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Agora, o jeito é modernizar - O ESTADO DE SP

Notas e Informações, O Estado de S.Paulo

02 de julho de 2019 | 03h00

Modernizar é mais do que nunca um imperativo, uma condição de sobrevivência e de crescimento imposta pelo acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Este é o mais amplo e mais ambicioso pacto comercial celebrado pelo Brasil e pelos parceiros de bloco, mas é também o mais desafiante. Não basta combinar abertura de mercados e prazos para a redução ou eliminação de tarifas. Para competir, as empresas terão de se tornar mais produtivas e inovadoras, mas dependerão também de medidas políticas para enfrentar a nova concorrência. Do outro lado estarão produtores modernos, bem equipados, criativos, apoiados por ampla oferta de capital e de mão de obra qualificada e operando num ambiente mais propício aos negócios – com infraestrutura mais eficiente, menores entraves burocráticos, tributos mais funcionais, maior segurança jurídica e maior visibilidade para planejar.

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O Fundeb na agenda de urgências da educação

PAULO HARTUNG*, O Estado de S.Paulo

02 de julho de 2019 | 03h00

A educação é daquelas locomotivas da civilização que sempre demandam investimentos renovados para ultrapassar os desafios do caminho, muitos deles dinâmicos e até inesperados, e também para abrir novos trilhos para fazer avançar a História em bases humanísticas.

A partir do governo FHC, o Brasil deu um impulso gigantesco a essa área com o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), que vigorou de 1997 a 2006, incentivando a formação de uma rede de governos a investir no ensino fundamental. Com o êxito comprovado, avançamos mais uma estação e no governo Lula se criou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que atende a toda a educação básica, da creche ao ensino médio, em vigor desde janeiro de 2007.

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A missão da imprensa - O ESTADO DE SP

FERNÃO LARA MESQUITA*, O Estado de S.Paulo

02 de julho de 2019 | 03h00

Quarta-feira passada David Alcolumbre comemorou como “um feito histórico para a democracia do Brasil” a aprovação do orçamento impositivo. Como sempre, deu-se o último passo antes de dar-se o primeiro. Colheu-se o fruto antes de plantar a árvore.

Multiplicar por 5.594 (26 governadores e 5.568 prefeitos) os focos de dispersão do dinheiro público sem instalar antes uma democracia verdadeiramente representativa, como sonha fazer o ministro Paulo Guedes, já seria uma temeridade. Dar aos 513 deputados federais e aos milhares de estaduais e municipais carta branca para decidir como gastar nosso dinheiro sem meter-lhes antes na boca o bridão do voto distrital, da retomada de mandato (recall) e do referendo é nada menos que suicídio.

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Produção industrial cearense cresce pela primeira vez neste ano

A produção industrial cearense cresceu pela primeira vez neste ano É o que aponta a Sondagem Industrial do mês de maio, realizada pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O resultado representa uma retomada na produção industrial após seis meses consecutivos de queda, voltando a ficar acima dos 50 pontos.

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O real que ficou após a travessia

POR MÍRIAM LEITÃO

Muitas vezes a travessia pareceu impossível. Várias tentativas fracassaram, o atoleiro a ser vencido era imenso, havia divergências sobre a melhor estratégia. Aqueles tanques, carros blindados e tropas que saíram às ruas dias antes, os aviões da FAB que cruzaram os céus com as suas cargas foram vistos como naturais. Era uma guerra, o que se travava. No dia 1º de julho, uma sexta-feira, as agências bancárias ficaram abertas até mais tarde, para que se pudesse trocar o dinheiro velho pelo novo.

Vinte e cinco anos depois, a memória não registra a enormidade do feito, porque é natural ter uma moeda que não muda de nome há um quarto de século, da qual não se cortam zeros. É comum ter uma inflação que desce depois de subir um pouco, como agora. A taxa em 12 meses chegou perto de 5%, mas com o dado de junho voltará para 4%.

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Por que é difícil cassar um mandato em exercício?

Após ter usado a tribuna da Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE) para alegar que recebe, cotidianamente, denúncias que apontam para o envolvimento de colegas de parlamento com facções criminosas — e, na mesma oportunidade, ter concordado que "alguns fazem parte desse jogo" —, o deputado estadual André Fernandes (PSL), campeão de votos na última eleição, se viu no centro de uma discussão que envolve imunidade parlamentar.

No último dia 17, a questão ganhou contornos mais graves. Ele encaminhou denúncia ao Ministério Público do Ceará (MPCE) na qual associa jogos eletrônicos ao "jogo do bicho" e aponta o colega Nezinho Farias (PDT) como agente fortalecedor de uma organização criminosa. Isso porque o pedetista apresentou Projeto de Lei para regulamentar os tais jogos e reconhece-los como modalidade esportiva.

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