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Lei da Ficha Limpa pode tirar Lula da sucessão

Jorge Araújo/Folha

Convertido em réu pela primeira vez na Lava Jato, Lula declarou nesta sexta-feira que sente uma vontade incontida —“uma coceira”— de ser novamente candidato ao Planalto. Esse desejo, no entanto, já não depende apenas da sua vontade. Além do medo de ser preso, Lula passou a conviver com o receio de se tornar inelegível por oito anos.

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Em proposta de delação, Santana relata que Dilma sabia de tudo

A presidente afastada Dilma Rousseff vem ajustando seu discurso de acordo com o avanço da Lava-Jato. Há cerca de um ano, diante das acusações de que sua campanha recebera doações por fora da construtora UTC, ela afirmou: “Eu não aceito e jamais aceitarei que insinuem sobre mim ou a minha campanha qualquer irregularidade (…) porque não houve”.

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A estrutura criminosa do governo Dilma - istoé

Há exatamente um ano, em despacho redigido em um dos processos que tem como réu o ex-ministro José Dirceu, o juiz Sérgio Moro escreveu que o País passou a vivenciar um quadro de corrupção sistêmica sob o comando do PT. Na ocasião, muitos analistas políticos e observadores das entranhas do Judiciário trataram o alerta do magistrado responsável pela Lava Jato como alarmista. Hoje, não há quem discorde de Moro.

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O esquema de Lula no BNDES - ISTOÉ

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará no centro das investigações da operação Lava Jato. É que, nas próximas semanas, uma equipe da força-tarefa passará a dar prioridade às apurações que envolvem financiamentos feitos pelo BNDES às empreiteiras envolvidas com o Petrolão. Preliminarmente serão analisados os casos que envolvem obras realizadas no exterior e que até agora têm seus contratos tratados como segredo de Estado.

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Corrupção no palanque - istoé

CRIME ELEITORAL? Gilmar Mendes, presidente do TSE, aguarda decisão do STF para saber como será o andamento das investigações sobre as campanhas de DilmaCRIME ELEITORAL? Gilmar Mendes, presidente do TSE, aguarda decisão do STF para saber como será o andamento das investigações sobre as campanhas de Dilma (Crédito: Adriano Machado/Ag. Istoé)

Os fatos revelados nos últimos dias sobre a origem dos recursos usados nas campanhas presidenciais de Dilma Rousseff desmentem categoricamente a versão apresentada pela presidente afastada. Desde que a operação Lava Jato passou a desvendar a corrupção que o PT e seus aliados institucionalizaram no País, Dilma insiste em se definir como uma pessoa honesta, alheia a todos os crimes praticados em sua gestão. Agora, a comprovação de que milhões desviados da Petrobras abasteceram suas campanhas reforçam as acusações existentes na Justiça Eleitoral e remetem a presidente afastada para a alçada da justiça criminal.

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‘No caso do BNDES, foi pago’, revela delator sobre propina ao PT


 

Um dos delatores da Andrade Gutierrez na Operação Lava Jato, o executivo Flávio Gomes Machado Filho, relatou em quase 30 minutos de depoimento ao juiz federal Sérgio Moro que a empreiteira pagou propina ao PT sobre obras na Venezuela financiadas pelo BNDES. O empresário declarou que o pagamento foi feito por meio de ‘doações oficiais’.

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Complemento de delação de Sérgio Machado não cita políticos

Investigadores da Lava Jato receberam, na segunda-feira (18), um curto complemento da delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Não há citação sobre novos políticos envolvidos no escândalo nem provas de que teria mantido contato com o então vice-presidente, Michel Temer, para tratar de doação de recursos para o candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo em 2012, Gabriel Chalita. Machado, conforme publicou EXPRESSO, disse que buscaria provas do encontro.

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MP teria pedido medidas duras contra Lula ao denunciá-lo por tentar barrar Lava Jato

Foto: Dida Sampaio/Estadãoh

Foto: Dida Sampaio/Estadão

Quem acompanha o caso, diz que o Ministério Público Federal do Distrito Federal pediu medidas duras contra Lula ao denunciá-lo por atrapalhar investigações da Lava Jato.

Ele foi acusado pelo crime de organização criminosa, exploração de prestigio e patrocínio infiel. O ESTADO DE SP

Justiça Federal mantém ação que questiona convênio do Mais Médicos com Cuba

Uma ação popular contra cláusulas do convênio entre a Organização Pan-americana da Saúde (Opas) e o governo de Cuba para a contratação de profissionais do país para o Programa Mais Médicos voltou a tramitar na Justiça Federal do Distrito Federal por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), após pedido do Ministério Público Federal (MPF) para que o processo fosse levado adiante.

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