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“Operação Janot-Cármen” quer intimidar Congresso e impedir que Fachin se explique sobre JBS

Duvido que a Abin esteja investigando a atuação de Edson Fachin. Se estivesse, seria improvável que um auxiliar presidencial tivesse ciência de tal fato. Ainda que as duas coisas fossem verdadeiras, por que alguém da mais estrita confiança do presidente (que teria dado a ordem) haveria de contar a coisa a um repórter? Para queimar o governo e o presidente? Ou por outra: o auxiliar da mais estrita confiança de Temer seria, pois, da estritíssima confiança do jornalista? A história não fecha. Se alguém me disser, no entanto, que há uma operação para blindar Edson Fachin, aí, sim a coisa me parecerá bem plausível.

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Insegurança de cidades médias cresce e se equipara à de grandes, diz estudo

A insegurança nas cidades médias brasileiras aumentou a ponto de se equiparar à dos grandes municípios. Uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional da Indústria) mostra que 44% dos moradores de localidades que têm entre 50 mil e 500 mil habitantes já foram vítimas ou têm parentes que sofreram assalto, furto ou agressão no ano anterior à pesquisa.

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Lula e seu partido dividido - o estado de SP

O PT encerrou seu 6.° Congresso Nacional sem oferecer praticamente nenhuma grande novidade ao distinto público de convertidos à fé inabalável nos superpoderes de Lula da Silva, que, pessoalmente, parece ser a única unanimidade – ou quase – dentro do partido. Como de hábito, foi eleito para presidir a legenda o nome imposto pelo Grande Líder: a senadora Gleisi Hoffmann. Mas a corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), liderada por Lula e antes amplamente majoritária no Diretório Nacional, só conseguiu ocupar metade das 90 cadeiras em disputa, assim mesmo porque fez uma composição com a corrente O Trabalho. Já em matéria de “conteúdos”, nada mudou no Congresso. Repetiram-se as mesmas ideias de sempre – que resultaram na atual crise econômica, política, social e moral do País – embaladas nas também habituais frases feitas da demagogia populista em que Lula é insuperável, como demonstrou no discurso de abertura do encontro: “Essa elite não sabe resolver os problemas do País. Nós provamos que sabemos. Já fizemos e vamos fazer outra vez. A gente vai voltar a governar este país a partir de 2018”.

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O 4×3 prevalece - Eliane Cantanhêde

A indicação de quatro a três a favor de retirar as delações da Odebrecht e dos marqueteiros projeta um resultado final exatamente de quatro a três contra a cassação da chapa Dilma-Temer, ou seja,  contra a queda de Michel Temer da Presidência. Incluir ou não as delações é a questão central. Com elas, há provas. Sem elas, a ação se enfraquece muito.

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A vitória da derrota nos espreita

Antes ainda de a Lava Jato completar seis meses, o jogo perigoso praticado pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal surgiu à minha frente com uma clareza de tal sorte fulgurante que me perguntei se eu não estava numa daquelas operações mentais a que toda pessoa está sujeita: imaginar uma conspiração e, depois, torcer os fatos para que estes endossem o suposto engenho, a exemplo do que fazem os "cegos de tanta luz".

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Otimismo a 9 mil quilômetros - O ESTADO DE SP

Crescem as apostas no Brasil, motivadas pela pauta de reformas, enquanto em Brasília se joga o futuro do governo. Em Paris, a cerca de 9 mil quilômetros da capital federal, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, falou nesta quarta  sobre as perspectivas de crescimento a partir do programa de ajustes e mudanças conduzido pela atual administração. O ambiente era bem menos nervoso que o da Praça dos Três Poderes.

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