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Delatada por Palocci, Gleisi levou tranco de Moro

José Nêumanne

03 de julho de 2019 | 16h10

Na Câmara Moro ouviu absurdos como ser chamado de “juiz corrupto” por adoradores do brasileiro mais corrupto de todos os tempos. Foto: Gabriela Biló/Estadão

A superterça 2 de julho teve três fatos muito relevantes na mesma tarde na Câmara dos Deputados. Na CPI do BNDES Palocci desmontou o playmobil da inocência do presidiário Lula em negociatas com Odebrecht e ditador comunista de Angola. Na CCJ suspeitos da Lava Jata tentaram constranger o ministro Moro e não recuperaram com isso um milímetro da própria moral. E a luta pela manutenção de privilégios da máquina pública ou privada para escapar da reforma da Previdência comprometeu essa saída da crise. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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O impacto do Acordo Mercosul-União Europeia para o Brasil

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O Acordo de Associação anunciado entre Mercosul e União Europeia na sexta-feira (28/6), em Bruxelas, representa, nas palavras do presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, “um momento histórico”[1], pois, em meio às tensões do comércio internacional geradas pelas políticas protecionistas americanas e chinesas, os países do Mercosul e da União Europeia estão enviando um forte sinal ao mundo de que é possível promover o livre-comércio baseado em regras e benefícios recíprocos.

Para o Mercosul, representa o fim de uma política comercial isolacionista que já durava mais de 20 anos sem a assinatura de acordos comerciais relevantes, dando um novo fôlego para o bloco regional, que parecia adormecido nas suas relações internacionais e na relevância política interna concedida pelos governos.

Sem dúvida, o acordo comercial, dada sua envergadura e impacto na economia dos países envolvidos, é aquele que na mídia tem tomado maior espaço, porém, este é apenas um dos três pilares de uma parceria mais ampla, compreendida no Acordo de Associação, que é composto também dos pilares correspondentes ao diálogo político e de cooperação, além do já anunciado livre-comércio.

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Bolsonaro e Moro vão entregar arsenal para as policias estaduais

O País terá, nesta quarta-feira, mais uma oportunidade de ver a dupla Jair Bolsonaro e Sergio Moro em ação.

Segundo informa a Veja Online, por volta das 15h30min, o ministro da Justiça vai entregar, ao lado do presidente, um verdadeiro arsenal de segurança para polícias de todos os estados e do Distrito Federal.

São cerca de 42.000 itens (entre armamentos, munições, viaturas, equipamentos de proteção individual, equipamentos de proteção coletiva e coletes balísticos), avaliados em cerca de 43 milhões de reais, que foram doados pela Força Nacional da Segurança Pública aos estados. COM BLOG DO ELIOMAR

O custo de se tirar estados e cidades

POR MÍRIAM LEITÃO

Manifestação de servidores na Assembleia do Rio

O custo de excluir os estados e municípios da reforma da Previdência pode chegar a R$ 520 bilhões em dez anos. Caso nenhum estado ou município faça a sua reforma, a manutenção das regras atuais impedirá uma economia de R$ 350 bilhões nos sistemas estaduais e de R$ 170 bilhões nos municipais. Ainda assim, a reforma como ficou na sua versão final nessa comissão especial é a mais ampla já feita até agora e representa, segundo calcula o governo, uma economia de R$ 1 trilhão em dez anos.

No seu voto complementar, o deputado Samuel Moreira constitucionalizou o critério de um quarto de salário mínimo como a renda familiar per capita para a pessoa receber, após os 65 anos, o Benefício de Prestação Continuada. Para uma reforma que queria, inicialmente, desconstitucionalizar todos os parâmetros, pode parecer uma derrota. Não foi. Nesse ponto estava havendo uma sucessão de decisões judiciais dando o direito de receber o BPC a pessoas com renda familiar mais alta do que estava prevista na lei que criou o benefício. Tem havido também decisões aceitando o cálculo da renda com o desconto de várias despesas. O gasto com o BPC estava aumentando desde uma decisão do STF que deu margem a essas sentenças.

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Na Câmara, Moro diz que há 'tentativa criminosa de invalidar condenações'

BRASÍLIA — Em depoimento naCâmara dos Deputados nesta terça-feira, o ministro da Justiça,Sergio Moro, reforçou o discurso de que a divulgação de mensagens atribuídas a ele e ao coordenador da Lava-Jato , o procuradorDeltan Dallagnol , caracteriza uma tentativa de atrapalhar a operação e invalidar condenações. O discurso já havia sido adotado em sessão no Senado, no dia 19 de junho, para tratar do mesmo tema. Moro havia sido convidado para falar aos deputados na semana passada, mas desmarcou e pediu para comparecer em nova data. A sabatina na Casa durou mais de sete horas e foi encerrada por volta de 21h50, quando o ministro deixou a sessão após ser chamado de "juiz ladrão" e um bate-boca entre deputados inviabilizar a continuidade da audiência.

Aos parlamentares, Moro afirmou suspeitar que os vazamentos envolvam criminosos empenhados em impedir que as investigações cheguem até eles. Nas últimas semanas, o site The Intercept Brasil publicou uma série de reportagens que sugerem ter existido um conluio com a acusação (representada pelo Ministério Público Federal, MPF) em processos que Moro julgou na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba.

— A meu ver existe uma tentativa criminosa de invalidar condenações e o que é pior: a minha principal suspeita é que o objetivo principal seja evitar o prosseguimento das investigações. Criminosos que receiam que as investigações cheguem até eles e estão querendo se servir desse expediente para impedir que as investigações prossigam — disse Moro na abertura da sessão.

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Toffoli defende retomada de obras paradas na área de educação

OBRAS INACABAS TOFFILI

 

BRASÍLIA - O presidente do Supremo Tribunal Federal ( STF ), ministro Dias Toffoli , defendeu nesta terça-feira a retomada deobras públicas paradas no país antes que sejam iniciadas novas construções. Para ele, devem ser priorizadas as retomadas de obras ligadas à educação . Segundo levantamento prévio do Conselho Nacional de Justiça ( CNJ ), órgão que Toffoli também preside, existem hoje 2.115 obras paralisadas relacionadas à área de educação, sendo que 728 dessas são ligadas à educação infantil, inckuindo creches e pré-escolas.

 

Toffoli falou sobre o assunto nesta terça-feira na Câmara dos Deputados, no evento de instalação da comissão destinada a monitorar obras públicas inacabadas no país. O ministro está preocupado com o tema desde que assumiu a presidência do STF e do CNJ, em setembro do ano passado.

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