Polêmicas e críticas marcam 1º debate entre RC e Wagner

No primeiro debate deste segundo turno das eleições, o clima foi de tensão entre os dois candidatos na disputa. Com troca de acusações e frases provocativas, os rivais Capitão Wagner (PR) e Roberto Cláudio (PDT) se enfrentaram ontem à noite na TV O POVO, em programa mediado pelo jornalista Fábio Campos. Logo na pegunta inicial, eles entraram em discordância sobre dados e gastos da Prefeitura. Capitão Wagner que, por sorteio, começou a rodada de respostas do bloco, acusou o adversário de má administração do dinheiro público, por ter “inchado” da máquina.
Leia mais:Polêmicas e críticas marcam 1º debate entre RC e Wagner
O POVO/DATAFOLHA – Roberto Cláudio tem 45%; Capitão Wagner 36%

A uma semana da eleição, nova rodada da pesquisa O POVO/Datafolha para o 2º turno mostra Roberto Cláudio (PDT) com vantagem de nove pontos sobre Capitão Wagner (PR) na disputa. No atual cenário, o prefeito tem 45% das intenções de voto, contra 36% do deputado estadual. Indecisos são 8%, enquanto 12% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto.
Leia mais:O POVO/DATAFOLHA – Roberto Cláudio tem 45%; Capitão Wagner 36%
Em Mauá, tucano é expulso por apoiar prefeito do PT no 2º turno
Em Mauá, uma das duas cidades em que o PT disputa o segundo turno na Grande São Paulo, o prefeito Donisete Braga busca a reeleição com um apoio atípico -o de um antigo adversário do PSDB. Ao lado de Carlos Grana, que concorre em Santo André, Braga é a aposta do partido para manter presença na região metropolitana de São Paulo, berço petista.
Leia mais:Em Mauá, tucano é expulso por apoiar prefeito do PT no 2º turno
Tucano cai em BH e deixa Aécio sem discurso
Candidato do PSDB à prefeitura de Belo Horizonte, João Leite foi ultrapassado pelo rival Alexandre Kalil, do nanico PHS. É o que informa a mais recente pesquisa do Ibope, divulgada nesta quinta-feira (20). Apoiado por Aécio Neves, Leite passou para o segundo turno 7 pontos à frente de Kalil. Agora, numa conta que inclui apenas os votos válidos, como ocorre na contagem oficial, Kalil prevalece por 54% a 46%.
Reforma política pode tirar partidos da TV
h
Foto: Reynaldo Stavale
Uma alternativa levantada por deputados para aumentar repasses ao fundo partidário e garantir mais recursos para financiamento público de campanha é acabar com inserções e programas gratuitos de televisão ao longo dos quatro anos de mandato. Assim, cerca de R$ 500 milhões, que hoje são gastos em renúncia fiscal das empresas televisivas, seriam remanejados e incorporados ao “fundo eleitoral”.


