Celso de Mello alerta para ‘o assalto e tentativa de captura do Estado e de suas instituições’
Em julgamento histórico da Corte, que mandou Eduardo Cunha para o banco dos réus, ministro decano do Supremo Tribunal Federal afirmou que corrupção 'constitui um gesto de perversão da ética do poder'
O ministro Celso de Mello (á esquerda) votou pela abertura da ação penal contra contra Eduardo Cunha (à esquerda). Fotos: Câmara dos Deputados e Estadão
O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal, votou com outros nove integrantes da Corte, nesta quinta-feira, 3, pela abertura da ação penal contra o presidente da Câmara Eduardo Cunha, agora réu da Operação Lava Jato, e fez um alerta. “A gravidade da corrupção governamental, não importa em que instância de poder manifestada, se no Poder Legislativo, no Poder Executivo ou no Poder Judiciário, não importa, a gravidade da corrupção governamental evidencia-se pelas múltiplas consequências.”
Odebrecht repassou quase R$ 22 milhões a João Santana
Uma planilha de contabilidade paralela feita pela construtora Odebrecht e apreendida pela Polícia Federal na Operação Lava Jato mostra novos repasses - ainda não revelados - do grupo do herdeiro Marcelo Odebrecht para o marqueteiro João Santana. Os pagamentos somam 21,5 milhões de reais e foram feitos entre outubro de 2014 e julho de 2015, período da campanha à reeleição da presidente Dilma Rousseff e dos primeiros meses do segundo mandato da petista, já sob efeito da Operação Lava Jato. Os repasses variam de 500.000 reais a 1 milhão de reais.
Se acusações de Delcídio forem comprovadas, Lula e Dilma podem parar na cadeia

A presidente Dilma Rousseff chegou ao fim da linha. Acabou. O melhor que ela pode fazer agora, já afirmei isso aqui tantas vezes, é renunciar ao mandato, o que ensejaria também que a máquina petista, cada vez mais embrenhada no crime, fosse apeada do estado brasileiro. Mas ela ainda vai resistir. Se o fizer, será deposta pelas leis. Quanto mais tempo isso demorar, pior para o Brasil.
A delação de Delcídio - ISTOÉ
Revelações do senador à força-tarefa da Lava Jato, obtidas por ISTOÉ, complicam de vez a situação da presidente Dilma e comprometem Lula
Débora Bergamasco, de Curitiba
Pouco antes de deixar a prisão, no dia 19 de fevereiro, o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) fez um acordo de delação premiada com a força-tarefa da Lava Jato. ISTOÉ teve acesso às revelações feitas pelo senador. Ocupam cerca de 400 páginas e formam o mais explosivo relato até agora revelado sobre o maior esquema de corrupção no Brasil – e outros escândalos que abalaram a República, como o mensalão. Com extraordinária riqueza de detalhes, o senador descreveu a ação decisiva da presidente Dilma Rousseff para manter na estatal os diretores comprometidos com o esquema do Petrolão e demonstrou que, do Palácio do Planalto, a presidente usou seu poder para evitar a punição de corruptos e corruptores, nomeando para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) um ministro que se comprometeu a votar pela soltura de empreiteiros já denunciados pela Lava Jato.
Lula obtém habeas corpus preventivo, mesmo sem a possibilidade de condução coercitiva. É truque!
Embora o Ministério Público de São Paulo já tenha informado que não havia determinação nenhuma de condução coercitiva de Lula no caso de ele não aceitar a convocação par depor, seus advogados insistiram no pedido de habeas corpus preventivo, que foi concedido. Trata-se apenas de pressão política. Ajuda a inflamar a militância. Fica parecendo que, se é assim, então é sinal de que algum abuso está em curso. Leiam texto de Felipe Frazão, NA VEJA.com:
Havia câmeras por toda a parte, afirma arquiteto do sítio de Atibaia
Igenes Irigaray Neto relatou ao Ministério Público que se reportava sempre ao caseiro 'Maradona', do Santa Bárbara, frequentado pelo ex-presidente Lula
O arquiteto e urbanista Igenes dos Santos Irigaray Neto, que trabalhou em 2011 nas obras do sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), frequentado pelo ex-presidente Lula e sua família, revelou detalhes do local em depoimento ao Ministério Público de São Paulo. Segundo Igaray Neto, o sítio é ‘totalmente fechado e havia câmeras por toda a parte’.
Tribunal Eleitoral inclui documentos Acrônimo em ação contra campanha de Pimentel
O pedido foi feito pelo Ministério Público Eleitoral, que denunciou o governador de Minas por abuso de poder econômico, em 2015 e atendido pelo desembargador relator Domingos Coelho; defesa de petista recorreu da decisão, sem sucesso
Belo Horizonte - O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG) manteve por 5 votos a 1 a anexação de documentos da Operação Acrônimo ao processo movido pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) contra o governador Fernando Pimentel (PT) por abuso de poder econômico nas eleições de 2014.
LULA LANÇA SITE COM AÇÕES POR CALÚNIAS E OFENSAS

Defesa do ex-presidente Lula está lançando um site, que se chama A Bem da Verdade, que terá todas as ações, cíveis e criminais, movidas por ele contra jornalistas ou personalidades por ofensas; segundo a colunista Mônica Bergamo, a página traz também todas as respostas jurídicas do petista às várias investigações que estão sendo feitas contra ele e reunirá ainda as notas à imprensa já divulgadas por ele; de outubro de 2015 até agora, por exemplo, foram 33 textos contestando reportagens publicadas por veículos de comunicação; nesta terça-feira, o Instituto Lula divulgou uma troca de e-mails com o Globo ironizando mais um “capítulo da história do jornalismo investigativo brasileiro, digno de um filme que mereceria o Oscar ("Os pedalinhos")”; afirma que os pedalinhos que estão no sítio de Atibaia, novo alvo contra Lula, foram adquiridos por Dona Marisa, que também adquiriu uma canoa de alumínio. BRASIL 24=7
Pedalinhos em sítio de Atibaia foram comprados por assessor da Presidência

SÃO PAULO — Os dois pedalinhos que estão no lago do sítio de Atibaia (SP) e que possuem capa com os nomes de dois netos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foram comprados por um assessor especial da Presidência da República. O trabalho do subtenente Edson Antonio Moura Pinto, de 48 anos, é "apoio a ex-presidentes da República". Os brinquedos, em forma de cisne branco, têm capas pretas com os nomes de Pedro e Arthur, e apareceram em uma imagem aérea exibida na edição desta segunda-feira do “Jornal Nacional”.
Justiça bloqueia R$ 28 mi de Mônica Moura e R$ 2,7 mi de João Santana

Em cumprimento a uma ordem do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, o Banco Central comunicou nesta segunda-feira que bloqueou mais de 28 milhões de reais em quatro contas de Mônica Moura, mulher e "caixa" do marqueteiro do PT, João Santana. O valor é dez vezes superior ao encontrado em contas vinculadas ao CPF de João Santana no país: 2,7 milhões de reais, também congelados.




