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Lanchonetes, restaurantes e postos nas rodovias: Governo libera funcionamento de mais negócios

RESTAURANTES

Governo do Ceará, através de um decreto publicado nessa segunda-feira (30) no Diário Oficial do Estado (DOE), liberou o funcionamento do comércio necessário para viabilizar o transporte de carga, destinado ao abastecimento da população e atendimento de serviços públicos essenciais, durante a pandemia do novo coronavírus.

Segundo o decreto, podem funcionar lanchonetes, restaurantes, oficinas em geral, postos de combustíveis e borracharias localizados nas rodovias estaduais e federais que cortam o território cearense. 

OUTROS SERVIÇOS

O Governo estadual também autorizou o funcionamento de estabelecimentos que prestam serviços de internet e respectivo suporte, cartórios - sem atendimento presencial -, e unidades de atendimento de microcrédito que operem fora da instituição financeira correspondente. 

CONTA DE LUZ

 

Em transmissão ao vivo nesta terça-feira (31), o govermador Camilo Santana informou que o Governo do Estado vai garantir o pagamento da conta de luz de mais 534 mil famílias de baixa renda no Ceará por três meses. O projeto de lei será enviado para a Assembleia Legislativa.

CORONAVÍRUS

Ceará registrou mais dois óbitos pelo novo coronavírus, totalizando sete mortes. Os dados são do Ministério da Saúde, divulgados em boletim nesta terça-feira (31). No país, o número de casos registrados subiu para 5.717. O Ministério da Saúde revelou também 42 mortes nas últimas 24 horas, totalizando 201 no País.  DIARIONORDESTE

‘Orçamento de guerra’ muda para dar mais protagonismo a Bolsonaro

BRASÍLIA — A Proposta de Emenda de Emenda à Constituição (PEC) que vem sendo chamada de “Orçamento de guerra” mudou para dar mais protagonismo ao presidente Jair Bolsonaro e tirar poder do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, em meio à crise causada pelo avanço do novo coronavírus.O projeto permite ao governo gastar mais para conter a Covid-19 e adotar medidas que reduzam os impactos econômicos da pandemia.

A nova versão do texto, concluída nesta terça-feira, prevê que Comitê de Gestão da Crise que será criado para o coronavírus será comandado por Bolsonaro, segundo texto obtido pelo GLOBO.

Uma versão anterior do projeto estabelecia que esse colegiado seria presidido pelo ministro da Saúde, Henrique Mandetta.

Bolsonaro tem contrariado orientações de Mandetta no combate ao coronavírus, especialmente aquelas relacionadas às medidas de isolamento.

O texto foi fechado na tarde desta terça-feira entre a cúpula do Congresso e a equipe econômica de Jair Bolsonaro. Líderes da Câmara disseram ao GLOBO que a perspectiva é que a proposta comece a ser discutida na sessão desta terça.

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Empresário é preso em Paraty acusado de descumprir medida de combate ao coronavírus

DISTRIBUIÇÃO DE CESTAS

Um empresário foi preso em flagrante nesta terça-feira em Paraty, na Costa Verde do Rio, acusado de ter descumprido um decreto da prefeitura da cidade que proíbe a aglomeração de pessoas para combater a contaminação pelo novo coronavírus. Segundo informações da 167ª DP (Paraty), responsável pela prisão, o homem marcou a distribuição de cestas básicas para a população no fim da tarde desta terça, no centro histórico da cidade . Ainda segundo informações da polícia, a distribuição acabou reunindo, aproximadamente, 200 pessoas

Algumas cestas chegaram a ser distribuídas, mas os policiais impediram que a ação prosseguisse. Participaram da operação policiais civis, militares e agentes da prefeitura. O delegado titular da 167ª DP, Marcelo Russo, afirmou que em situações como essas, quando houver interese de ajudar a população, a pessoa deve agir com cautela:

- Ele (empresário) deveria ter procurado a Secretaria Municipal de Ação Social. Não pode sair fazendo aglomeração - ponderou.

O empresário foi autuado em flagrante pelo crime de Infração de medida sanitária preventiva, que tem pena de detenção de três meses a um ano. O delito, considerado de menor potencial ofensivo, é de competência do Juizado Especial Criminal (Jecrim). O GLOBO

O vírus do corporativismo ´O ESTADO DE SP

Nem mesmo a tragédia causada pelo avanço da pandemia do novo coronavírus (covid-19) vem conseguindo deter a praga do corporativismo que viceja em todas as instâncias e setores da administração pública. O exemplo mais recente da força dessa praga está no projeto de lei de emergência enviado pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), à Câmara Municipal, pedindo autorização para liberar R$ 5 bilhões do orçamento com o objetivo de reforçar as ações da Secretaria da Saúde da cidade mais populosa do País.

