Busque abaixo o que você precisa!

Ministros do STF defendem Moro e Lava Jato e só admitem rever posição diante de ‘algo grave’

Painel / FOLHA DE SP

Linha de corte Os últimos vazamentos de mensagens trocadas entre a Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro tendem a aprofundar a cisão que já existe no Supremo. Há uma ala da corte que, a despeito de críticas emitidas por colegas, está disposta a sustentar todas as medidas da autoproclamada “república de Curitiba”. Esse grupo de ministros só admite mudar de posição caso haja “algo grave, como uma prova fraudada ou algum tipo de armação maliciosa”, o que, diz, não viu até agora.

Todos contra um Os ministros que falam em defesa da operação e de Moro dizem que a Lava Jato conseguiu colecionar a antipatia de grupos opostos, unindo interesses de diferentes espectros da política contra sua atuação.

Muita calma… No polo oposto, há um segundo grupo de integrantes do Supremo que já admite ver crime em situações desveladas pelas mensagens divulgadas pelo The Intercept Brasil.

…nessa hora Para esse pelotão, entre os episódios mais graves estaria um pedido do então juiz Moro de inclusão de um documento na peça da acusação porque, ele adiantou, o usaria em uma sentença. Isso, dizem esses ministros, caracteriza intromissão direta no processo a favor de uma das partes.

Leia mais...

Como outros presidentes sofreram na tentativa de votar a reforma

Ranier BragonDanielle Brant / FOLHA DE SP
SÃO PAULO e BRASÍLIA

De FHC a Temer, saiba quais foram e como tramitaram as propostas de reforma da Previdência no país.

Fernando Henrique Cardoso  - PSDB (1995-2002) 

Fernando Henrique Cardoso acena para populares no Rolls-Royce presidencial durante sua posse como presidente da República, em Brasília (DF). - Ormuzd Alves-01.jan.1995/Folhapress

 Contexto

Leia mais...

Presságios - PAULO DELGADO*, O Estado de S.Paulo

Para entender a perda de poder do Estado é preciso mais talento humanista do que habilidade política. De maneira geral, governos usam sua força como oficina de testes para usufruir ou confrontar fatos dos quais com frequência são os causadores. Mas para entender como a sociedade está reagindo a tais iniciativas experimentais melhor mesmo é ampliar o ponto de observação e evitar a depressão e revolta que é viver sob governos ingênuos.

O mundo é da riqueza, das hierarquias e dos criadores. E o povo, ora, o povo nunca esteve tão fora de moda como agora. Estão aí três sistemas sociais poderosos que explicam o rápido processo de mudança a partir da atual revolução tecnológica e da crise do sistema financeiro. Chips & Pounds, dois impérios virtuais em guerra que vão se chocar e tirar do Estado a capacidade de vigiar e imprimir dinheiro.

A tecnologia acelera em ritmo cada vez maior e vem pervertendo tanto nosso sistema de reflexos que sua velocidade já é uma doença. O sistema financeiro, por sua vez, gigantesco e socialmente infértil, será engolido pela criptomoeda como o Uber comeu o táxi.

Leia mais...

‘Cada cidadão, um voto’ não passa de enfeite

JOSÉ NÊUMANNE*, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2019 | 03h00

O presidente Jair Bolsonaro, eleito pela maioria dos votos úteis de cidadãos do País inteiro, tem sido acusado por adversários e observadores independentes de desrespeitar as instituições da nossa democracia representativa, especialmente o Congresso. De fato, no quesito relacionamento com o Legislativo, o atual chefe do Executivo tem deixado muito a desejar. Mas será que a Câmara e o Senado têm representado a cidadania como deveriam?

Há controvérsias. É público e notório que, nesta legislatura, uma quantidade expressiva de parlamentares de praticamente todos os partidos se tem valido do expediente legal, mas muito duvidoso, para ser gentil, do ponto de vista ético, do foro de prerrogativa de função para escapar de punições penais e participar ativamente da confecção e revisão de dispositivos legais. Só para citar os casos mais abusivos, o deputado Celso Jacob (MDB-RJ) tem sido o menos faltoso em sessões de comissão e plenárias de dia e dorme no presídio da Papuda, o mesmo “lar” do senador Acir Gurgács (PDT-RO). Aécio Neves (PSDB-MG) e Gleisi Hoffmann (PT-PR) fugiram de disputas majoritárias no Senado para se abrigarem no seguro valhacouto do voto proporcional da Câmara.

Os casos mais espantosos dos remidos do foro privilegiado são os próprios presidentes das Casas. Davi Alcolumbre (DEM-AP) teve dois inquéritos sobre malversação de verbas eleitorais arquivados na celebração da impunidade que é a Justiça Eleitoral em seu Estado. Mas, mercê de denúncia do Ministério Público Eleitoral, os casos pendentes estão no Supremo Tribunal Federal (STF). Eleito presidente do Senado numa disputa fraudada, exposta às escâncaras pela transmissão gerada pelo próprio canal do órgão, contou com a cumplicidade do relator, Roberto Rocha (PSDB-MA), para arquivar investigação da fraude por falta de evidências. Para máximo escárnio, o País tomou conhecimento em tempo real dos detalhes da existência de um voto em dobro de nobre varão impune.

Leia mais...

Paula Toller entra com ação de indenização contra PT e Haddad

Sonia Racy / O ESTADO DE SP

10 de julho de 2019 | 00h55

PAULA TOLLER. FOTO: RENATA SAUDA

PAULA TOLLER. FOTO: RENATA SAUDA

Antes tarde…

O pedido de Paula Toller ao PT, em outubro, para suspender o uso da canção Pintura Íntima por ativistas pró-Haddad, não foi atendido, segundo ela. Entretanto, a vocalista ganhou no TRE e foram retirados, das redes sociais, os vídeos com o refrão da musica.

Caso encerrado? Não. Semana passada, a vocalista da banda Kid Abelha decidiu entrar ação na Justiça contra o partido e Haddad, na condição de uma das detentoras dos direitos autorais da música.

…do que…

Toller pede R$ 200 mil ao PT pela utilização indevida de imagem e obra. A veiculação da propaganda, segundo consta da petição, começava com a imagem de um dos integrantes da banda, Jorge Israel, tocando sax. E prosseguia com a autora cantando e dançando o refrão “Fazer amor de madrugada, Amor com jeito de virada”.

…mais tarde

Toller informa que não há interesse da sua parte em manter audiência de mediação ou conciliação.

Leia mais...

Governo vai mudar Mais Médicos de novo, para reincorporar os cubanos

Lígia Formenti, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2019 | 03h00

Médicos cubanos
 
A médica cubana Niurka Valdes permaneceu no Brasil após o fim do acordo do programa Mais Médicos Foto: Dida Sampaio/Estadão

BRASÍLIA - O governo federal pretende editar em agosto uma medida provisória alterando o Programa Mais Médicos e reincorporando profissionais cubanos. Eles tiveram de sair do programa com o rompimento do acordo de colaboração entre Brasil e Cuba, mas a ideia é que voltem a trabalhar na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS) por um período de dois anos. Terminado esse prazo, precisarão revalidar o diploma.

Leia mais...

Compartilhar Conteúdo

444