PTN oficializa mudança para Podemos e lança Álvaro Dias como pré-candidato ao Planalto
Thiago Faria, O Estado de S.Paulo
01 Julho 2017 | 17h45
BRASÍLIA - Com uma bancada formada por 14 deputados federais e dois senadores, o Podemos foi lançado oficialmente neste sábado, 1, em evento em Brasília. O partido vai substituir o antigo PTN.
O encontro que oficializou a criação da legenda também serviu para lançar a pré-candidatura do senador Álvaro Dias (Podemos-PR) como pré-candidato ao Planalto em 2018. Ele estava filiado ao PV.
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Maia e Eunício discutem 'distritão' para eleição de 2018
Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), se reunirão nesta terça-feira (20) para discutir a adoção do "distritão" como sistema eleitoral para a disputa de 2018. Maia ocupa interinamente da Presidência da República em razão da viagem do presidente Michel Temer à Rússia. O modelo, que prevê a eleição dos candidatos mais votados para o Legislativo em cada estado ou município, avançou na Câmara diante do impasse em relação a outros sistemas, como a lista fechada.
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Voto distrital misto x distrital puro - O ESTADO DE SP
*Fernão Lara Mesquita, O Estado de S.Paulo
15 Junho 2017 | 03h05
Lula, Dilma, Temer, o Ministério Público, a PGR, todos dizem que é armação. E é! Quanto, em cada episódio, dá pra discutir até o fim dos tempos. Dê a alguém a prerrogativa de falar em seu nome e esse poder será abusado. Transforme uma instituição num gatilho e, mais cedo ou mais tarde, para o bem e para o mal, ele será acionado.
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Partidos ignoram acusações na Lava-Jato e não investigam filiados
SÃO PAULO — Apesar da avalanche de acusações levantadas pela Lava-Jato contra políticos, os órgãos internos dos partidos destinados a fiscalizar a postura ética de seus filiados têm tido atuação quase nula. Nos três anos da operação, 98 integrantes do PP, PT, PMDB e PSDB — as quatro siglas com mais implicados — foram citados em delações, mas as legendas fecharam os olhos para praticamente todas as denúncias relatadas.
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Supremo definirá se nova eleição no Amazonas é precedente para caso Temer
A nova eleição direta para governador do Amazonas, determinada pelo Plenário do Tribunal Superior Eleitoral, pode não servir de precedente para o caso da chapa Dilma-Temer, em julgamento na corte, avaliam especialistas em Direito Eleitoral consultados pela ConJur. O que vai definir isso será a decisão do Supremo Tribunal Federal em ação direta de inconstitucionalidade que discute se regras do Código Eleitoral podem se sobrepor a normas da Constituição Federal.
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