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Lava Jato pede a Moro que cobre de Lula explicações sobre presentes no cofre do BB

Lula esteve em Brasília nesta quarta-feira, 4. Foto: Fernando Bizerra Jr/EFE

A força-tarefa da Lava Jato pediu ao juiz Sérgio Moro que intime pela segunda vez a defesa do ex-presidente Lula para se manifestar sobre as 23 caixas com presentes recebidos pelo petista no período que ocupou a Presidência da República e que foram apreendidas pela Polícia Federal na Operação Alethea, 24ª fase da Lava Jato, em março deste ano. A Procuradoria quer que a defesa do petista indique, de “modo analítico” quando e em que circunstâncias o ex-presidente recebeu os objetos.

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Prefeito e empresários são presos em operação contra corrupção no Piauí

Ellyo TeixeiraDo G1 PI, em Redenção do Gurgu

Prefeito e empresários são presos em operação contra corrupção no Piauí (Foto: Ellyo Teixeira/ G1)Prefeito e empresários são presos em operação contra corrupção no Piauí (Foto: Ellyo Teixeira/ G1)

O prefeito de Redenção do Gurguéia, Delano Parente (PP) e o seu pai, Audemis de Sousa, secretário de infraestrutura, foram presos na manhã desta quinta-feira (14) durante uma operação que desarticulou uma quadrilha suspeita de fraudes em licitações públicas e corrupção.

Agentes do Ministério Público do Piauí, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e das Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal estão nos municípios de Redenção de Gurguéia, Teresina e Bom Jesus cumprindo os mandados. Entre os suspeitos estão empresários, gestores e ex-gestores, além de advogados envolvidos.O prefeito foi preso na casa dele na capital.

Polícias desencadeiam operação que prende gestores e empresários por corrupção no Piauí (Foto: Ellyo Teixeira/G1)Em um dos locais alvo da operação, policiais tiveram que arrombar o portão (Foto: Ellyo Teixeira/G1)

Os advogados do prefeito Delano Parente e de seu pai ainda não se manifestaram sobre as prisões.

A operação denominada "Déspota" foi desencadeada após a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE), junto ao Ministério Público Estadual (MPE) descobrirem fortes indícios de corrupção, superfaturamento, emissão de notas fiscais frias, utilização de empresa de fachada e lavagem de dinheiro.

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TJDF condena Cid Gomes a indenizar Temer em R$ 40 mil por frase ofensiva

A Quarta Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios determinou nesta quarta-feira (13) que o ex-governador do Ceará Cid Gomes indenize o presidente da República em exercício, Michel Temer, em R$ 40 mil por ter afirmado que Temer era "chefe dessa quadrilha que achaca e assola o nosso país". Por unanimidade, os três desembargadores da turma decidiram aceitar uma apelação apresentado pela defesa de Temer contra decisão tomada por uma juíza da primeira instância, que rejeitou a ação de indenização por danos morais e determinou que Temer pagasse custas e honorários de R$ 1,8 mil.

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Mensagens sugerem que ex-ministro ‘vazou’ reunião de Dilma

Relatório da Polícia Federal sobre as mensagens de celular do ex-presidente da Andrade Gutierrez e delator da Lava Jato Otávio Azevedo sugere que o ex-ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência Thomas Traumann vazou informações de uma reunião interna do governo para o empreiteiro.

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ICMS não entra na base de cálculo do PIS e da Cofins, decide TRF-3

Apesar de a questão sobre inclusão ou não do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins não estar pacificada, há indícios de que a jurisprudência adotada pelo Superior Tribunal de Justiça, de que a incidência do imposto estadual é válida, pode ser alterada pelo Supremo Tribunal Federal. O entendimento é da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região.

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O batom na cueca do deputado José Guimarães

O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães, discursa durante sessão que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff - 15/04/2016
O líder do PT na Câmara, deputado José Guimarães, discursa durante sessão que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff - 15/04/2016(Ananda Borges/Câmara dos Deputados)

Quando prenderam o ex-vereador petista Alexandre Romano, no ano passado, os investigadores da Operação Lava Jato chegaram ao topo de um intrincado esquema de corrupção disseminado em diferentes áreas do governo federal. Como um autêntico lobista, Romano usava a proximidade com integrantes da cúpula do PT para abrir caminhos na burocracia estatal a empresários dispostos a pagar generosas "comissões" por contratos e privilégios na máquina pública.

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Nova denúncia referente ao escândalo dos banheiros inclui ex-deputado

Prestes a completar cinco anos, desde que veio à tona em investigação jornalística do O POVO publicada a partir de 14/7/2011, o chamado Escândalo dos Banheiros volta a ter novidades. Após recursos e questionamentos, além de decisões das cortes superiores do Judiciário em Brasília, o caso agora tem o nome do ex-deputado estadual Téo Menezes e de um ex-gestor da área de Habitação da Secretaria das Cidades, Sérgio Barbosa de Sousa, como possíveis réus no processo.

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Força-tarefa vê suspeita de caixa 2 em empresa de segundo maior fornecedor de Dilma em 2014

PF CORTEGOSO CRLS PT

A Operação Custo Brasil, desdobramento da Lava Jato, investiga lavagem de dinheiro e sonegação fiscal em negócios do segundo maior fornecedor da campanha da presidente afastada Dilma Rousseff, reeleita há quase dois anos. Relatório da Receita Federal repassado à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal revela que, entre 2010 e 2014, uma das empresas de Carlos Roberto Cortegoso, a CRLS Consultoria e Eventos, movimentou quase R$ 50 milhões, de créditos e débitos, um quinto do valor declarado de receita bruta no período.

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Laranja de fornecedor de campanhas petistas negociou ‘cala boca’ com empresário

jonathan

O motorista Jonatahn Gomes Bastos, laranja de Carlos Cortegoso. Foto: Reprodução

Após 10 anos trabalhando como motorista pessoal de Carlos Roberto Cortegoso, dono da Focal Comunicação, segunda maior fornecedora da campanha de Dilma, da qual recebeu R$ 25 milhões nas eleições de 2014, Jonathan Gomes Bastos admite ter atuado como laranja do empresário que está na mira da Polícia Federal e tentou negociar na Justiça um acordo com seu ex-chefe para receber uma indenização mensal de R$ 6 mil por 12 anos e ficar em silêncio.

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