Originariamente, o projeto previa que esse montante viria da receita de 11 fundos municipais, entre eles os constituídos por recursos vindos de multas de trânsito. Atualmente, estes fundos têm um saldo estimado de R$ 2 bilhões, cada um. No caso de os R$ 5 bilhões não serem suficientes, o projeto pedia autorização para a Prefeitura usar recursos de uma outra conta separada – a relativa a operações urbanas – para financiar obras de infraestrutura.

Bem recebidas pelos especialistas em infectologia, essas medidas foram aprovadas pela Câmara em uma semana. Durante a tramitação do projeto, porém, alguns vereadores aproveitaram a oportunidade para incluir no texto dispositivos que nada tinham que ver com saúde pública, mas que atendiam a demandas corporativas do funcionalismo municipal. Conhecidas como “jabutis” no jargão parlamentar, algumas dessas emendas foram aprovadas, apesar de imorais.

Apresentada sob a justificativa de assegurar aos servidores municipais “o direito à mais ampla defesa”, a emenda mais acintosa foi a de autoria do próprio presidente da Câmara, vereador Eduardo Tuma (PSDB). Ela altera o funcionamento da Controladoria-Geral do Município, órgão encarregado de fiscalizar o funcionalismo da Prefeitura, concedendo a servidores investigados no plano administrativo por irregularidades e corrupção uma instância a mais de recurso antes de uma eventual punição. Esse “jabuti” prima por duas imoralidades. Em primeiro lugar, a nova instância não é composta só por membros da corregedoria, mas, também, por secretários municipais, muitos dos quais são políticos profissionais. Por isso, em segundo lugar, o que deveria ser um julgamento técnico, com base no direito administrativo e penal em vigor, acabará sendo uma decisão em que prevalecerão conveniências políticas e partidárias. Como foi aprovado por 31 votos, esse “jabuti” abrirá caminho para que servidores em cargos de chefia na máquina municipal promovam compras sem licitação, por exemplo, com a certeza de que não serão punidos. A consequência inevitável será a desmoralização da Controladoria-Geral do Município.

Ainda que não tenha sido aprovada, outra emenda imoral foi a que tentou incluir no texto do projeto uma forma disfarçada de aumento salarial. Ela também foi apresentada por Eduardo Tuma, desta vez em coautoria com a vereadora Sandra Tadeu (DEM). Esse “jabuti” permitia ao servidor municipal incorporar aos seus salários os valores recebidos por exercício de cargo de chefia por mais de cinco anos. A emenda foi apresentada sem que seus autores encaminhassem uma avaliação do impacto que ela acarretaria nas contas da Prefeitura.

Expresso por emendas como essas, o corporativismo infelizmente não se limita à apropriação da coisa pública, à troca de favores e à contemporização com o mau uso do dinheiro público e com a corrupção. Vai muito além. Neste momento em que o novo coronavírus mata, o corporativismo prima pelo descolamento da realidade, pela insensibilidade moral e pelo desrespeito aos mais elementares princípios éticos.

Wuhan, cidade de origem da pandemia de Covid-19, reabre comércio

HUAN VOLTA

Wuhan, capital da província de Hubei, na China, reabriu os comércios nesta segunda-feira, 30. Esta foi mais uma das restrições levantadas pelas autoridades desde quarta-feira passada, quando os cerca de 60 milhões de habitantes da província receberam permissão para sair de casa após dois meses de quarentena total. A cidade foi onde começou a pandemia de coronavírus, no final de 2019.

Segundo a agência Associated Press, os clientes ainda eram escassos no primeiro dia de retorno às lojas. Os poucos que se aventuravam eram recebidos por funcionários usando máscaras e com cartazes que instruíam: “Mantenha uma distância segura”. Cerca de 75% das lojas do principal shopping center da cidade estavam abertas, limitando o número de pessoas que podia entrar, medindo a temperatura de clientes e orientando-os a utilizar álcool em gel.

O recomeço é lento: movimento em lojas e shoppings ainda é limitado devido ao medo do vírus – 30/03/2020 Olivia Zhang/AP

O transporte público voltou a funcionar novamente no sábado 28, e a estação de trem da cidade reabriu, permitindo a entrada de milhares de pessoas de outras cidades e regiões. Visitantes foram obrigados a informar como e porquê vieram a Wuhan. Hóspedes de hotel fazem testes para febre duas vezes ao dia e precisam apresentar um código virtual no smartphone, que detalha seus status de saúde. VEJA

420 mil taxistas devem ser incluídos em auxílio de R$ 600 mensais

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O senador Major Olímpio corre contra o tempo para incluir os motoristas de táxi como beneficiários do projeto que prevê auxílio emergencial de R$ 600 mensais a trabalhadores informais.

O pedido tomou força hoje cedo, quando o vereador Adilson Amadeu reforçou o pedido ao senador do PSL.

A proposta foi aprovada pela Câmara no dia 26 e visa aliviar a pressão econômica imposta pelo coronavírus. VEJA

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