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Coleta especial de lixo ultrapassa limites e vira rotina em Fortaleza

LIXO EM FORTALEZA

No meio do caminho, o cenário é a rotina: vias lotadas de carros, barra que oscila anunciando as chegadas e partidas do trem, calçada de começo e fim marcados por lixo, muito lixo. A paisagem no entorno da Av. Dr. Theberge é semelhante em muitos outros locais de Fortaleza, como as avenidas Osório de Paiva, Domingos Olímpio, José Bastos e Bezerra de Menezes.

Em algumas comunidades, a população explica o acúmulo de lixo em vias pelo fato de os caminhões não conseguirem adentrar em vias estreitas para a coleta. É esse acesso restrito que os leva a carregarem seus materiais para descarte até canteiros centrais de avenidas próximas - ou quaisquer locais que sejam convenientes. Como forma de complementar a limpeza urbana e amenizar consequências do lixo descartado em locais indevidos, foi criada em 2006 a coleta especial.

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Constrangimento verbal. Toques não consentidos. Abuso sexual. A dura realidade das mulheres que sofrem violência obstétrica

No início de fevereiro, um vídeo que circulou nas redes sociais causou revolta ao mostrar uma mulher em trabalho de parto sendo agredida pelo médico obstetra que a acompanhava na Maternidade Balbina Mestrinho, em Manaus. A agressão, óbvia nas imagens, chocou o mundo. Infelizmente, ela não é uma exceção. A violência obstétrica, termo utilizado para designar maus-tratos - físicos ou verbais - ocorridos durante o parto, nem sempre é tão evidente.

 

Além da humilhação verbal - "Para de gritar! Quando fez não reclamou da dor, né?"- muitas vezes, as grávidas são impedidas, por exemplo, de comer ou beber água por horas, são tocadas sem necessidade ou submetidas a práticas arcaicas que já não são recomendadas há décadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS). E o pior: a maioria das mulheres não têm consciência disso. 

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Lula pediu a Dilma para beneficiar empresas, diz Palocci

Fabio Serapião/BRASÍLIA/ O ESTADO DE SP

18 de março de 2019 | 15h41

 

Dilma Rousseff. Foto: AFP PHOTO / NELSON ALMEIDA

 

No depoimento à Justiça em que reafirmou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvanegociou com um lobista pagamentos a seu filho caçula, Luís Cláudio Lula da Silva, para a aprovação de uma Medida Provisória (MP), o ex-ministro Antônio Palocci(Fazenda/Casa Civil/Governos Lula e Dilma) citou ter presenciado pedidos de Lula a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em favor de empresas.

De acordo com Palocci, por “diversas vezes” Lula fez “inúmeros pedidos” à Dilma em relação a interesses de empresas e de parceiros dele (Lula). Na versão dada pelo ex-ministro, Dilma “nem sempre” tinha conhecimento de que os pedidos de Lula envolviam o pagamento de propina.

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Esquerda armada não lutou por democracia nem venerou Goulart, diz poeta

José Nêumanne / O ESTADO DE SP

15 de março de 2019 | 22h34

 

Astier sobre o sucesso de Putin: “O caráter viril, forte, é exaltado como uma virtude imprescindível a um líder que conduza a Rússia. E ele sabe muito bem isso” Foto: Augusto Pessoa

 

O poeta, crítico, jornalista, dramaturgo e professor paraibano Astier Basílio, que tem pesquisado e escrito, inclusive no blog O Estado da Arte, no portal do Estado, reuniu argumentos e documentos para desfazer dois mitos da “resistência” da esquerda na cena política brasileira: a de que teria pegado em armas para defender a democracia contra a ditadura militar e a de que o ex-presidente João Goulart, homenageado por Fernando Haddad com o nome do Minhocão, substituindo o de outro ex-presidente, o marechal Costa e Silva, tivesse sido herói e exemplo para seus militantes. “Se a esquerda armada lutava pela democracia, então, obrigatoriamente, tinha de ter sido a favor de Goulart. Os fios para enjambrar a tessitura dessa mentira demandaram alguns remendos”, disse ele, que atualmente estuda na capital da Carélia, no norte da Rússia. 

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COLUNA PARLAMENTARES EM AÇÃO 12.03

Presidente da AL destaca celebração do Dia Internacional da Mulher
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Sarto (PDT), abriu a sessão plenária desta terça-feira (12/03) comunicando que o segundo expediente de hoje será dedicado à solenidade em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

“Vivemos um momento muito importante na história da luta das mulheres, então iremos celebrar com diversas atividades até quinta-feira. É muito importante que todos possamos participar”, disse.

O parlamentar lembrou que a solenidade de hoje atende uma solicitação das deputadas Dra. Silvana (PR), Aderlânia Noronha (SD), Augusta Brito (PCdoB), Érika Amorim (PSD), Fernanda Pessoa (PSDB) e Patrícia Aguiar (PSD).

Dep. Erika Amorim ( PSD )

ERIKA AMORIM REFORÇA COMPROMISSO COM POPULAÇÃO CEARENSE

A deputada Erika Amorim (PSD) reforçou, nesta terça-feira (12/03), o compromisso com a população cearense. Ela agradeceu os 86.320 eleitores que a elegeram e afirmou que seguirá com os compromissos de campanha durante seu mandato.

A parlamentar fez menção aos municípios de Apuiarés, Boa Viagem, Caridade, Cascavel, Itaitinga, Itapipoca, Maracanaú, Maranguape, Pacatuba, Pentecoste, Tururu, Uruburetama, Viçosa do Ceará, a região do Cariri, Caucaia e Fortaleza, onde obteve a maioria dos votos. Ao todo, ela foi votada em 170 municípios cearenses.

Erika Amorim afirmou que sempre trabalhou pela defesa das mulheres, das crianças e adolescentes e da família. “São bandeiras que trago da minha vida, que sempre foi dedicada a isso”, informou.A parlamentar lembrou e agradeceu a indicação para a Presidência da Comissão de Infância e Adolescência da AL, papel que, irá desempenhar “com muito compromisso e respeito”. Érica Amorim acrescentou ainda que vai defender a redução das desigualdades sociais e uma melhor assistência para todos.

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Aprovação de Jair Bolsonaro vai a 51% no Ceará

Pesquisa exclusiva do Instituto Paraná mostra que a avaliação positiva de Jair Bolsonaro é de 51%.

Já 41% disseram que o desaprovam, enquanto 7% não sabem ou não quiseram responder.

É um feito.

O estado é um reduto de Ciro Gomes e do PT.

Nas eleições presidenciais de 2018, Bolsonaro não venceu em nenhum dos municípios cearenses.

Ciro liderou a votação presidencial no estado, ficando com 40,95% dos votos, seguido por Fernando Haddad, com 33,12%.

Bolsonaro ficou em terceiro, com apenas 21,74%. VEJA

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