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Ministro Herman Benjamin levará caso de Pimentel a julgamento no STJ

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) decide em agosto se aceita denúncia contra o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT-MG), acusado, entre outras coisas, de ter recebido propina da empreiteira Odebrecht. O ministro Herman Benjamin, relator do caso, deve levar seu voto à Corte Especial assim que voltar do recesso.

LINHA
Benjamin foi o relator do processo de cassação da chapa de Dilma Rousseff e Michel Temer no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Apresentou um voto duro, em que pedia a cassação do presidente.

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Aliados de Temer vão usar prisão de Geddel para reforçar tese de que o Judiciário age politicamente

POR PAINEL / FOLHA DE SP

O bambu e a flecha A prisão do ex-ministro Geddel Vieira Lima será usada por aliados de Michel Temer para inflar o discurso de que o Judiciário trava uma luta política para apear o presidente do poder. Para o Planalto, a detenção revela mais uma cena do enredo que situa Temer como o eixo central de um grupo criminoso. O encarceramento jogou um balde de água fria nos que achavam que, com a saída de Rodrigo Rocha Loures da cadeia, no sábado (1º), o governo poderia suspirar aliviado.

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Por que os parlamentares da base evitam deixar claro seu apoio ao governo? É fácil saber!

Têm medo de Rodrigo Janot e da Rede Globo. Notem que as esquerdas votam com ordem unida; já os que apoiam o governo temem se opor a uma denúncia fraca, que não prova nada

Publicada: 03/07/2017 - 16:12

Coragem, o Cão Covarde: ele não tem medo de tremer nas bases

Consta que o presidente vai atuar pessoalmente junto a deputados da base que integram a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), que faz a primeira avaliação da denúncia apresentada por Rodrigo Janot. Hoje, o Planalto contabilizaria 34 dos 66 votos da comissão. Deveria contar com 42, uma vez que apenas 24 pertencem a partidos que estão na oposição.

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Datafolha: Pesquisa evidencia efeitos da respiração boca a boca que Janot fez nas esquerdas

Instituto conclui que números apurados permitem falar numa ascensão da esquerda. Acho que isso está em curso, mas não se explica pelos dados do levantamento

Publicada: 03/07/2017 - 7:23

Então está crescendo o apoio a ideias que são típicas da esquerda? Bem, eu não estou surpreso. Nem poderia estar. Cantei essa bola faz tempo. Mas vamos com calma!

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O descaso pela defesa

*Mario Cesar Flores, O Estado de S.Paulo

03 Julho 2017 | 03h05

Defesa nacional é problema em todo o mundo, em versões que dependem das circunstâncias de cada país e da inserção do país na sua região e no mundo. Não vai bem no Brasil: cultivamos um senso difuso de imunidade às – e de desinteresse pelas – turbulências mundo afora e dedicamos pouca ou nenhuma atenção à defesa.

Além de coerente com nossa propensão ao desapreço pelo que transcende o dia a dia, essa frivolidade é estimulada pela ausência de ameaça clássica e pelo não envolvimento do Brasil em guerra que afetasse sensivelmente a sociedade, desde a Guerra do Paraguai. No mundo político, também porque o assunto não tem apelo eleitoral. E o passado autoritário ainda induz em segmentos intelectuais e das artes alguma relutância por assunto que exija participação militar relevante. É a essa insensibilidade cultural que me refiro como o descaso (político e societário) pela defesa.

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Alcione celebra quilos a menos e alegrias a mais - O GLOBO

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A cantora Alcione no pátio de sua casa, a "embaixada do Maranhão" na Barra da Tijuca - Leo Martins / Agência O Globo

RIO - Alcione estava zonza. Na noite de 18 de dezembro, sentiu um mal-estar em pleno palco do Sesc Itaquera, em São Paulo. Sem conseguir ficar em pé, foi para o camarim e dali para o Hospital Sírio-Libanês. Ela, que nos últimos anos ostentava uma silhueta robusta como sua voz, estava com glicemia alta e artérias obstruídas. Ao saber que precisava fazer uma angioplastia, teimou, disse que conhecia seu organismo, queria ir para casa (“Eu estava com medo”, admite). Ouviu do cardiologista Roberto Kalil Filho: “Ah, temos uma cantora médica?” Ouviu mais: ou colocava stentou viveria com risco. Aos 69 anos, seria sua primeira cirurgia tradicional (antes, só espiritual, com o Doutor Fritz, nas cordas vocais). Encarou o cateterismo no dia 20 de dezembro.

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