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PSD e PMB reúnem gestores de 40 municípios para tratar sobre transição

O bloco PSD-PMB reuniu na manhã desta segunda-feira (10), no Hotel Romanos, em Fortaleza, representantes de 40 municípios com o objetivo de traçar diretrizes e estratégias para o momento de transição de gestão. Na oportunidade, técnicos do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) tiraram dúvidas dos atuais e futuros prefeitos sobre o processo de mudança de gestores.

“Esse foi um momento de conscientização e esclarecimento para os atuais prefeitos e futuros prefeitos sobre o processo de transição, que nem sempre acontece de forma tranquila e acaba ocasionando o desmonte nas prefeituras, prejudicando a população. Muitas vezes isso acontece até por desconhecimento do processo e esperamos, com essa reunião, contribuir para o êxito na mudança de gestão”, definiu o presidente estadual do PSD, deputado federal Domingos Neto. Ele ressalta que alguns prefeitos eleitos não fazem parte do Bloco PSD-PMB, mas integram o mesmo projeto político.

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Roberto Cláudio tem 48%; Capitão Wagner 34%

Primeira rodada da pesquisa O POVO/Datafolha para o 2º turno em Fortaleza mostra Roberto Cláudio (PDT) com 14 pontos de vantagem sobre Capitão Wagner (PR). Mantendo liderança da primeira etapa da eleição, o prefeito tem hoje 48% das intenções de voto, contra 34% de Wagner. Indecisos são 10%, com 8% dizendo que irão votar em branco ou anular o voto. 

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Matar ou morrer - JOÃO DOMINGOS

Dizer, como têm dito alguns ministros e auxiliares do presidente Michel Temer, que o resultado da eleição municipal de domingo sepultou a tese do impeachment é forçar um pouco a barra. Até porque a tese do impeachment é política e será repetida por aí até que os partidos de oposição percebam que está superada, como já estava superada na eleição quando o PT tentou nacionalizar a campanha e deu com quase todos os seus burros n’água.

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Brasil faz, nas urnas, sua maior curva à direita

Da votação do dia 2 de outubro emergiu um Brasil à direita – e que impôs ao Partido dos Trabalhadores a maior derrota de sua história. Em sua reportagem de capa, a edição de VEJA desta semana analisa os fatores que contribuíram não apenas para a derrocada petista, mas para que o país saísse destas eleições mais conservador. O fenômeno, que tem na figura de João Doria (PSDB), eleito prefeito em São Paulo no primeiro turno, seu mais bem acabado exemplo não se explica apenas pela força do antipetismo. Soma-se a ela o peso da crise financeira sobre o eleitorado. E o triunfo, ainda lento e gradual, da antipolítica.

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A rejeição aos políticos vence em São Paulo

A surpreendente eleição de João Doria Júnior, do PSDB, a prefeito de São Paulo no primeiro turno, neste domingo (2), não reflete apenas a decadência do PT como força política após as descobertas da Operação Lava Jato e o fracasso de Dilma Rousseff na Presidência. No raciocínio dos políticos tradicionais, do universo paulistano, o resultado concretiza a dualidade de que, sem o PT, o PSDB reina. Essa é uma explicação óbvia, instintiva até, mas reducionista para o momento. Doria venceu uma disputa sui generis, com o PT destruído, num contexto em que as campanhas tiveram pouquíssimo dinheiro e no qual havia um vácuo de grandes lideranças na disputa. Mais do que tudo isso, a vitória de Doria é uma manifestação de repúdio à política profissional.

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