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O POVO/DATAFOLHA – Roberto Cláudio tem 45%; Capitão Wagner 36%

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A uma semana da eleição, nova rodada da pesquisa O POVO/Datafolha para o 2º turno mostra Roberto Cláudio (PDT) com vantagem de nove pontos sobre Capitão Wagner (PR) na disputa. No atual cenário, o prefeito tem 45% das intenções de voto, contra 36% do deputado estadual. Indecisos são 8%, enquanto 12% disseram que pretendem votar em branco ou anular o voto.

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Tucano cai em BH e deixa Aécio sem discurso

Candidato do PSDB à prefeitura de Belo Horizonte, João Leite foi ultrapassado pelo rival Alexandre Kalil, do nanico PHS. É o que informa a mais recente pesquisa do Ibope, divulgada nesta quinta-feira (20). Apoiado por Aécio Neves, Leite passou para o segundo turno 7 pontos à frente de Kalil. Agora, numa conta que inclui apenas os votos válidos, como ocorre na contagem oficial, Kalil prevalece por 54% a 46%.

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Reforma política pode tirar partidos da TV

Foto: Reynaldo Stavaleh

Foto: Reynaldo Stavale

Uma alternativa levantada por deputados para aumentar repasses ao fundo partidário e garantir mais recursos para financiamento público de campanha é acabar com inserções e programas gratuitos de televisão ao longo dos quatro anos de mandato. Assim, cerca de R$ 500 milhões, que hoje são gastos em renúncia fiscal das empresas televisivas, seriam remanejados e incorporados ao “fundo eleitoral”.

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Em Mauá, tucano é expulso por apoiar prefeito do PT no 2º turno

Em Mauá, uma das duas cidades em que o PT disputa o segundo turno na Grande São Paulo, o prefeito Donisete Braga busca a reeleição com um apoio atípico -o de um antigo adversário do PSDB. Ao lado de Carlos Grana, que concorre em Santo André, Braga é a aposta do partido para manter presença na região metropolitana de São Paulo, berço petista.

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Fim de coligações reduziria siglas em 91% das câmaras

A Câmara Municipal de Santarém, no Pará, vai contar com um mosaico de 15 partidos em suas 21 cadeiras a partir do ano que vem. Para formar uma maioria de votos, o novo prefeito terá de negociar com pelo menos seis legendas – ou barganhar o apoio das 12 que elegeram um único vereador. Tal cenário, porém, seria diferente se não fossem permitidas as coligações nas eleições para o Legislativo. Neste caso, apenas quatro partidos conquistariam vagas na Câmara.

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