Tucanato engasga com Bonifácio e engole Aécio
Num esforço para tomar distância do relatório que servirá de base para o enterro da segunda denúncia contra Michel Temer, o PSDB executa uma coreografia confusa. Afastou da Comissão de Justiça da Câmara o deputado Bonifácio de Andrada, o tucano escalado pelo Planalto para fazer o papel de coveiro. O afastamento é cenográfico, pois Bonifácio continua responsável pela redação do relatório fúnebre da denúncia. Mas os tucanos gritam: “Já não temos nada a ver com isso.”
Gony Arruda critica decisão do STF sobre a Lei da Ficha Limpa
Carlos Felipe repercute projeto do Senado que avalia servidores públicos
Dep. Carlos Felipe ( PCdoB )foto: Maximo Moura
Heitor Férrer lamenta corte de recursos para cooperativa de médicos
Dep. Heitor Ferrer ( PSB )foto: Maximo Moura
Ferreira Aragão cobra ações na segurança e penas alternativas para jovens
Dep. Ferreira Aragão ( PDT )foto: Maximo Moura
Capitão Wagner comenta situação dos policiais civis e da segurança pública
Dep. Capitâo Wagner ( PR )foto: Maximo Moura
Agenor Ribeiro lamenta recrudescimento da violência no interior do Estado
Dep. Agenor Ribeiro ( PSDC )foto: Maximo Moura
Agenor Ribeiro lembrou que munícipes de Nova Olinda, por exemplo, precisam se deslocar para Juazeiro para sacar dinheiro. “É um verdadeiro transtorno para a população. Se houver banco, os bandidos explodem, e como não tem, as pessoas se deslocam de 80 a 100 quilômetros apenas para tirar dinheiro”, explicou.
Endividado? Declare-se extinto e vire uma igreja!
Às vésperas do enterro da segunda denúncia contra Michel Temer, a Câmara arranca do governo todas as vantagens que o déficit público pode financiar. Insatisfeitos com tudo o que já obtiveram em cargos e verbas, os deputados querem mais. Aprovaram na noite passada a penúltima versão do Refis, o programa de refinanciamento de débitos tributários. Armou-se uma grande farra.
Senado aprova reforma da Lei de Execução Penal; projeto vai à Câmara
O Senado aprovou nesta quarta-feira (4) um projeto que promove uma reforma da Lei de Execução Penal.
Entre as mudanças previstas na proposta, está a definição de limite máximo de oito presos por cela. A redação em vigor da lei, que é de 1984, prevê que o condenado “será alojado em cela individual”, situação rara nos presídios brasileiros.
Fundo público de R$ 2 bi para campanhas é aprovado e vai à sanção de Temer
| Pedro Ladeira/Folhapress | ||
![]() |
||
| Plenário da Câmara, em Brasília, durante votação de proposta de reforma política, nesta quarta |



