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Em vez de trocar nome, PMDB deveria considerar hipótese da autodissolução

O PMDB decidiu que vai voltar a se chamar MDB. O truque é antigo. Foi ensinado pelos portugueses. Chama-se o Cabo das Tormentas de Cabo da Boa Esperança e imagina-se que tudo está resolvido. “Queremos ganhar as ruas”, disse Romero Jucá, presidente da sigla. Se o objetivo é esse, há uma fórmula infalível: o partido de Michel Temer poderia aprovar em convenção nacional um requerimento de autodissolução, a bem da moralidade pública. As ruas bateriam palmas.

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Eleições 2018 – Capitão Wagner, pré-candidato ao Governo, pode não abrir mão para Tasso

O deputado estadual Capitão Wagner (PR) reafirmou, nesta terça-feira, que já está como pré-candidato a governador pelo Partido da República. Ele disse que coloca seu nome dentro de um cenário onde há quatro vagas a serem preenchidas em termos de chapa majoritária.

“Nosso nome estrá colocado sim como pré-candidato”, reforça o parlamentar, destacando que, no leque das oposições, há outros nomes cogitados como o senador Eunício Oliveira (PMDB), Domingos Filho, conselheiro do extinto TCM, e o senador Tasso Jereissati.

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Reforma política é tocada por partidos em ruínas

No momento, uma das grandes dúvidas nacionais é se isso que os parlamentares chamam de reforma política é ou não é mais uma grande empulhação. Tudo leva a crer que é. As orelhas grandes, o focinho pronunciado e os dentes pontiagudos são de Lobo. Ainda assim, muita gente tem a esperança de que seja uma vovozinha disfarçada. Não se engane. Quem acreditar piamente agora não terá como piar depois.

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As deformações no projeto da reforma política

O Congresso continua incansável no trabalho de degradar ainda mais a imagem dos políticos. Houve aquele festival de fisiologismo nas barganhas com o Planalto para estancar a acusação da Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer. Algo como R$ 5 bilhões ficaram comprometidos em emendas de deputados de todos os partidos. O Planalto retruca, lembrando que emendas passaram a ser compulsórias. Meia verdade, porque ficou evidente a relação da manobra com votos dados para impedir que o Supremo examinasse a denúncia de corrupção passiva.

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O distritão melhora a política? Sim

O distritão melhora a política? O projeto voltou ao debate no Congresso. Miro Teixeira (Rede-RJ) diz por que o defende.

ÉPOCA – Por que o distritão é melhor?
Miro Teixeira –
 Você pode ter um tempo mais bem aproveitado na propaganda eleitoral de rádio e televisão. Pode ter uma campanha mais barata, porque não precisa encher uma chapa a fim de reunir votos para fazer quociente eleitoral. Hoje, cada partido lança um número de candidatos 50% maior que o número de vagas.

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