Grupo de Joesley vira alvo de processos e desconfia de ação orquestrada
A J&F, de Joesley Batista, enfrenta hoje seis ações populares em tribunais brasileiros. O grupo, que controla a JBS, desconfia de ação orquestrada de setores políticos e jurídicos contrariados com a delação premiada de seus executivos.
O PT desafia Moro - O ESTADO DE SP
Na campanha eleitoral de 2014 o então presidente nacional do PT, Rui Falcão, proclamou com ênfase na propaganda televisiva: “O PT é uma instituição com milhões de filiados e simpatizantes em todo o Brasil. Gente como você, que sempre sonhou e lutou por um país mais justo e solidário. Gente que não convive nem é conivente com ilegalidades e quer, igual a você, o fim da impunidade. Por isso, qualquer petista que cometer malfeitos e ilegalidades não continuará nos quadros do partido”. Em seguida, o apresentador do programa enfatizava: “Você ouviu. Qualquer petista que ao final do processo for julgado culpado será expulso”.
Na véspera do aniversário da morte de Luiz Gonzaga, músico ganha seu primeiro clipe

O saudoso Luiz Gonzaga morreu no dia 2 de agosto de 1989 e, para relembrar a memória e a obra de um dos artistas mais importantes do país, ele terá seu primeiro videoclipe produzido. A música escolhida pela cervejaria Schin, que está por trás da iniciativa, é “Asa branca”, uma das canções mais emblemáticas do Rei do Baião.
Editorial do Estadão: Joesley mentiu! e agora?
A validade dos chamados acordos de delação premiada depende fundamentalmente de dois elementos, cuja falta é grave o bastante para suscitar a anulação dos termos da colaboração: a voluntariedade e o compromisso inarredável com a verdade.
Dilma tira sarro de Temer: ‘A história se repete’
Dilma Rousseff enxerga em Rodrigo Maia uma reedição de Michel Temer. Nesta sexta-feira, desperdiçou parte do seu tempo ocioso de ex-presidente para ironizar o sucessor. Ela regurgitou uma carta que Temer lhe atravessara na traqueia em dezembro de 2015, quando trocou a condição de “vice decorativo” pela posição de pretendente ao trono.
Palocci acusa Mantega de ter criado uma central para vender informações do governo aos bancos
O ex-ministro Antonio Palocci, preso desde o dia 26 de setembro do ano passado e já condenado por Sérgio Moro a uma pena de 12 anos, 2 meses e 20 dias de prisão, está negociando a sua delação premiada. Fazem o mesmo Eduardo Cunha e Lúcio Funaro, também encarcerados. Consta que, em um dos anexos de sua alcaguetagem recompensada — quem sabe… —, o ex-ministro acusa Guido Mantega, seu sucessor na Fazenda, de algo gravíssimo: ele teria montado, calculem!, na repartição de São Paulo do Ministério da Fazenda, um centro para vazar — isto é: vender! — dados sigilosos ao setor financeiro.


