Lula, o recordista de processos
Ele agora mudou de patamar. Coleciona novas peças acusatórias em ritmo quase semanal. É denúncia para todo lado. Neste início de mês já foram três consecutivas contra ele. Mesmo quem acompanha perdeu a conta. Como réu o líder petista figura em seis processos. Sentença de condenação também não falta: quase dez anos de cadeia o aguardam por um único dos malfeitos que cometeu.
Temer pede a Fachin que devolva a Janot a nova denúncia
O presidente Michel Temer quer matar na raiz a segunda denúncia do procurador-geral da República Rodrigo Janot, que a ele atribui organização criminosa e obstrução de Justiça. Em petição protocolada no final da tarde desta sexta-feira, 15, no Supremo Tribunal Federal, os advogados do peemedebista requerem ao ministro Edson Fachin a devolução imediata da acusação ao gabinete de Janot. Eles alegam que o procurador incluiu ‘fatos delituosos’ anteriores ao mandato de Temer, ‘razão pela qual o chefe da Nação não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções’.
“Homem forte” de Janot é casado com ”mulher forte” de Fachin. Renuncie à relatoria, ministro!
Conhecem aquela máxima do futebol? Quem não faz gol toma!!!
Eu acabei me distraindo, olhando para o céu, e levei um furo de uma informação que já tenho há tempos, como sabem alguns amigos meus. Agora, só me resta reconhecer que ela foi publicada por Domingos Fraga, na Coluna do Fraga Coluna do Fraga, no R7. Vamos lá:
Palocci diz ter feito entregas de dinheiro vivo a Lula
O ex-ministro Antonio Palocci afirmou, em negociação de delação premiada, que fez entregas de dinheiro vivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em pelo menos cinco ocasiões. O dinheiro teria sido entregue pessoalmente por Palocci a Lula, em pacotes de R$ 30 mil, R$ 40 mil ou R$ 50 mil. A informação foi revelada pela revista "Veja" e confirmada pela Folha.
A ‘periculosidade concreta’ de Joesley e Saud , segundo Fachin
Ao decretar a prisão preventiva do empresário Joesley Batista da JBS e do executivo Ricardo Saud, do Grupo J&F, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, destacou a ‘periculosidade concreta do agente, o que mormente quando inserido em contexto de organização criminosa, torna imperiosa a adoção da medida gravosa’.
Em férias, Janot não verá o funeral da denúncia
A três dias de deixar o posto de procurador-geral da República, Rodrigo Janot festeja nesta sexta-feira seu aniversário de 61 anos. A segunda denúncia contra Michel Temer e a “organização criminosa do PMDB” foi, por assim dizer, um presente que Janot se autocencedeu, para marcar o encerramento de sua gestão.
FACHIN ATENDE TEMER E DECIDE ESPERAR STF PARA ENVIAR 2ª DENÚNCIA À CÂMARA
Todas as malas do presidente
BRASÍLIA - A segunda denúncia contra Michel Temer é mais forte e mais abrangente do que a primeira, engavetada pela Câmara no mês passado. Desta vez, o presidente é acusado de chefiar uma organização criminosa que roubou os cofres públicos durante mais de uma década. Na flechada inicial, a Procuradoria afirmou que Temer seria o destinatário de R$ 500 mil entregues a um assessor. A quantia parece gorjeta diante dos valores citados na nova acusação submetida ao Supremo.
Denúncias de Janot contra PT, PMDB e PP devem ajudar Temer a barrar nova acusação na Câmara
Batalha final A última flecha lançada por Rodrigo Janot contra Michel Temer encontrará um Congresso organizado para o contra-ataque. Ao fazer denúncias em série contra os maiores partidos do país às vésperas de deixar o posto, o ainda chefe da PGR engrossou o caldo corporativista que dará o tom da resposta do Legislativo a ele. Temer precisa, sim, reorganizar a base. Mas fará isso em cenário menos adverso e ao mesmo tempo em que a CPI da JBS tentará reescrever a história do procurador-geral.
Falta de comprovante de aluguel de imóvel dificulta defesa de Lula
Pelo que se viu na audiência da quarta-feira (13), a falta de comprovação de pagamento de um aluguel pelo ex-presidente Lula pode ser um dos principais elementos que o juiz Sergio Moro levará em conta para condená-lo pela segunda vez.
Moro, Lula e a defesa discutiram por 12 minutos sobre como o ex-presidente pagava o aluguel do imóvel, contíguo ao que mora em São Bernardo do Campo (SP) e tido como providenciado com propina da Odebrecht. A suspeita é um dos focos da ação penal na qual Lula foi ouvido na quarta.


