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Lava Jato apoia conversão de Moro em ministro

Integrantes da força-tarefa da Lava Jato enxergam com simpatia a conversão de Sergio Moro em ministro da Justiça. Acreditam que, transferindo-se para Brasília, o juiz pode colocar o seu prestígio a serviço de uma articulação para aprovar reformas legislativas capazes de fortalecer o combate à corrupção.

É consensual entre os procuradores a avaliação de que a Lava Jato perderia tração sem a presença de Moro. Mesmo que exibisse a mesma qualificação técnica, o substituto começaria do zero. E não teria o prestígio de Moro. Apesar disso, não há críticas à decisão do magistrado de se reunir com Jair Bolsonaro. Ao contrário, as palavras são de apoio.

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Presidente do PT diz que lamenta que Ciro Gomes esteja 'tão irritado'

A presidente do PT, a senadora e deputada federal eleita Gleisi Hoffmann, comentou nesta quarta-feira (31) a entrevista do candidato derrotado à Presidência Ciro Gomes para a Folha, em que o pedetista diz que foi "miseravelmente traído" pelo ex-presidente Lula e seus "asseclas".

"Lamento que Ciro Gomes esteja tão irritado com seu seu resultado eleitoral insatisfatório. Mas entendemos suas dores e somos solidários. O que importa é a unidade contra o fascismo e o ataque aos direitos do povo. Nisso estaremos juntos!", afirmou.

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Zonzos, PT e PSDB repetem velhos equívocos

A cena mais constrangedora de uma peça de teatro é aquela que os atores deixam de executar antes de serem eliminados do espetáculo. Empurrados para fora do palco de 2018 por Jair Bolsonaro, PT e PSDB têm dificuldades para reencontrar o rumo. Os dois partidos tentam se levantar repetindo velhos erros. O tucanato briga consigo mesmo. E o petismo exercita sua lulodependência.

O habitat natural do PSDB, como se sabe, é o muro. Mas há agora um movimento de descida. Só que de lados diferentes. Um pedaço do ninho quer descer do lado em que se encontra Bolsonaro. O outro, do lado da oposição. Quanto ao PT, o destino da legenda será definido na cadeia de Curitiba.

No PSDB há uma briga entre criatura e criador. João Doria, vitorioso em São Paulo, empurra o partido para o colo de Bolsonaro. Alckmin, derrotado nacionalmente, tenta se segurar no comando da legenda e ensaia timbre de opositor. No PT, os poucos defensores de uma autocrítica descobrem que, como sucede desde a fundação do partido, Lula pensa primeiro nele. E depois, novamente nele. Tucanos e petistas estão zonzos. Bolsonaro agradece. JOSIAS DE SOUZA

R$ 3,3 milhões são apreendidos dentro de carro com dois homens em posto de combustíveis

Por Carlos Dias, G1 Sorocaba e Jundiaí

 

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Dinheiro foi levado para agência bancária da cidade — Foto: Divulgaçã

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dois homens foram flagrados com R$ 3,3 milhões dentro de um veículo em um posto de combustíveis, na tarde desta terça-feira (30), no quilômetro 56 da Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí (SP).

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Partidos de oposição a Bolsonaro se reúnem para formar bloco sem PT

Angela Boldrini / FOLHA DE SP
SESSÃO PLENARIA NA CAMARA
BRASÍLIA

Parte da oposição do futuro governo de Jair Bolsonaro (PSL), os líderes de PSB, PDT e PC do B se reuniram nesta terça-feira (30) para discutir a atuação na Câmara sem o PT.

"Não seremos um puxadinho do PT", afirmou o líder do PDT, André Figueiredo (CE). 

"O PT tem um modus operandi próprio dele, que nós respeitamos", disse. "Em momentos de embates aqui nós provavelmente estaremos juntos, mas o que nós não podemos aceitar de forma alguma é o hegemonismo que o partido quer impor."

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Fomos miseravelmente traídos por Lula, não farei mais campanha para o PT, diz Ciro

Gustavo Uribe/ FOLHA DE SP
FORTALEZA

Terceiro colocado na eleição presidencial, Ciro Gomes (PDT) afirmou, em entrevista à Folha, que foi "miseravelmente traído" pelo ex-presidente Lula e seus "asseclas".

Em seu apartamento, onde concedeu nesta terça-feira (30) sua primeira entrevista desde a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), Ciro nega ter lavado as mãos ao ter viajado para a Europa depois do primeiro turno. "A gente trai quando dá a palavra e faz o oposto".

"Não declarei voto ao Haddad porque não quero mais fazer campanha com o PT", disse.

O pedetista critica a atuação do PT para impedir o apoio do PSB à sua candidatura e diz que considerou um insulto convite de Lula para assumir o papel de seu vice no lugar Fernando Haddad (PT).

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