Russomanno lidera disputa em São Paulo, diz pesquisa
O Estado de S.Paulo
04 Dezembro 2017 | 09h15
O deputado Celso Russomanno (PRB) lidera a corrida ao Palácio dos Bandeirantes com 25% das intenções de voto, diz a pesquisa Datafolha. O prefeito da capital, João Doria (PSDB), vem em segundo, com 19%. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf (PMDB), está em terceiro, com 13%. No cenário em que o candidato tucano é o senador José Serra, a vantagem de Russomanno se amplia para 27%. O tucano fica em terceiro lugar, com 14%, e Skaf, em segundo, com 16%. Luiz Marinho (PT), Márcio França (PSB), Rodrigo Garcia (DEM), Gilberto Kassab (PSD) e Gabriel Chalita (PDT) têm entre 2% e 5% das intenções de voto.
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‘Efeito toga’ tornou-se principal variável de 2018
No momento, não há nada mais equivocado na análise da conjuntura eleitoral brasileira do que ter certeza. A leitura fria dos dados expostos na mais recente pesquisa do Datafolha induz à falsa conclusão de que a sucessão presidencial vai se consolidando como uma batalha entre o pseudo-esquerdista Lula e o ultra-direitista Jair Bolsonaro. Mas a contrução do cenário de 2018 já não depende apenas do eleitor. A situação penal do candidato do PT converteu o Judiciário num protagonista da disputa sucessória. O “efeito toga” injeta no processo um quê de imponderável.
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‘Quero disputar com Alckmin numa prévia justa’
Decidido a guerrear com Geraldo Alckmin pelo posto de presidenciável do PSDB na sucessão de 2018, o prefeito tucano de Manaus, Arthur Virgílio Neto, veiculou o vídeo acima no Twitter. Na peça, ele “convoca” os militantes tucanos para lutar pelo direito de votar nas prévias que o partido cogita realizar. Fez isso porque receia que a ascensão de Alckmin ao comando da legenda transforme a disputa interna num “simulacro de prévia.”
‘Político não é uma criação de última hora’
Mônica Scaramuzzo, Renata Agostini, O Estado de S. Paulo
03 Dezembro 2017 | 04h00
À frente da Vale desde maio deste ano, o executivo Fabio Schvartsman vê o ano de 2018 mais volátil para o mercado financeiro por causa das eleições, mas acredita que o governo Michel Temer criou, nos últimos meses, uma composição sustentável para a melhora do ambiente econômico. Em sua primeira entrevista desde que assumiu a mineradora, Schvartsman abre a série que o Estado está fazendo com grandes empresários e executivos para discutir o País. A seguir, os principais trechos da conversa.
O que estará em jogo em 2018
O Estado de S.Paulo
27 Novembro 2017 | 03h00
Ainda é cedo para fazer a lista das pré-candidaturas à Presidência da República que ocupam as páginas dos jornais quase todos os dias e pautam acalorados debates entre os seus prosélitos nas redes sociais. Muitas não sobreviverão aos atritos do tempo. Para o grau de volatilidade da política brasileira, um ano é tempo demasiadamente longo para sustentar inalteradas as variáveis complexas do quadro partidário e eleitoral.



