadas em até 15 centímetros após séculos de peregrinações. 

"Vim orar por meu país, que está em guerra", disse ela. 

"Foi muito emocionante saber que estávamos na mesma escada que Cristo", disse a italiana Angela. 

Depois que a cobertura de madeira foi retirada, os restauradores se surpreenderam ao descobrir milhares de pequenos bilhetes e moedas deixados pelos peregrinos, afirmou Paolo Violini, um dos responsáveis pelas obras. 

Eles também encontraram duas cruzes embutidas nos degraus da parte superior que marcavam o lugar onde Jesus teria ficado durante a audiência com os juízes romanos. 

Porém, nada comprova que esta escada, que está em Roma há vários séculos, seja aquela de Jerusalém da época de Jesus.  "Não temos certeza científica, mas agora existe a possibilidade de fazer estudos para prová-lo", disse Violini.

Por dois meses, a partir da quinta, a "scala santa" (escada santa) estará abertoa ao público antes de ser coberta novamente, afirmou  Barbara Jatt, diretora dos museus do Vaticano que participou do processo de restauração. 

AFP / COM FOLHA DE SP

Aprovação ao Congresso sobe e atinge um quinto dos brasileiros, aponta Datafolha

Flávia Faria / FOLHA DE SP
SÃO PAULO

Apesar de a imagem da maioria dos brasileiros sobre deputados e senadores não ser positiva, a aprovação à atuação do Congresso Nacional aumentou e atingiu neste ano um quinto da população (22%), segundo pesquisa Datafolha. 

Trata-se do maior patamar já aferido em início de legislatura pelo instituto (que fez pesquisas semelhantes em 2007 e 2015). Ele é registrado após uma eleição com grau histórico de renovação no LegislativoEm abril de 2015, só 11% tinham avaliação boa ou ótima do Congresso. Em 2007, eram 16%.

 

Embora esse índice tenha subido para 22% em 2019, a fatia dos que reprovam os congressistas é maior (32% os classificam como ruins ou péssimos). Outros 41% avaliam a atuação deles como regular, e 5% não souberam opinar.

A aprovação ao Congresso é maior entre evangélicos pentecostais (31%), moradores da região Sul (27%), partidários do PSL (53%) e entre quem avalia o governo de Jair Bolsonaro (PSL) como ótimo ou bom (41%). 

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Momento inadequado

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2019 | 03h00

 

Chega a ser comovente, para quem acompanha há mais tempo seu envolvimento com questões tributárias, a dedicação com que o economista Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque defende sua ideia de unificação de impostos para a simplificação do sistema vigente no País e para a redução da carga tributária. Por muito tempo, Cintra defendeu a ideia do imposto único. No cargo de secretário especial da Receita Federal do Brasil, Cintra está preparando uma reforma no sistema de impostos que tem como ideia central justamente a unificação de tributos, como disse ao Estado. Numa segunda etapa, com a participação do Legislativo, o secretário da Receita pretende apresentar uma proposta de emenda constitucional que unificaria num único tributo federal impostos hoje estaduais, como o ICMS, e municipais, como o Imposto sobre Serviços.

A mudança do sistema de impostos, para simplificá-lo e reduzir seu peso sobre a atividade econômica, é reclamada há muito tempo pelo setor produtivo e pelos contribuintes em geral. Mas será este o momento político adequado para propô-la? E será esta a forma mais adequada para mudar nosso sistema de impostos, taxas e contribuições?

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