Pesquisa Datafolha de 14 de setembro para presidente por sexo, idade, escolaridade, renda e região
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (14) apurou os percentuais de intenção de voto para presidente da República.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S. Paulo".
Derretimento de Marina reduz a três os candidatos a adversário de Bolsonaro
A nova pesquisa do Datafolha consolida a liderança de Jair Bolsonaro (26%), confirma o derretimento de Marina Silva (8%) e sinaliza uma ascensão fulminante de Fernando Haddad (13%). Nessa configuração, Bolsonaro bloqueia uma vaga no segundo turno. E a disputa pela segunda vaga restringe-se agora a três candidatos: Haddad, Ciro Gomes (13%) e Geraldo Alckmin (9%).
Leia mais:Derretimento de Marina reduz a três os candidatos a adversário de Bolsonaro
Bolsonaro vai a 26%; Haddad e Ciro têm 13%, diz pesquisa
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira, 14, revela que Jair Bolsonaro (PSL) oscilou dois pontos porcentuais para cima e chegou a 26% das preferências na campanha presidencial das eleições 2018. Fernando Haddad (PT) avançou de 9% para 13% e ficou com a mesma taxa de Ciro Gomes (PDT), que permaneceu com o índice do levantamento anterior.
Leia mais:Bolsonaro vai a 26%; Haddad e Ciro têm 13%, diz pesquisa
Disputa presidencial segue rumo à polarização entre extremos ideológicos
A 23 dias da eleição, a corrida presidencial continua em aberto, mas com a tendência de uma polarização entre os candidatos que representam os extremos ideológicos.
De um lado, o líder nas pesquisas de intenção de voto, Jair Bolsonaro (PSL), representando a direita, e de outro, Fernando Haddad (PT) ou Ciro Gomes (PDT), representando a esquerda, que aparecem empatados com 13% das intenções de votos, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (14).
Leia mais:Disputa presidencial segue rumo à polarização entre extremos ideológicos
Ódio na eleição
Bethânia cantava os versos de uma canção de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri que dizia que “um tempo de guerra” é “um tempo sem sol”. Um tempo em que a opção pela radicalização e pelo ódio obscurece qualquer possibilidade de bom senso e racionalidade. O período retratado pela canção era aquele em que, no dia 25 de julho de 1966, uma bomba explodia no Aeroporto dos Guararapes em Recife, marcando o início da opção por parte da esquerda de combater a ditadura militar pela luta armada. Uma opção que, já na sua estreia, demonstrava os grandes riscos de equívoco. O alvo era o então ministro do Exército, Arthur da Costa e Silva. Mas os que morreram foram dois inocentes: o jornalista Edson Régis de Carvalho e o almirante reformado Nelson Gomes Fernandes. Costa e Silva escapou do atentado e virou presidente, assinando mais tarde o AI-5, que mergulhou o Brasil no seu pior tempo de trevas e autoritarismo


