Na Paraíba, João Pessoa recompensa quem levanta cedo com céu azul e praias de mar verde
Se é certo que Deus ajuda quem cedo madruga, é fato que, em João Pessoa, ele não só ajuda como também recompensa. Na capital da Paraíba, quem pula logo da cama é premiado com céu azulzinho. Ponto mais oriental das Américas, a cidade desperta antes do galo –tanto é que a avenida da praia fica aberta para pedestres se exercitarem das 5h às 8h. Vale a pena madrugar.
Fundada em 1585 como Nossa Senhora das Neves, João Pessoa nasceu de dentro para fora: o centro foi povoado antes e, depois, as regiões litorâneas. Um city tour por suas ruas, tombadas pelo patrimônio histórico nacional em 2009, deve estar na rota.
Fortaleza vence o Avaí e conquista o título da Série B do Brasileiro
Com a vitória por 1 a 0 sobre o Avaí neste sábado (10), o Fortaleza venceu o título da Série B com duas rodadas de antecedência, Foi a primeira conquista de expressão de Rogério Ceni como treinador.

A partida aconteceu em Florianópolis e o gol da vitória foi marcado por Rodolfo, aos 49 minutos do 2º tempo.
Foi o primeiro título nacional de um clube do Nordeste na era dos pontos corridos do Brasileiro, iniciada em 2003. Com o acesso, o time cearense volta à elite do futebol nacional depois de 12 anos.
Campanha online já tem mais de 2 milhões contra aumento do Supremo
Paulo Roberto Netto/ o estado de sp
10 Novembro 2018 | 05h00
Uma campanha online contra o reajuste de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal já conta com mais de 2 milhões de assinaturas. A iniciativa foi feita pelo Partido Novo, que também peticionou o presidente Michel Temer contra o aumento.
Segundo a legenda, o reajuste “causa enorme impacto fiscal em todos os Estados brasileiros, devido a alteração do teto de salários do funcionalismo público”. Se sancionado o projeto de lei que prevê o aumento, a remuneração dos ministros passará de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil mensais. Cálculos feitos por consultorias da Câmara dos Deputados e do Senado apontam que o chamado “efeito cascata” causado pela expansão do teto do funcionalismo público pode custar cerca de R$ 4,1 bilhões. Estados que enfrentam crises financeiras, como o Rio de Janeiro e Minas Gerais, poderão sofrer para cobrir o aumento na folha de pagamento dos servidores.
Alckmin errou ao evitar o PT, diz marqueteiro de Doria
Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo
03 Novembro 2018 | 05h00
Marqueteiro da campanha de João Doria (PSDB) ao governo em 2018 e de Geraldo Alckmin (PSDB) em 2014, o publicitário Nelson Biondi afirmou que os tucanos erraram em não ter focado os ataques no PT desde o início da campanha presidencial.
Veterano do marketing político, Biondi afirmou ao Estado que, ao abandonar a polarização, Alckmin abriu espaço para que o então candidato do PSL, Jair Bolsonaro, assumisse o posto ocupado pelo PSDB nas últimas seis eleições presidenciais.
'Frente cívica' deixa de lado temas como 'Lula Livre'
Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo
10 Novembro 2018 | 22h00
Partidos e organizações de esquerda articulam a criação de uma “frente cívica” – que seria aberta ao que seus líderes chamam de “centro democrático” – para fazer oposição ao governo Jair Bolsonaro (PSL). A preocupação declarada do grupo é barrar eventuais iniciativas que coloquem em xeque liberdades civis. Temas que podem dividir, como o “Lula Livre” e pautas econômicas, serão deixados de lado.
A diferença entre a “frente cívica” e outras iniciativas já existentes, segundo seus organizadores, é a intenção de ampliar a participação para além das fronteiras da esquerda e atrair setores do centro. Por isso, pautas econômicas ou de interesse específico de determinado partido ou movimento serão deixadas de lado. O foco serão temas do discurso de Bolsonaro, antes e depois da eleição, como Escola sem Partido, liberdade de imprensa, Lei Rouanet, ameaças à oposição, direitos de minorias LGBT, negros e mulheres e questões ambientais.
Centro tenta se reagrupar após resultado das urnas
Pedro Venceslau e Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo
10 Novembro 2018 | 20h00
Forças de centro e legendas de esquerda tentam se adaptar ao novo cenário político no País, depois da eleição de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência e da “onda conservadora” que ampliou o espaço de siglas de direita no Parlamento e governos estaduais. No primeiro caso, lideranças que tentaram, sem sucesso, articular uma candidatura consensual ainda no primeiro turno das eleições iniciaram conversas que podem resultar em novas composições partidárias. No campo da esquerda, o esforço também passa por sobreviver à cláusula de barreira, dispositivo que restringe ou impede a atuação parlamentar de um partido que não alcança um determinado porcentual de votos.


