Câmara aprova 100% de capital estrangeiro nas aéreas e proibição de cobrança por bagagem
Por Sara Resende e Gustavo Garcia, TV Globo e G1 — Brasília
Maia diz que não aceitará que Legislativo seja atacado por representantes do Executivo
22 de maio de 2019 | 00h32
Brasília - Após ter rompido publicamente com o líder do governo na Câmara, major Vitor Hugo (PSL-GO), por críticas que teriam sido feitas por ele ao Congresso, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que não irá mais aceitar um tratamento desrespeitoso por parte de representantes do governo em relação ao Legislativo. Maia evitou responsabilizar o presidente Jair Bolsonaro pelo comportamento, mas disse que ele dá "sinais trocados".
Sobre o episódio com o líder do governo, Maia afirmou não ter ficado "zangado com ninguém", mas voltou a dizer que uma charge compartilhada por Vitor Hugo há cerca de dois meses no grupo de Whatsapp do PSL, atacou a Câmara institucionalmente e foi "desrespeitosa". A mensagem associava a negociação do governo com o Congresso a sacos de dinheiro. Maia teve acesso à sátira.
Sérgio Aguiar registra eventos durante fim de semana no Interior
Deputado Sérgio AguiarFoto: Edson Júnior Pio
“É para ampliar o número de vagas de estacionamento público para aqueles que visitam o comércio do município”, destacou.
Heitor Férrer lamenta fechamento de unidades do Sine/IDT
Deputado Heitor FérrerFoto: Edson Júnior Pio
De acordo com Heitor Férrer, os municípios que perderão suas agências do Sine “ficarão mais pobres”. “Perderam os órgãos responsáveis pela intermediação entre empregador e candidato, em uma época em que há perdas de postos de trabalho frequentes e a economia nacional não deslancha”, avaliou.
O Ceará, assim, passará a ter, de 32 unidades do Sine espalhadas pelo estado, apenas 18. Entre os municípios que serão afetados pela medida estão Barbalha, Baturité, Camocim, Canindé, Cascavel, Crato, Maranguape, Morada Nova, Russas, Tauá, Ubajara, Pacatuba, entre outros.
PE/LF
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Bruno Gonçalves rebate críticas de prefeito de Paraipaba
Conforme explicou o parlamentar, o prefeito deu entrevista a um programa de rádio do município e teria feito críticas a ele e ao vereador Garcia da Zabelê. “O prefeito Dimitri se referiu ao vereador e a mim com ironias e disse que ira processar o vereador por se sentir ofendido com um vídeo gravado pelo mesmo”, relatou.
Segundo Bruno Gonçalves, Dimitri teria dito na entrevista que o vereador não realiza um bom trabalho nem por sua comunidade e que o deputado nunca destinou emendas para o município. “Quanto às emendas, nunca coloquei e não coloco. A gestão vive inadimplente. E se o vereador não fizesse um bom trabalho em sua comunidade, não teria tirado 202 votos para deputado federal, inclusive superando o candidato do próprio prefeito”, salientou.
Bruno Gonçalves relembrou ainda sua história de amizade com o vereador Garcia da Zabelê, que teve início em 1999 quando ele começou a trabalhar nas obras de um hotel que a família do parlamentar estaria instalando em Paracuru. “Ele era menor de idade e foi morar conosco, onde investimos em sua educação, tornando-se técnico em manutenção de ar condicionado. É um grande amigo”, defendeu.
Sérgio Aguiar comemora sucesso de grupos empresariais cearenses
Deputado Sérgio AguiarFoto: Edson Júnior Pio
De acordo com o parlamentar, enquanto o grupo Hapvida divulgou a compra do Grupo São Francisco por R$ 5 bilhões, a Arco Educação comunicou a aquisição do sistema de ensino do Grupo Positivo, avaliado em R$ 1,65 bilhão.
Para o deputado, são duas empresas genuinamente cearenses que ultrapassam fronteiras em setores de serviço que o Estado do Ceará se destaca, como saúde e educação.
Apóstolo Luiz Henrique defende projeto que beneficia cuidadores
Deputado Apóstolo Luiz HenriqueFoto: Edson Júnior Pio
“Peço aos pares da Casa que possam estar conosco, dando apoio para que possamos ver essas pessoas sendo cuidadas, amadas”, justificou. O projeto 244/19 estabelece que cuidador com laços afetivos compreende-se todo aquele que desempenhe funções dentro ou fora do ambiente domiciliar, sem recebimento de remuneração, sem vínculo trabalhista ou de prestação de serviço de natureza remuneratória, bastando como razão suficiente para o cuidado o vínculo familiar, afetivo ou emocional com a pessoa cuidada.
Maia bate boca com líder do governo e diz que o excluiu de relações
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), bateram boca nesta terça-feira (21).
Antes de encerrar reunião com líderes partidários, Maia afirmou que tem sido alvo de ataques constantes do governo e de seu líder na Câmara, e que havia excluído o deputado de suas relações pessoais.
“Fui atacado e por isso exclui ele das minhas relações pessoais”, disse Maia, segundo líderes que participaram do encontro.
De acordo com relatos, o presidente da Câmara disse que, antes de encerrar a reunião, precisava expor um fato que havia ocorrido há alguns meses.
O presidente se referia a um episódio de março, em que o líder do governo criticou Maia e a "velha política". Na ocasião, o deputado enviou para correligionários postagens sobre supostas negociações de cargos nos governos Michel Temer (MDB) e Dilma Rousseff (PT) em troca do apoio do Congresso.
Moreira quer apresentar relatório da Previdência em 15 dias
19 de maio de 2019 | 13h33
O relatório final da reforma da Previdência deve ser apresentando em 15 dias. A previsão foi dada pelo relator da proposta, Samuel Moreira (PSDB-SP), ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o secretário da Previdência, Rogério Marinho, em encontro na manhã deste domingo.
Os três se reuniram por cerca de duras horas na residência oficial da Presidência da Câmara. O objetivo inicial era tratar dos ajustes no texto que vai alterar as regras da aposentadoria no País, mas também serviu para que Maia sinalizasse ao governo que vai encampar a proposta final do relator.
Bolsonaro divulga texto de autor desconhecido que fala num Brasil ‘ingovernável’ fora de conchavos
17 de maio de 2019 | 13h13
BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro distribuiu, na manhã desta sexta-feira, 17, em diversos grupos de WhatsApp um texto de “autor desconhecido” que trata das dificuldades que ele estaria enfrentando para governar. O texto diz que o presidente está sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os Poderes e afirma que o País “está disfuncional”, não por culpa de Bolsonaro, mas que “até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”.
Procurado pelo Estado para comentar sobre a mensagem, o presidente respondeu por meio do porta-voz: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”
Ao compartilhar o texto, o presidente escreveu: “Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.”



