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Novo presidente do BNDES pretende explicar “caixa-preta” em dois meses

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pretende explicar a “caixa-preta” na instituição financeira em até dois meses, disse hoje (16), o novo presidente da instituição, Gustavo Montezano. Ele disse que não tem opinião formada sobre as gestões anteriores, mas que precisa explicar decisões tomadas nos últimos anos pelo banco.

“O que a gente está se propondo a fazer é explicar a ‘caixa-preta’. Há uma duvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a ‘caixa-preta’. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema”, disse Montezano nesta terça-feira (16), na primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.

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Maia pede à oposição que aprove estados e municípios na reforma

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez um apelo nessa terça-feira (16) para que partidos da oposição apoiem a reinclusão de estados e municípios na reforma da Previdência, quando a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) chegar ao Senado. A expectativa do parlamentar é que a votação na Câmara seja concluída na primeira semana de agosto, seguindo para apreciação dos senadores.

Para acelerar a tramitação da PEC, mudanças como a reinclusão de estados e municípios devem ser enviadas à Câmara por meio de uma PEC paralela. Isso porque cada alteração feita pelos senadores ao texto já aprovado na Câmara precisa ser reanalisada pelos deputados, o que poderia atrasar a conclusão da análise da matéria. Dessa forma, apenas as modificações seguem a tramitação paralela, enquanto o aprovado já poderá ser promulgado – se referendado em dois turnos pelos senadores.

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Mais de 1.100 escolas deixam de ofertar tempo integral no Ceará

ESCOLAS DO CEARÁ

Entendida como uma modalidade que permite avanços expressivos, a educação em tempo integral apresentou, no Ceará, a segunda maior redução de cobertura do Brasil, entre 2017 e 2018. Ao todo, 1.138 escolas públicas da Educação Básica deixaram de ter, pelo menos, uma matrícula em tempo integral, conforme dados do Anuário Brasileiro da Educação Básica, elaborado pelo Movimento Todos Pela Educação, com base nos microdados do Censo Escolar realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

São consideradas não apenas as Escolas Regulares de Tempo Integral (ETIs), mas todos os equipamentos e ações que ofertam atividades numa jornada igual ou superior a 7 horas diárias. Há dois anos, 3.527 estabelecimentos de ensino - o correspondente a 56,6% das escolas cearenses - ofertavam matrículas em tempo integral.

Naquele ano, o Ceará estava, proporcionalmente, na liderança do País. Já em 2018, o número decresceu para 2.389, correspondente a 39,3% das escolas. A queda entre um ano e outro foi de 17,3%, inferior apenas à ocorrida em Pernambuco, que teve 18,5% de recuo. As mudanças, porém, não são exclusividade do Ceará. Todos os estados e o Distrito Federal foram afetados pelo fenômeno, impulsionado pelas variações do Ensino Fundamental, cuja responsabilidade é dos municípios.

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Desdobramentos do caso revelam morosidade nas investigações

De um lado, crimes de violação sexual cometidos há décadas. Até então, pelo menos 17 vítimas já identificadas, e o suposto agressor livre. Do outro, um Sistema de Justiça Criminal que busca reagir após anos de inoperância. Os desdobramentos das denúncias que caem sobre o médico e prefeito afastado de Uruburetama, José Hilson de Paiva, revelam um prejuízo ao caso marcado pela morosidade nas investigações.

Em entrevista ao Sistema Verdes Mares, a delegada titular da Delegacia Municipal de Uruburetama, Rogéria Sousa, informou já haver um inquérito policial aberto na cidade contra o médico pela suspeita de estupro a uma mulher, no início de 2018. Entretanto, conforme revela, a investigação está parada à espera de um exame pericial marcado ainda para novembro deste ano, na Perícia Forense do Ceará (Pefoce), em Fortaleza.

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Filhos distanciam Jair Bolsonaro do seu discurso...

Josias de Souza

16/07/2019 19h57

Na campanha presidencial, Jair Bolsonaro disse coisas que atraíram muitos eleitores. Numa fase marcada pela prisão de Lula, ele ofereceu a ética. Num instante em que Michel Temer comprava com verbas e cargos o congelamento de denúncias criminais no Congresso, o capitão ressuscitou uma palavra fora de moda: meritocracia. No exercício da Presidência, Bolsonaro pratica o oposto do que disse.

Bolsonaro condicionou as nomeações políticas para o segundo escalão à qualificação dos indicados. Criou por decreto um tal de "banco de talentos". Recebeu 75 indicações partidárias. Ainda não nomeou ninguém. De repente, informa ao país que indicará o filho Eduardo Bolsonaro para o comando da embaixada do Brasil em Washington, um posto para o qual o Zero Três não está qualificado.

O presidente levou para o Ministério da Justiça o juiz da Lava Jato. Não fosse pelo Congresso, teria transferido para Sergio Moro o controle do Coaf. Subitamente, Bolsonaro passou a chamar de "perseguição política" a investigação em que o Ministério Público do Rio de Janeiro apura o que o primogênito Flávio Bolsonaro fez no verão passado.

Num esforço que aproxima os Bolsonaro ao que há de mais triste na política, o Zero Um foi ao Supremo para barrar uma investigação que nasceu de relatórios do Coaf. Obteve do ministro Dias Toffoli, em plenas férias do Judiciário, uma decisão que deve barrar investigações sobre lavagem de dinheiro em todo o país. A filhocracia que se estabeleceu sob Jair Bolsonaro vai deixando o presidente sem nexo.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

Após reclamação de Bolsonaro, ministro do Meio Ambiente anuncia vistoria em Noronha

BRASÍLIA – O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, afirmou que o ministro doMeio Ambiente,Ricardo Salles, vai a Fernando de Noronha na quinta para discutir a possibilidade de reduzir a tarifa cobrada pelo governo federal para o acesso a determinadas praias do arquipélago. Desde 2012, uma taxa de R$ 106 (para visitantes brasileiros) e de R$ 212 (no caso de estrangeiros) é cobrada para o acesso ao Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha – o ingresso é válido por dez dias.

 

O objetivo do governo é debater com a concessionária Econoronha, que venceu uma licitação em 2012, a diminuição dos valores. No fim se semana, Bolsonaro afirmou que a cobrança era um “roubo” . O presidente da Embratur, Gilson Machado, também vai integrar a comitiva que vai a Noronha.

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