Moro faz um réu em 2 dias; no STF, leva 2 anosV
Denúnciado pela força-tarefa da Lava Jato na terça-feira, Aldemir Bendini foi enviado por Sergio Moro ao banco dos réus nesta quinta-feira. O juiz da Lava Jato levou dois dias para destrinchar a denúncia. O Supremo Tribunal Federal acaba de converter em réu o senador Fernando Collor, que havia sido denunciado em 20 de agosto de 2015. O contraste ajuda a explicar porque o foro privilegiado virou um outro nome para impunidade no Brasil. Moro fez num par de dias o trabalho que o Supremo leva até dois anos para executar.
Para corregedorias, Deltan pode fazer palestras pagas — nas quais desce o malho nos Três Poderes
onvenham: eu não esperava que esses representantes de uma corporação de ofício dissessem outra coisa...
Por: Reinaldo Azevedo
Publicada: 24/08/2017 - 21:21

Por que eu não estou surpreso?
As corregedorias do Ministério Público Federal e do Conselho Nacional do Ministério Público arquivaram representação movida por parlamentares contra palestras proferidas por Deltan Dallagnol (foto), o coordenador da Lava jato. Elas podem custar entre R$ 30 mil e R$ 40 mil. A maioria, sustenta o rapaz, é gratuita.
JN mostra flagrantes de entrega de dinheiro a políticos de Mato Grosso
O Jornal Nacional teve acesso com exclusividade a flagrantes de entrega de dinheiro a políticos de Mato Grosso. O material faz parte da delação do ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa, do PMDB.
Todo esse material que está na delação já foi validado pelo Supremo Tribunal Federal. Essa delação foi homologada pelo ministro relator do caso, Luiz Fux. Na delação, o ex-governador de Mato Grosso Silval Barbosa entrega, além das suspeitas em depoimentos, também áudios e vídeos para comprovar essas suspeitas de corrupção, pagamentos de propina, que ele revela na delação premiada.
O dia em que o STF deu um basta
Andreza Matais, O Estado de S.Paulo
18 Agosto 2017 | 22h49
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, decidiu tomar medidas sobre as remunerações no Judiciário após receber pelo WhatsApp mensagem do colega Gilmar Mendes sobre o pagamento de R$ 500 mil a um juiz de Mato Grosso, no contracheque de julho. A notícia havia sido divulgada pela Coluna do Estadão.
PF pega com Vaccarezza preso R$ 122 mil em dinheiro vivo
O delegado Filipe Hille Pace, da Polícia Federal, afirmou nesta sexta-feira, 18, que ‘chamou a atenção a quantidade de dinheiro’ que o ex-deputado Cândido Vaccarezza mantinha guardada em casa. O ex-parlamentar foi preso em São Paulo na Operação Abate, desdobramento da Lava Jato. Com ele foram apreendidos ao menos R$ 122 mil.
Gilmar solta ‘rei do ônibus’ de novo
Fausto Macedo e Luiz Vassallo
18 Agosto 2017 | 19h30
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar, de novo, o empresário Jacob Barata Filho, preso desde o início de julho na Operação Ponto Final, um desdobramento da Lava-Jato. Barata Filho é considerado o “rei dos ônibus no Rio” e é acusado pelo Ministério Público Federal (MPF) de pagar propinas a autoridades do Estado.
As manobras petistas na PGR - ISTOÉ
Há duas semanas, a futura chefe do Ministério Público Federal, Raquel Dodge, foi procurada por emissários da Lava Jato de Curitiba. Na bagagem, os integrantes da maior operação de combate à corrupção da história recente do País levaram uma denúncia. No epicentro do escândalo, a entourage do ainda procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Segundo o relato, há cerca de um ano e meio, Janot e sua equipe desenvolveram um roteiro paralelo às investigações da Lava Jato com o objetivo de favorecer o PT e seus principais líderes. Nos últimos dias, sem a anuência da turma de Curitiba, o grupo do procurador-geral resolveu protelar a homologação da delação da OAS, cujo conteúdo – “nitroglicerina pura” para Lula e o PT – já está à disposição da PGR para ser encaminhada ao STF há mais de 10 dias, para dar prioridade máxima à conclusão de forçados acordos com o ex-deputado Eduardo Cunha e o doleiro operador do PMDB, Lúcio Bolonha Funaro. O objetivo da ação seria o de fortalecer uma suposta nova denúncia contra o presidente Michel Temer. Os aliados de Janot querem, a qualquer preço, que as delações de Funaro e Cunha envolvam Temer e a cúpula do PMDB, mesmo que para isso tenham que agir ao arrepio da lei.
O golpe de R$ 1 bilhão - ISTOÉ
Quadrilhas organizadas por servidores do próprio Ministério do Trabalho montaram um esquema para surrupiar o dinheiro destinado a proteger os trabalhadores desempregados. Foi o que concluiu um pente-fino realizado desde janeiro por uma força-tarefa criada pela pasta. Nos últimos dias, depois de oito meses de trabalho, um relatório foi entregue ao ministro Ronaldo Nogueira. Segundo o documento, mais de 35 mil benefícios haviam sido concedidos de maneira ilegal. Os pagamentos irregulares chegaram a R$ 174,5 milhões. Segundo o ministro, já foi determinado o bloqueio dos proventos, o que gerou uma economia de R$ 541,3 milhões. O golpe, se não identificado, causaria um prejuízo aos cofres públicos de R$ 1 bilhão até o fim deste ano.
Condenado não pode receber honraria, diz juiz ao negar título a Lula
Não é razoável nem atende à moralidade administrativa conceder honraria a alguém condenado judicialmente e que ainda responde a outras ações penais. Esse é um dos argumentos do juiz Evandro dos Reis, da 10ª Vara Federal Cível da Bahia, ao acolher ação popular e deferir tutela de urgência para suspender a concessão do título de doutor honoris causa ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela Universidade do Recôncavo Baiano (UFRB).
Gilmar expede habeas corpus familiar e magistrado da Lava Jato dá de ombros
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, concedeu um habeas corpus controverso —mais um! Mandou soltar o empresário Jacob Barata Filho, preso no Rio de Janeiro desde 2 de julho. Gilmar é padrinho de casamento da filha de Barata, Beatriz. A moça trocou alianças em 2013 com Francisco Feitosa Filho, que é sobrinho da mulher de Gilmar, Guiomar Feitosa Mendes.


