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'Adeus, Lula' é um filme sobre implosão, separação e pulverização

"Adeus, Lenin!", filme satírico de Wolfgang Becker, ilumina o deslocamento psicológico causado pela queda do Muro de Berlim nos alemães orientais idosos, cujas referências cotidianas estavam todas definidas pelo "socialismo real".

 

As confissões de Palocci, uma explosão fatal na imagem pública de Lula, pedem um roteiro sobre a orfandade da esquerda brasileira, que não se preparou para viver sem seu patrono de quatro décadas.

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PF investiga fraudes em pesquisas eleitorais na Bahia

A Polícia Federal e o Ministério Público Eleitoral deram início na manhã desta quarta-feira (13) à Operação Opinião, que apura fraudes em pesquisas eleitorais na Bahia. Um dos alvos é o deputado estadual Marcelo Nilo (PSL), que presidiu a Assembleia Legislativa da Bahia entre 2007 e 2016.

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Petrificado, Lula faz caravana sem sair do lugar

Lula só virou um portento eleitoral depois que assinou, em 2002, a Carta aos Brasileiros. Nela, apropriou-se dos pilares que escoraram a política econômica na Era pós-Real. E deslizou da esqueda para o centro, beliscando votos no campo adversário. Elegeu-se presidente. No governo, vangloriou-se de ser “uma metamorfose ambulante”. Reelegeu-se com um pé nas costas e o mensalão sobre os ombros. E ainda abriu uma fábrica de postes.

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Eunício e Ciro: tudo junto e misturado

Sim, a política é dinâmica, mas recomenda-se evitar fazer o distinto público de bobo. Nos últimos dias, a crônica política deu conta de um encontro entre o senador Eunício Oliveira (PMDB), o governador Camilo Santana (PT) e o prefeito Roberto Cláudio (PDT). O regabofe ocorreu em 31 de agosto, no Coco Bambu, de Brasília, casa que vive apinhada de clientes. Portanto, o trio escolheu a dedo um lugar para ver e ser visto. Bem cearense, não é? 

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O Amazonas mede na urna a ampla rejeição aos políticos

resultado da eleição extra no Estado do Amazonas é o primeiro alerta real, pesquisas à parte, sobre o estado de ânimo do eleitorado: o público não está gostando nada dos políticos que tem à disposição.

Números que comprovam o alerta vermelho: 43% dos votantes preferiram não votar em ninguém, se contabilizadas a abstenção, os votos nulos e os brancos. Consequência: o segundo turno, concebido para permitir a instalação de um governante com maioria clara, produziu um governador (no caso, Amazonino Mendes, do PDT) com apenas 33% dos votos possíveis.

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